Poderiam me dá Insights para entrar na área?

Oi, pessoal! Tudo bem? Queria tirar uma dúvida em relação ao mercado de trabalho na área de tecnologia.

Me formei em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, e durante a faculdade sempre ouvi da comunidade que só o diploma não era suficiente para conseguir um emprego. Concordei com isso e comecei a buscar conhecimento por fora.

Inicialmente, fui para a área de programação. Aprendi front-end, back-end, deploy, entre outras coisas. Minhas principais stacks sempre foram ReactJS, Node.js e JavaScript puro, que usei em alguns projetos mais simples. Consegui montar um portfólio — que considero modesto — mas consegui desenvolver, por exemplo, um site de hamburgueria com carrinho de compras responsivo, seguindo as boas práticas que geralmente se exige hoje em desenvolvimento web.

Apesar disso, percebi que o mercado é muito competitivo e conseguir uma vaga tem sido extremamente difícil.

Por isso, mudei um pouco o foco e comecei a estudar Análise de Dados, fiz alguns projetos nessa área também. Depois, mergulhei no mundo Linux. Hoje, meu sistema principal é o Arch Linux, e também mantenho um servidor com Ubuntu, que uso para praticar cibersegurança e redes de computadores. No momento, estou estudando protocolos como TCP/IP, ARP, entre outros.

Meu foco no Linux é entender o sistema a fundo — não apenas usá-lo, mas entender como ele funciona internamente. E o Arch Linux exige esse tipo de conhecimento mais profundo, o que me motivou ainda mais a estudar processos internos, gerenciamento de pacotes, permissões, serviços, etc.

O que me deixa frustrado é que, mesmo com todo esse esforço, não consigo uma vaga — nem mesmo como técnico de informática.

Minha dúvida é: será que ainda falta aprender mais? Ou o problema pode estar em outro ponto, como soft skills, networking ou portfólio mal direcionado?

Vou te contar uma história… Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência…

Era uma vez um jovem que amava o código. seus olhos brilhavam com cada linha escrita. Quando se formou em analise de sistemas, todo empolgado conseguiu um trabalho que não era o ideal, mas que pela ótica dele seria o kick-off da carreira… Ele trabalhou por longos anos em grandes empresas no eixo Rio-São Paulo, trabalhando para empresas nacionais e estrangeiras… Sempre atrás de sua baia solitária, ganhando bem aquém do que ele julgava ser merecedor, sentia que não era aquilo que ele imaginava. Com o passar do tempo, foi vendo cada vez mais as condições de trabalho destes lugares piorar, com prazos e exigências cada vez maiores… viu colegas de trabalho “surtarem” pelo excesso de trabalho em uma época que a palavra burnout não existia…

Um dia, já nos anos em que o seu corpo já dava claro sinais de cansaço, ele conheceu um jovem, que lhe apresentou uma startup moderna, com condições inacreditáveis. Uma empresa que não exige presença, onde você vem ao escritório se você quiser, há dentro da empresa uma sala com videogames, confortáveis sofás, uma esteira para caminhada… E por incrível que pareça, há uma maquina de Chopp disponível para quem quiser e quando quiser. Uma filosofia de trabalho que é focada na qualidade do trabalho, não nas horas trabalhadas. É claro que com tudo isto vem a responsabilidade de entregar projetos, mas, sem a pressão que as empresas tradicionais trazem ao funcionário. E mais, sem chefes ou encarregados!

É curioso como o tempo vai moldando negócios, hora destruindo e hora criando e erguendo impérios. O jovem da startup não era brilhante, e como ele mesmo se definiu, era um programador mediano, que teve uma ideia, e aliada ao seu excelente network pessoal, conseguiu recursos para criar uma startup com uma proposta diferente para um segmento de mercado que por anos vem sendo castigado por um modelo de trabalho arcaico e ultrapassado.

Nas palavras deste jovem empreendedor, “o Olimpo só é reservado aqueles que tem a coragem de se arriscar a se jogar na escuridão das possibilidades. Afinal, a diferença entre a loucura e a genialidade está no resultado.”

Espero que esta história possa acender novos caminhos em sua jornada.

Vida longa e próspera! :vulcan_salute:

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Já me frustrei muito com a busca por emprego. Atualmente acho mais produtivo buscar clientes. Para isso, precisamos pensar numa forma de traduzir nosso trabalho ao cliente final, estudar um pouco de marketing para aprender a comunicar isso de forma acessível e ajustar o mindset para vendas para conseguir espalhar o nosso trabalho para o maior número possível de pessoas sem se frustrar com os vários “nãos” que receberemos. Se para cada 100 prospecções, uma fechar negócio, então precisamos dar um jeito de otimizar a prospecção para alcançar 1000 pessoas.

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