Quais hábitos você acabou adquirindo (ou mudando) com linux?

Recentemente eu percebi que há muitas coisas que eu acabei mudando ao mudar para o Linux,.


Desde coisas mais simples voltadas a produtividade como:

  • Passei a adquirir o hábito de deixar os programas abertos na barra de tarefas com o texto (no lugar de só o ícone) pois com isso eu tenho uma “área” maior para clicar e alternar entre os programas.

  • Também uso a barra na parte superior algo que sinceramente falando de visual me incomoda por quê acho que fica muito poluído, e eu até tento colocar embaixo ou no lado que fica mais bonito pra mim, porém sou mais produtivo com a barra em cima.

  • Hoje me importo mais com a coesão do sistema, ícones, temas, etc…

E coisas maiores, como:

  • Passei a preferir serviços e programas open source (ex: utilizo o simplenote -> no lugar do google keep, bitwarden -> no lugar do dashlane).
  • Passei a me preocupar mais com relação a privacidade que os serviços me oferecem (e pra mim isso nem é questão de eu me importar com meus dados expostos em si, mas sim pois acredito que esses serviços me respeitem mais como usuário).
  • Seguindo um pouco da privacidade, eu passei a ter mais cuidado também com a minha segurança na internet.
  • Me tornei mais minimalista.

Agora queria saber de vocês, algo mudou?

PS: pretendo ir adicionado o que eu mudei mas que por agora eu não me lembro

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  • Passei a atualizar os softwares e o SO com frequência (antes eu nem fazia isso)
  • Comecei a me importar mais com segurança
  • Aprendi a dar mais importância à questão de privacidade
  • Substituí vários softwares de código fechado por softwares Opensource
  • Aprendi a explorar softwares que eu não sei usar ao invés de ficar vendo tutorial ou pedindo ajuda por coisas simples (não vejo problema em fazer isso, mas prefiro aprender por mim mesmo)

:thinking: :slight_smile: :v:

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  • Passei a modificar o sistema.
  • Não uso mais anti-vírus.
  • Atualizo o sistema e programas, com muito mais frequência.
  • Comecei a utilizar ferramentas Open… Como GIMP, FreeOffice, entre outros.
  • Faço parte de várias comunidades de informações e dúvidas.
  • Entro em discussões com usuário Android que teima em dizer que o mesmo não pode ser considerado uma Distro.
  • Passei a utilizar muito raramente o Windows 10.
  • Comecei a utilizar Web Apps.
  • Comecei a formatar o PC várias vezes. Até utilizar VM para realizar testes.
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  • Passei a atualizar com mais frequência (antes eu n atualizava o windows piratão)
  • Comecei a reparar na quantidade de programas que eu tenho instalado na máquina (antes eu tinha praticamente de tudo e não ligava)
  • Passei a me importar com consumo de recursos de hardware ( Pra mim antes se tava fluido tava ótimo)
  • Comecei a personalizar muito mais o SO (Uma das grandes vantagens das distros é poder montar um sistema como você quiser)
  • Aprendi a usar o DuckDuckGo pra sanar a maioria das minhas dúvidas (e procurar os torrentão tbm kkkk)
  • Pela primeira vez eu me senti parte de uma comunidade por usar algo, e a sensação é incrivel
    Meu desk ae
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É… realmente, a vida de distro hopper é complicada. :sweat_smile:

Siiim, outra mudança comigo também foi essa, eu não sei o que o povo pesquisa mas tudo que eu procuro eu acho no DuckDuckGO pesquisando do mesmo jeito de sempre :no_mouth:

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Primeiramente passei a usar softwares originais, tais como jogos;
Comecei a dar uma personalizando sistema (no caso um padrão que eu sempre isso mesmo trocando de interface gráfica);
Também comecei a atualizar o sistema ja que quando usava windows não atualizava.

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1- Comecei a ver a realidade de outro ponto… Mesmo que as pessoas discordem kkkkkk
2- Usar software opensource ou livre
3- Talvez em melhorar qualquer sistema ao inves de piorar
4- Criei um habito de não jogar pcs antigos no lixo kkkkk
5- Criar sempre um backup e talvez nunca confiar no sistema

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  • Passei a atualizar o sistema com muito mais frequência. Os programas eu sempre gostei de manter atualizados, o sistema, praticamente, nunca atualizava;
  • Me preocupo mais em como e de que forma as coisas funcionam no sistema;
  • Maior preocupação com consumo desnecessário de recursos do sistema;
  • Ajudo mais, sempre que possível e dentro das minhas possibilidades, os outros usuários;
  • Procuro tentar solucionar os eventuais problemas que tenho por mim mesmo, antes de buscar soluções prontas. Em outras palavras, deixei de apenas reproduzir, sem saber o que estava fazendo, dá internet. Por exemplo, primeiro leio uma wiki e tento resolver. Depois que recorro a outros meios, com fóruns, youtube etc.
  • fiquei mais minimalista, em relação aos recursos disponíveis. Se não uso, e se possível, tiro fora :grin:
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a única diferença significativa eu diria que é simplesmente não piratear mais nada

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Comigo é um pouco diferente: mantenho, ao mesmo tempo, hábitos diferentes a depender do sistema operacional:



  • Linux: procuro sempre usar software livre.
  • Windows: pirateio até o WinRAR. Entretanto, no que diz respeito a ferramentas que podem ser utilizadas em atividades criativas (processador de texto, programação, desenho, edição de áudio, etc) dou total preferência a softwares livres e multiplataforma.


  • Linux: A área de trabalho fica toda limpa, de forma que o papel de parede fique plenamente visível
  • Windows: Preencho os cantos (parte esquerda, direita, superior e inferior) com ícones de programas, mas a parte central fica limpa para que o papel de parede continue bem visível


  • Linux: Passei a atualizar mais os programas
  • Windows: Mantenho os instaladores dos programas numa pasta e toda vez que formato a máquina eu reinstá-lo esses mesmos programas. Só atualizo o que eu achar conveniente em ter a versão mais nova, como os navegadores, LibreOffice, SMplayer/VLC/MPC (no Windows prefiro usar o MPC por questão de nostalgia) e um ou outro programa que acompanho o desenvolvimento, como Krita.


  • Linux: Não é bem um hábito adquirido porque o Windows nunca me permitiu fazer isso: customizar o ambiente gráfico para melhorar a minha produtividade. Uso o KDE com os painéis configurados da maneira do GNOME 2.
  • Windows: Como o Windows me limita, o que posso fazer é só deixar os programas que mais uso já disponíveis no painel.


  • Linux: Não é bem um hábito porque é consequência: não uso antivírus.
  • Windows: uso antivírus


Não creio que mudei os hábitos por causa do meu uso do Linux. No máximo tive a oportunidade de conhecer mais programas livres, mas cedo ou tarde eu os acabaria adotando, mesmo que não existisse um sistema operacional livre.

Os hábitos diferentes em cada sistema operacionais são devidos às possibilidades ou limitações dos mesmos; por exemplo, gosto muito de por os papeis de parede mudarem de tempos em tempos, fui ver isso pela primeira vez no KDE lá em 2009, mas eu ganharia esse hábito no Windows do mesmo jeito a partir do momento que o sistema operacional da Microsoft ganhasse esse recurso.

Se teve algum hábito que ganhei ou perdi, se deve mais ao meu amadurecimento ou mudança de visão de mundo que adquiri no decorrer dos anos.

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tô ctg nesse comentário praticamente o mesmo aqui

Acabei melhorando em algumas coisas, alguns hábitos e outros não.

Atenção: No Windows eu instalava as coisas sem prestar muita atenção, só quando vinha um anúncio do Avast ou Byte Defence, e tinha vez que nem isso eu ligava. Era só next, next, install.

No Linux procuro fazer as coisas no terminal, e tento memorizar os comandos que eu digito, e fazer isso é muito mais prático do que muitos imaginam.

Antivírus: Eu não sou de usar antivírus, nem no Windows eu usava, pois consumia muitos recursos.

Ctrl+Alt+T: Depois que tu aprende esse atalho, não tem mais volta, vira um hábito.

Pesquiso mais: Eu sempre procuro algo para estudar, ver qual software funciona de maneira semelhante ao de código fechado, e me adapto a ele.

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Para mim, exatamente as duas coisas.

Acho que o destaque nessa parte de hábitos, está na forma que uso a interface gráfica.

Desde cedo eu gostava de customizar. Eu não sabia usar Linux direito e acho que nem era tão chamativo assim na época como é hoje. Então eu customizava o Windows mesmo. Eu instalava o WindowBlinds, Fences, e lembro até do FlyakiteOSX, que deixava o Windows bem parecido com o OSX na época. Customizava os cursores, sons, e ficava por isso mesmo.

Mas quando me estabilizei no Linux, principalmente com Plasma e as aplicações KDE, eu havia criado uma forma de trabalho que me acostumei tanto que eu senti falta quando tinha mexido em Windows 7 um tempo depois. Eu havia configurado três desktops virtuais. O primeiro para programas em geral. O segundo para o navegador de internet e outros que eu usaria em conjunto aos programas do primeiro desktop. O terceiro ficaria como extra, onde eu rodaria jogos e coisas assim, podendo acessar o navegador na segunda área ou o Discord na primeira. Eu trocava entre elas com atalhos do teclado, assim eu poderia gerenciar meu workflow de forma rápida, sem precisar clicar tanto assim.

Outra coisa que me acostumei, é com o menu global no topo. Reconheço que o Mac faz isso bem melhor que o Plasma, Unity ou XFCE mas foi no Plasma que eu mais usei, poupando espaço nas janelas que ficam no topo da tela e honra com a User Experience que eu havia criado para mim mesmo. O próximo passo foi jogar os Ícones para baixo da tela. Primeiro deixei híbrido, como o Deepin mesmo faz, permitindo trocar entre modo fashion e eficiente. Mas com a moda de deixar Ícones centralizados, deixei como dock mesmo

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