Quais as novidades do Windows 11 seis meses depois?

Acho o Windows 11 inovador sim, vamos pensar no usuário médio e não em usuários avançados. Eles nunca foram a fundo de um sistema operacional, nem sabem direito o que é gerenciador de tarefas e nunca usaram abas pra gerenciar arquivos.

Acredito que nesse ponto é sim inovador, ainda mais pensando em um produto mundial e que não tem um nicho específico, ela precisa agradar a todos senão já era.

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A pedido, ativei o Windows 11 nesse notebook Acer:

Fiquei muito surpreendido quando vi que o W11 sobe com mais de 3 GiB de ram… Depois de desabilitar muitos serviços, ele passou a subir com 2,9 GiB… E isso esperando 5 minutos, depois de ligado, para checar no Gerenciador de Tarefas.
Para mim isso é um disparate da Microsoft.

Desculpe a pergunta @Gustavo_Diniz , mas o que seria um usuário avançado no Windows?

Cara, entendo que sejam pessoas que consigam fazer configurações e personalizações no seu próprio sistema, entender e saber onde muda um IP, onde mudar um determinado comportamento do SO. Saber a estrutura de funcionamento das pastas do windows tbm é importante pra um usuário avançado. Claro que isso pode incluir mais coisas, dependendo do mercado que a pessoa trabalha.

Vejo q a grande maioria das pessoas não passa de abrir e fechar pastas e documentos e entrar na internet, não sabendo se quer onde fica o “painel de controle”. Pra essas pessoas acho que sim, o Windows está inovando.

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Na minha concepção esse é o único ponto que o Windows simplesmente não inova a última inovação foi no Windows 7 com as bibliotecas, desde então não só o conceito de bibliotecas foi sendo deixado de lado já no Windows 8, eu sinceramente não vi nenhuma novidade no processo de uso básico do computador, atualmente inclusive tá muito mais próximo do que era o Windows 95 que do próprio Windows 7… É triste mas…

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Vi muita gente feliz da vida porque o Windows Explorer agora vai conseguir abrir pastas em abas, em vez de janelas… Faz tempo que não uso windows e me espantei com essa “novidade inovadora”…

Concordo com você e, tendo em vista a “maneira Android” de interagir com informática em geral, a tendência é cada vez menos pessoas terem interesse em ir além do estritamente básico no uso do sistema.

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A memória tá ali para ser usada. Eu, sendo usuário, só me importo se o computador tá rodando bem e não sobre a quantidade de memória ram que está sendo consumida.
Tenho um notebook com 4GB de ram e com o Windows 10, vejo que o desempenho acaba sendo bem melhor com o Windows do que com distros Linux de modo geral.

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Sim, mas quando você precisa abrir algum programa e apenas sobra Mb’s? Faz o que? Da mesma forma que não adianta usar 300Mb pós boot e dar umas travadas até estabilizar, não adianta nada consumir 3Gb’s ao iniciar e não ter quase nada sobrando para abrir uma suite office e um navegador :slight_smile:

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E inovador apenas para usuários de Windows. O usuário iniciante de Linux já experimentou TUDO que os usuários de Windows estão começando a experimentar agora no Windows 11.

Windows Vista, na verdade, o 7 é apenas um Windows Vista SP3.

Utilizava o Windows 10/11 e ambos demoravam um bom tempo para carregar o meu usuário, no Fedora isso é feito rapidamente.

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No Unix-verso até faz algum sentido, eu tô com 187 MB livre no Linux de 4 GB, apenas 1 GB está sendo usada sendo 500 MB compartilhada e o resto está em buffer/cache (esse eu posso abrir mais programas com ela). No Windows se 3 GB está sendo usada 2 vc nunca vai recuperar, então se você tem 4 GB de RAM, no máximo 2 GB pra apps

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Na real o gerenciamento de RAM do Windows consegue despejar parte dos processos do SYSTEM no PageFile principalmente se estiver sob-demanda, mas o sistema pode sofrer colapso nessa situação(levando em consideração claro sob o armazenamento)
Eu ja fiz testes com uso de 96% da RAM e o sistema consegue abrir e fechar apps com responsividade minima bem dizer, e eu ja tive um topico aq tentando entender o problema de gerenciamento de RAM do Linux(da pra amenizar com certos scripts e configuração)

Bom, na prática, isto é, o desempenho percebido por mim durante o uso no cotidiano é de uma maior fluidez no Windows nas duas máquinas aqui; um Samsung Book (i3 4GB - 256GB SSD) e um Samsung Flash (Celeron 4GB - 120GB SSD).
Vejo que o grande gargalo é o uso do SSD, por isso que no notebook da minha irmã eu acabei instalando o Mint, que roda muito melhor que o Windows em um HDD.

No Samsung Flash eu tentei usar diversas distros Linux, mas nenhuma me atendeu devidamente, por diversas razões.

  • A bateria dura mais com Windows, o que é um problema pra mim porque levo o notebook para a faculdade;
  • Ao assistir um simples vídeo, o computador esquenta de uma forma inexplicável, mesmo com aceleração de hardware;
  • Não sou nenhum especialista em áudio, por isso pode ser impressão minha, mas o som não é tão satisfatório quanto no Windows;
  • No Mint, a distro que mais gostei, meu fone bluetooth ficava desconectando o tempo todo;
  • A qualidade da imagem no Prime Video é outro problema;
  • O aplicativo que mais gosto para tomar notas é o Onenote, não consegui me acostumar com o Joplin, Obsidian e afins;
  • O office 365 é muito bom e o preço é bem atrativo.

No mais, sei que esses problemas podem ser contornados por um usuário mais avançado ou mais curioso, no entanto, eu simplesmente não tenho tempo.

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@Mateus-Franca vejo tanto o Linux/BSD/Windows… Como ferramentas… Tem programas que rodam melhor no Windows, blz… Para min tanto faz, vou usar o que for melhor.
Agora, falar que em um notebook com 4 GiB de ram, o W10 roda melhor …
Sinto muito, mas seria melhor a gente concordar em discordar.

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Sim, eu tenho ciência, só que é lento, muito lento, não é uma lentidão teórica, é perceptível, curiosamente no meu Asus Vivobook eu tive problemas no Windows o Kubuntu fluiu bem melhor, exceto o Prime Video

Pelo que eu entendi seu problema é o suporte a hardware e aplicativos/drivers

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Não é uma questão de concordar ou discordar, é a experiência que eu tive.
E como eu disse, acredito que esses problemas podem ser contornados por um usuário avançado, o que certamente não é o meu caso.

Pelo que li anteriormente, parece que esse é o problema mesmo.
A questão é que eu não tenho disponibilidade ou mesmo paciência para ficar alterando essas coisas. Resolvi testar distros linux não por insatisfação com o Windows, mas por uma curiosidade em testar ferramentas diferentes. No final das contas, depois de cerca de 1 ano, vi que não existem vantagens significativas para o meu uso.
Ademais, continuo acompanhando, mesmo que superficialmente, o que acontece no mundo linux e esperando que alcance cada vez mais usuários, já que a concorrência é fundamental para este seguimento.

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Me referi aos problemas que tive com o Linux:

Existe a versão online e que pode ser usada de forma mais direta, graças a um projeto em electron

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Generalizou quanto pra chegar nesse resultado? Esta contando experiencia propria? Eu ja tive uma NM70i(placa mae) com 2GB rodando Windows 10 tranquilo(isso e uma experiencia exclusiva que eu tive, como sou usuario mais avançado essas limitações são o menor dos problemas)
Não existe equipamento igual então cada um da um resultado com o sistema generico

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Eu tentei, mas infelizmente o fato de demorar bastante para carregar, aliado a não poder usar offline, torna a ferramenta bem incompleta para as minhas necessidades.

As distros de Linux sofrem em um ponto e outro de compatibilidade com hardware, porque não são o padrão de mercado; mas, nesta questão, têm evoluído muito. Só o fato de a maioria ser um sistema completo capaz de rodar direto de um pendrive põe os sistemas Linux à frente do Windows.

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