Qual linux roda bem com pendrive+persistencia?

nao achei um topico sobre isso, por isso estou postando,
tentei o mint xfce, mas esta sem audio,

recentemente tentei por o windows PE no pendrive, mas fica inviavel de lento,
o live do linux se da melhor nisso,
por isso estou procurando um linux, e como vou instalar algumas coisas ele deve ter persistencia,

uso um pendrive 2.0, e a porta tbm seria 2.0

:goblin:

Tenta o opensuse

o openSUSE nao suporta o persitence, somente instalar a .iso

estou testando o yumi py, ele usa a base ventoy, ,mas aparenta ser bem mais rapido,

https://pendrivelinux.com/yumi-multiboot-usb-creator/

ele faz a persistencia automatico, nao seria como o ventoy que precisa modificar o arquivo ventoy.json toda hora que mudar a .iso

Em tese qualquer um, persistência, significa home(pasta pessoal) persiste após reboot, e que tmb as configurações de usuário persistem, só as de sistema que não persistem, mas em tese é apenas vc fazer um um script auto inicializável que rode automaticamente como root na sua pasta pessoal durante a inicialização da sessão(login). E se não conseguir colocar para iniciar sozinho, coloca ele em pasta de fácil acesso como na raiz e click 2x e click em executar.

Fala @mobostar0101!

Como você está usando pendrive 2.0 e porta 2.0, o grande gargalo é a taxa de escrita contínua (gravações de logs e cache no pendrive congelam a interface). Distros tradicionais como Mint e Ubuntu Live sofrem muito nisso.

Para essa sua necessidade de USB 2.0 + Persistência rápida, existem duas campeãs absolutas no Linux:


:1st_place_medal: 1. antiX Linux (A melhor opção para Live USB com persistência)

  • Por que é perfeita: O antiX foi projetado desde o código-fonte com foco em Live USB com persistência.
  • O segredo: Ele tem a opção de rodar em RAM (toram). Ele carrega o sistema para a memória RAM (consome menos de 200MB) e só grava as alterações no pendrive quando você manda ou ao desligar. No USB 2.0 ele roda com velocidade de SSD!
  • Base: Debian estável (sem systemd, o que o torna incrivelmente rápido).

:2nd_place_medal: 2. MX Linux (Com o MX Live USB Maker)

  • Feito pela mesma equipe do antiX, mas com uma interface gráfica XFCE mais moderna e completa.
  • A ferramenta MX Live USB permite criar persistência de Root e Home de forma automática e muito estável, além de ter ótima detecção de drivers de áudio/Wi-Fi.

:3rd_place_medal: 3. Puppy Linux / Porteus

  • Se a máquina for bem modesta, essas distros carregam 100% na RAM ao iniciar e salvam um único arquivo compactado de persistência (savefile). É tão leve que você nem sente que está num USB 2.0.

:hammer_and_wrench: Dica prática de ferramenta:

Use o Ventoy para gravar a ISO no pendrive. O Ventoy tem um plugin nativo de persistência (onde você só cria um arquivo .dat de persistência e ele funciona com praticamente qualquer distro sem precisar reinstalar tudo do zero).

Se puder, teste o antiX 23 ou o MX Linux 23 — você vai notar uma diferença brutal de agilidade no USB 2.0! :penguin::rocket: :smiley:

Em vez de usar um sistema Live com arquivo de persistência (que cria uma camada extra de lentidão), você pode instalar o Linux Mint XFCE diretamente (ou qualquer outra distro, eu pessoalmente recomendaria o archlinux via archinstall) no pendrive como se ele fosse um HD comum. Para fazer isso, coloque o Mint em um pendrive de boot, conecte outro pendrive (ou HD externo) onde o sistema será instalado, escolha a opção de instalação avançada/manual e aponte a instalação inteiramente para o segundo pendrive. Assim, ele funciona de forma nativa, sem o peso do arquivo de overlay de persistência.

Todas as destruições feitas para rodarem em pendrives e cartões de memória:

Puppy Linux, MiniOS, Tail e Porteus são exemplos.

estou testando ainda,
o que aparenta dar diferenca seria o ZRAM,
ja que em modo live o SWAP nao funfa,
mas vou continuar nessa saga, no final faco um guia :goblin:

Log não trava, cache, tmb não, o que trava é quando ele for fazer copia de arquivo grande, arquivo maior do que o tamanho da cache de RAM principal do computador dele, aquela cache feita nos pentes de RAM da placa mãe para o armazenamento, no caso o pendrive, se essa cache estourar, o sistema fica com travamentos, travando e voltando, é chato para caramba. A cache ela vai ter uns 1GB em maquinas com pouca memória, ou uns 6GB dependendo da maquina, só que ela oscila. O que vc disse é verdade, só deu exemplo errada.

fiz o teste direto com o ubuntu, mas ele ficou bem mais lento, e usando muito mais o pendrive,

o mint nao usa o ubuntu como base?
qual o motivo dessa lentidao e uso do pendrive?

Salve, @mobostar0101

a única vez que eu tentei criar um Live Pendrive com Persistência, foi com o Knoppix, uns 10 anos atrás. – O Knoppix é uma distro feita exatamente para uso Live, inclusive é feita para não receber atualizações. – Não recomendo. O método de “instalação” dele em Pendrive é trabalhoso.

Falo dele, apenas para citar minha decepção com persistência, na época. – Me pareceu útil para quem trabalha com manutenção de PCs, pois a vantagem de ter um Pendrive de uso quase diário, durante meses seguidos, acaba “pagando” o esforço de criá-lo. – Ou então, para quem viaja muito (a maior parte do tempo, ou durante longos períodos), e prefere carregar um Pendrive, em vez de um PC portátil. Mas tenho dúvidas sobre isso, pois hoje em dia os portáteis são muito mais leves e práticos, do que antigamente.

Usei meia-dúzia de vezes, e nunca mais. Valeu pela experiência, só isso. – Ter várias distros em dualboot, substitui perfeitamente – pois cada distro já está completa, configurada com tudo que eu preciso… para fazer qualquer manutenção nas outras distros, como se fosse uma sessão Live (“externa”, “de fora”, em relação às outras).

Agora, uma dica que eu (quase) não cheguei a usar, são as “ferramentas Refracta”, que vêm na ISO do Devuan Xfce: – Refracta Snapshot, Refracta Installer, Refracta2USB:

Usei só 1 vez, por poucas horas, ao instalar o Devuan Xfce – e nunca mais pensei nisso.

Existe também o Refracta OS, baseado no Devuan, mas eu nunca experimentei:

Ultimamente, tenho lidado mais com o MX Linux. – Ele tem uma pá de ferramentas e recursos específicos para facilitar “Live Pendrive com persistência” – mas nunca mexi com esse lado da força, por isso não posso recomendar nem deixar de recomendar. Só posso dizer que o MX Linux é bacana… no PC de mesa (com KDE, claro).

Tudo que você alterar na sessão Live (inclusive, softwares que vc adicionar), é automaticamente incluído na “instalação” – sendo que você pode “instalar” num Pendrive, em vez de num SSD do PC. – Por isso, é preciso fechar todos os aplicativos, ao iniciar a “instalação”.

A parte de “persistência” é definida durante o processo – mas essa parte eu não experimentei.

Infelizmente, a turma do antiX / MX Linux tomou uma medida drástica. – Todos os sites, blogs, fóruns, estão sofrendo ataques, e usam uma etapa de verificação antes de permitir o acesso. – Mas eles optaram por algo mais radical (baniram o Brasil inteiro). Quem é do Brasil, deve enviar um email, para receber uma permissão individual. Ainda estou procrastinando.

Não foi isso que você pediu – mas talvez possa ser de alguma utilidade.

estou baixando o

devuan_excalibur_6.1.1_amd64_desktop-live.iso
refracta_13.3_xfce_amd64-20260501_1208.iso

obrigado pelas dicas, vou ver o que usa menos o pendrive,
como seria um pendrive sem o SMART nao consigo ver a “vida util” restante,
ou tem como verificar?