Qual foi a pior besteira que você ja fez em algum sistema?

Caramba, isso sim é cautela kkkk

Infelizmente :sweat_smile:

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Sim, mas não espalha não é segredo kkkkkk

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É nessa hora que eu tenho dó do suporte da m$ haha

Ja tive uns bons problemas com atividade escolar que eu prefiro nem tentar pensar em automatizar hahaha

Meu último Windows foi o XP – comprado com o computador da minha filha, que depois optou por outra versão.

Usei por alguns anos, com a chave oficial – até que, um dia, a chave passou a ser rejeitada.

Na primeira atualização depois disso, “bugou” geral – um aviso, tipo, "coloque a senha correta, ou compre uma licença " – ocupando metade da tela, o tempo todo, na frente de qualquer aplicativo que eu tentasse abrir.

Simplesmente reinstalei o XP (ainda dependia dele!), e desativei as atualizações. – O tal do antivírus, que tinha prometido ser “grátis para sempre”, também deu para trás, não aceitava mais minha senha.

Foi quando investi tudo que pude para concluir minha migração para o Linux – que até então, eu estava meio que empurrando com a barriga.

Ainda usei por mais 1 ou 2 anos – sem pegar nenhum vírus – usando apenas “prudência e bom-senso”.

Em 2016, finalmente deletei o XP para sempre. – Se eu fosse um País, esta seria a minha data da Independência.

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Pois é – prudência, dinheiro no bolso e canja de galinha, “não faz mal a ninguém”.

O 2º backup é um retrato do backup da semana anterior.

Só depois, atualizo o 1º backup, da semana “atual”.

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Eu até digitaria : “acha hd hein hahaha”
Mas depois que eu lembrei de ler comentarios/tópicos seu sobre sistemas em multiboot haha
Eu até faria algo direitinho, fazer backup tudo de forma correta, e invez de pular de distro , fazer dual boot , mas não tenho paciencia , formato logo :sweat_smile: Agora que eu estou começando a “arrumar” meu workstation e tempo.

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Pensa só… Uso Linux desde o final de 2007, e só no início de 2017 consegui cometer a burrice de deletar 1 sistema instalado! – E agora já fazem 4 anos que não consigo cometer essa burrice outra vez.

Imagina se eu tivesse passado 14 anos fazendo backup de 2, de 4, de 12 sistemas operacionais!

Ter 12 sistemas, já é backup suficiente – e aproveito para curtir e aprender. – Esta semana, já usei o Arch, Manjaro, PCLinuxOS (estou nele agora), e fiz uns testes rápidos como Debian, KDE Neon, Fedora etc…

O que não servia para o que eu queria naquele momento, bastou reiniciar e tentar com outro SO.

EDIT - No dia que destruí meu KDE Neon por acidente, bastou reiniciar, e usar um dos outros SOs. – Perdi zero minutos! – Só muitos dias depois, quando tive uma folga, instalei de novo o KDE Neon.

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Forma inteligente de utilizar o computador/sistema, nunca tinha visto alguem usar assim.

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a burrada mais burrada que eu já fiz foi instalar (sobrescrevendo) a glibc de 64 bits num sistema de 32 bits…
não preciso nem dizer o desfecho dessa historia.

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O povo acha “esquisito”…

Eu acho, simplesmente, tranquilo, instrutivo, agradável (delicioso!) e seguro.

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Quando eu comprei um ssd de 240 GB, pensei imediatamente em emular o que o @frc_kde faz, mas numa medida menor (tanto que pedi a ajuda dele pra isso). Atualmente estou em triple boot (W10, Manjaro e Reborn). Quando fiz isso pela primeira vez, tive certa dificuldade (afinal, sistemas ficam no ssd, arquivos no hdd), mas o Flavio me ajudou nisso e deu tudo certo. O ssd está com o boot/EFI compartilhado, W10, Manjaro, Reborn e 8 GB de swap, tudo bem ajustadinho…

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De dualboot em diante, é fundamental salvar todos os arquivos de trabalho em “partições (específicas) de dados” – pois usar uma das /home para isso, só vai complicar sua vida.

A outra dica – acho que nunca lembrei de dizer aqui no Fórum – é “Freecell”.

"Tenha sempre espaços livres para mover provisoriamente – SOs, ou arquivos – caso contrário, um dia você acaba numa “saia justa”, sem poder mover os braços, sob o risco de o cotovelo esbarrar em alguma coisa. Beco sem saída.

Atualmente, tenho uns 65 GiB “não utilizados” no meu SSD principal – onde estão as 11 distros (deletei o Mint, mas os 30 GiB que eram dele continuam lá, reservados, esperando outro uso. Esses 65 GiB não-usados estão no final do meu SSD principal).

Ao reinstalar o PCLinuxOS (no qual fiz besteira demais, de Janeiro 2020 até Agosto 2021), usei uma partição provisória. – Só depois de confirmar que estava tudo Ok, “movi” para (sobrescrevi) a partição onde estava a instalação anterior do PCLinuxOS. – Se alguma coisa não me agradasse, bastava continuar usando a instalação anterior.

Antes de “mover”, ainda montei nele a /home da instalação anterior. – Deu tudo certo – segui em frente.

Gostei da brincadeira! – Quando resolvi testar o MX Linux 21 beta1, fiz a mesma coisa. – Só depois de “aprovar” o resultado, movi para (sobrescrevi) a instalação anterior, MX 19.

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Ah no Windows era usar ativador, esses cleaners como advanced system care, atualizador de drivers e antivírus de quinta kkkk
No linux foi conhecer o Debian, e ler os textos do site do GNU kkkkk(incluindo o debian handbook que nas primeiras páginas ja desanima se a pessoa tiver pelo menos 1 de Q.I pra absorver a filosofia “quadrada”)
Mas foi so isso até pq quebrar outras distros ou fazer algo estilo “youtuber tutor” não cola devido a noção de uso(boa interpretação no que o software pede kkkk)

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Cara… nunca consegui me entender com a “documentação” do Debian, desde 2009 (pelo menos). – Logo optei por usar o Google, e para quase todas as questões, o Arch Wiki sempre me ajudou muito mais. – Por isso, em 1º Janeiro 2017, quando comecei a experimentar distros “não-Buntu” e “não-Debian”, escolhi logo o Manjaro (eu ainda não me sentia capaz de instalar o Arch).

Parece loucura – depois de 8 anos usando só Buntus e Debian, partir logo para o Manjaro – mas o Arch Wiki me deu essa confiança.

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Praticamente a comunidade Linux em geral considera a Arch Wiki unânime pra tudo no mundo Linux, pelo menos em configurações

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O Arch me “mostrou” (por contraste e comparação) um monte de defeitos acumulados pelo Debian – e que se reproduzem nos “Buntus” & seus derivados.

No entanto, o Debian ainda é uma das distros que carregam mais rápido, no meu PC desktop atual – e o PCLinuxOS (rpm) é o único que faz concorrência a ele, no momento.

MX Linux, KDE Neon, não chegam nem perto! – Mageia, Fedora, Void etc., também não.

EDIT - O KDE Neon chega perto, sim.

Médias de Outubro – lembrando que o Swap e as partições /home agora estão em HDD Sata2 velhão (2008):

Debian      23’’
PCLinuxOS   25’’
Neon        27’’
Slackware   31’’
Manjaro     31’’
Arch        32’’
Void        34’’
MX Linux    35’’
Mageia      37’’
Fedora      40’’
openSUSE    42’’
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A pior…

Em 2019, quando estava curioso e instalei o Ubuntu MATE 18.04 para aprender a mexer, fiquei com esse sistema operacional instalado por pouco mais de uma semana sem problemas.
Isso se deu após experimentar o Ubuntu 18 (GNOME) e não me dar bem com ele. Nessa época eu não conhecia muito sobre sistemas Linux em desktop, embora já tivera um contato anterior há alguns anos.

Certo dia, decidi remover um programa que eu havia instalado utilizando o APT e, ao associar o autoremove com um -y, tive uma surpresa: o gerenciador de pacotes removeu o pulseaudio, a interface gráfica MATE, e uma série de outros pacotes que eram dependências de dependência, além é claro, do programa que eu pretendia remover.

Nesse dia, aprendi a inicializar o sistema pela ISO do Pendrive, montar a partição e acessá-la usando chroot, e a verificar um arquivo de log do APT, com o qual pude descobrir que havia removido mais que o necessário.
Também aprendi a não usar confirmação automática sem olhar o que está acontecendo.

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Acho que essa é uma que todo mundo ja fez, ir remover uma pacote / dependencia e…
“Kdê minha interface grafica?” :joy:

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Diz aa lenda que todo app que tem mais de um comando em cli, tem na archwiki kkkkk

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A maior besteira que eu fiz (que me lembro) foi em 2017, quando eu comecei a usar GNOME e tinha o habito de ficar executando apt autoremove, eu não usava Firefox e decidi removê-lo, e o Firefox era amarrado ao ambiente, resultado: removi o ambiente GNOME após o primeiro apt autoremove.
Eu não sabia que isto poderia ser corrigido apenas reinstalando o GNOME, e acabei reinstalando o sistema.

A história se repetiu posteriormente, ao tentar remover o Evolution.

Foi a partir daí que comecei a entender como as coisas funcionavam, e comecei a usar o GNOME mantendo os pacotes que já vinham por padrão.

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