Fui ver esses dias e o preço do Vision R15m estava com um preço bem interessante pelas configurações dele.
Alguém do fórum que comprou ele e usou a versão de Linux que vem de fábrica ou até mesmo trocou o sistema por outra distro, como tem sido a experiência de vocês? em questão de durabilidade da bateria, acabamento, compatibilidade e eficiência com jogos e outros programas no dia a dia?
Cara, no geral eu gostei do notebook e considero um bom custo-benefício. Peguei o meu por volta de 1880 reais (Ryzen 5 com 8GB) e, na minha opinião, até uns 2100 ainda dá pra considerar a compra, mas acima disso, talvez seja melhor olhar outras opções (depende da versão que você tá olhando também, tô falando em relação à minha).
Em termos de performance, ele não deixou nada a desejar para o uso do dia a dia, não tinha muito como errar com as specs dele. A bateria é meio meh, dura um pouco mais de 4h no modo de economia, o que podia ser melhor, mas como eu uso mais na tomada mesmo eu não me incomodei muito. A construção eu achei ok também, pelo visto teve uma melhoria em relação ao Vision R15 original. Eu achei ele bonitinho também, ele é um preto fosco que eu acho bonito, mas suja muito muito muito fácil.
Agora uma coisa que foi ■■■■ foi essa minitela, tentar fazer ela funcionar no Linux me fez repensar as escolhas que eu fiz na minha vida algumas vezes kkkkkkkk. Era melhor nem terem colocado essa bomba no notebook, eu faço é deixar desligado lá no aplicativo, não vi serventia nenhuma nessa funcionalidade.
No final das contas, acho que depende muito do preço que tu conseguir achar. No geral eu achei o notebook bom e entrega um custo-benefício legal, mas ainda assim eu não consigo recomendar ele pra você, por causa da marca e tal. Acho que recomendar ele é equiparável a ficar recomendando kit xeon por aí kkkkkkkkkkkkkkkkkk. E faz pouco tempo que eu peguei ele, então não sei se vai manter essa qualidade no longo prazo. Tenta garimpar uns cupons aí e pensa com calma, nada vence o homem paciente.
É o que acontece quando tu fica fissurado em uma distro kadskakdaksd
Infelizmente sem sucessos por enquanto, fiz dual boot no meu pc atual colocando Manjaro em uma partição e Debian na outra, o app da minitela abre normalmente no Debian (Óbvio que meu note não tem essa mini tela, mas ao que tudo aparenta, parece estar funcionando)
Instalei o debtap pra converter o .deb num pacote pra instalar com o “pacman -U“ e eventualmente ele instala porém resulta nisso aqui ao tentar iniciar:
~ /usr/share/minitela/minitela ✔ Nenhuma porta serial encontrada. open: No such file or directory Porta serial inicializada com sucesso! Sending brightness data: 0x41 0x48 0x80 0x9 0x0 0x90 0x80 0x0 0x7 0x0 0x0 0x0 0x64 0xe2 0xcb 0x4d 0x49 Serial port is not open! dpkg-query: no packages found matching minitela zsh: segmentation fault (core dumped) /usr/share/minitela/minitela ~ SEGV ✘ 4s
Provavelmente uma das mensagens de erro menos úteis que ja vi. Até tentei instalar o gerenciador de pacotes de Debian no Arch (um crime) mas sem avanços.
Acho que a solução mais direta é manualmente enviar esses Bytes aí pela porta serial por meio de um script com alguma biblioteca. Fazer engenharia reversa em todos os comandos que o app da minitela faz não é dificil (eles aparecem caso você execute o app pelo teerminal) mas seria trabalhoso.
To juntando há algum tempo, vou tentar pegar a versão de Ryzen 7 5825U com 8GB quando for possível. A outra opção era um vivobook com o mesmo processador, mas que tinha um dos slots soldados e tinha tela TN, fazer oq. Se bem que qualquer coisa já é um upgrade já que não pretendo rodar um Cyberpunk, no máximo um minecraft com shader leve.
Sinto muito que passou por todo esse sufoco pra fazer a tela funcionar :,) não consigo imaginar o quão grande era o incomodo de comprar algo que não funciona e não poder desativar kaskda
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk eu tinha tentado fazer algo assim no fedora e tinha dado o mesmo erro. Eu acho que tem umas coisas lá que são hardcodadas pra rodar nas distros baseadas no debian e no gnome também, uma pena. Mas ainda há esperanças de fazer funcionar.
Muita coisa que eu falei foi baseada no meu modelo, e como esse que você tá atrás tá num preço bem diferente do meu, acho que muda bastante o custo-benefício. Ainda assim, acho que ele continua bem competitivo, por causa da vega 8 e tal, o processador tem uma melhoria significativa também.
E quanto à questão da minitela, foi sofrido mas eu até que me diverti um pouco tentando fazer ela funcionar kkkkkk. O problema mesmo foi a falta de suporte oficial da Positivo quanto aos usuários de Linux, isso daí que foi o ■■■■. Não custava nada divulgar o driver, e nem isso eles fizeram.
Também estou de olho no Positivo Vision R15M para um projeto pessoal. Pelo que notei, vou precisar de muita memória RAM, então estou juntando grana pra pegar um modelo com Ryzen 7 e 32 GB de RAM. Fico na expectativa de que eu consiga fazer a mini tela funcionar em outras distros também.
Esse Segmentation Fault que você encontrou é um clássico conflito de “DNA” entre distros. O binário desse app foi compilado esperando encontrar exatamente o ecossistema do Debian (como versões específicas da biblioteca glibc e o utilitário dpkg-query). No Manjaro, as coisas estão em lugares diferentes ou em versões mais novas, e quando o app tenta acessar um recurso que não encontra, ele entra em colapso e o sistema derruba o processo por segurança.
A boa notícia é que existe uma solução muito otimista e prática para isso, sem que você precise de engenharia reversa ou de quebrar a cabeça com conversão de pacotes: o Distrobox.
A ideia é simples: o Distrobox permite que você crie um “espaço” Debian estável rodando dentro do seu Manjaro. Você instala o .deb nativamente dentro desse container, e o app vai rodar achando que está no ambiente original da Positivo, com todas as bibliotecas e ferramentas (como o dpkg) que ele precisa para não dar erro. O melhor de tudo é que o Distrobox integra o app diretamente na sua interface, então você consegue abrir a minitela pelo menu do Manjaro como se fosse um app nativo, com acesso total ao hardware e à porta serial. É o jeito mais elegante de manter sua distro favorita.
:0 já tava pensando em fazer a rota mais “Gambiarra” e enviar os comandos via “monitor serial” diretamente pra minitela kkkk
Nunca usei o distrobox, vou dar uma olhada nele hoje.
Sobre a questão de ram, já tô pesquisando muito sobre esse modelo pra comprar outro pente de 8GB pra rodar em dual channel, parece fornecer um boost beeem grande na GPU integrada dele, principalmente por ser Radeon (foi o que entendi)
Aliás, cuidado pra não demorar demais….o preço da RAM tá subindo :,)
Não cheguei a ter problemas em relação ao som, funcionou normalmente no Linux sem precisar de nenhuma configuração adicional. Em relação à tela, ela é IPS Full HD e é um dos pontos que mais me surpreendeu no notebook, já que os outros do mesmo preço a maioria são tela TN.
Pois é, eu tinha pensando no distrobox como solução também, o chato é que teria que deixar um container do ubuntu rodando o tempo todo no pc. Não achei a testar, mas provavelmente essa abordagem funciona mesmo.
Deixar um container inteiro rodando só por causa da minitela é meio exagerado mesmo. Uma saída bem mais direta e leve é extrair o conteúdo do .deb manualmente para uma pasta na sua Home e rodar o binário apontando para as bibliotecas dele (usando o comando LD_LIBRARY_PATH). Assim, o app roda nativamente no seu Manjaro, sem nenhum processo “fantasma” do Ubuntu pesando no fundo, e só consome memória no momento em que você realmente abrir o programa. É uma solução muito mais limpa e rápida, o que acha dessa ideia?
Acho que esse é o caminho ideal mesmo. O problema é que eu tenho quase certeza que tem muita coisa do gnome hardcodada no código, eu lembro que em uma hora aí pediu pra eu baixar a extensão de AppIndicators quando eu tentei (e falhei miseravelmente) configurar a minitela no fedora. Parando pra pensar, provavelmente isso anula a possibilidade de usar o distrobox também, já que tem que tar no gnome e tal. Acho que não vale o esforço, tem muita coisa hardcodada.
Estranhamente eu consegui rodar o app de boas no Debian só que usando XFCE ao invés de GNOME…
Provavelmente o aplicativo tem alguma dependência de alguma biblioteca que é instalada automaticamente pelo .deb, mas que não acontece ao tentar instalar o pacote em .rpm ou em .pkg em outras distros.
Estou usando o notebook desde o dia 21 de janeiro de 2026 que foi quando ele chegou, mais especificamente a versão de 8GB de Ram / 256 de SSD / Ryzen 7 5825U.
Até agora não encontrei grandes problemas usando o Linux nele (Manjaro+XFCE)
A minitela não vem funcionando de fábrica mas é possivel instalar o pacote e configurar pra funcionar, tem até um guia pra isso no fórum.
O processador esquenta se você rodar algum jogo 3D que use shaders ou uma iluminação mais realista, mas vai ser mais difícil de acontecer em tarefas básicas.
Não sei se é um problema no lote, mas o meu modelo em específico veio com um chiado estranho vindo de dentro do teclado, algo que outros compradores também tiveram, no momento não consigo mandar pra garantia por ser o unico notebook que tenho acesso ://
Está tudo subindo rápido de preço em informática. Pelo que tenho pesquisado, os Vision R15, i15, R15M e i15M parecem ser as opções mais em conta no momento quanto a comprar um notebook novo de fábrica.
Desconsiderem os Positivo das linhas C, Motion etc. porque são muito limitados e montados com componentes tão peculiares que alguns têm problemas de compatibilidade com as principais distros.
Esses Vision R e i são notebooks montados com componentes usuais. Esta semana, num combo de promoções, era possível comprar um Vision com Core i3 N300 a R$ 1.800 parcelados em 10 vezes no cartão. Modelo com a tela IPS, 8 Gb de RAM e SSD de 256 Gb.
Não há modelo da ASUS nem da Lenovo dos mais baratos que ofereça isso: são de tela TN, 4 Gigas de RAM e, com sorte, podem oferecer 256 Gigas de SSD (normalmente são só 128…). Sendo que os notebooks da ASUS têm componente de RAM soldado…