Os 10 ambientes gráficos mais populares do mundo Linux

Isso é justamente uma das coisas que eu NÃO curti! :sweat_smile:

Pra mim é indiferente, pois desconheço a função e usabilidade de ambos! rsrsrs
Suspeito que seja algo parecido (ou estou completamente enganado) com um lançador de apps e, pra isso, uso o uLauncher.

Sim, já vem com ambos instalados. Até testei o bspwm após meu último comentário ali acima, mas também mal consegui fazer alguma coisa. Prefiro continuar no bom e velho Manjaro XFCE (que já estou mais do que habituado) e no Archcraft com openbox (que estou me habituando bem devagarzinho, sem pressa alguma). :wink:

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Cara, gosto muito do Android e não vejo similaridade alguma entre ele e o Gnome! rsrsrs
Mas consigo te entender em relação à sua completa antipatia. rsrsrs

Eu acho interessante esse tipo de comentário. A herença do Windows vai ficar por muito tempo na cabeça das pessoas. Meus filhos de 5 e 8 anos nem sabem o que é windows, eles usam Arch Linux com o Plasma personalizado com tema de cartoon e muito colorido.

Qual é o SO mais usado no mundo?

Android! E não tem nada a ver com o Windows.

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o android,não tem nada a haver com o Windows mesmo,agora KDE Plasma,isso é bacana,eu gosto do KDE,mas nos museu que tenho aqui em casa só rodo XFCE mesmo…mas eu acho o Gnome,uma prisão,um elevador fechado,ele me lembra o android porque fica passando aqueles icones aplicativos de um lado a outro como se fosse o Lay out de um smartphone.

Acredito que o Gnome está resolvendo uma ambição do Ubuntu, que é atender os SmartPhones, só o fato da Canonical ter abandonado o Unity como DE principal é um sinal de que as coisas pelo o Gnome devem ter uma aceleração maior.

O Gnome é um proposta única, com caminho e desafios próprios. Ele por exemplo resolver um monte de coisas em relação a resolução de telas. Mas como é único depois que o usuário aprender a usar dificilmente se adapta a outro conceito.

pra Smartphone,mesmo,porque pra Desktop,nada a haver.ainda bem que existem outros Ambientes Desktops,isso é que é democrático.

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Sim sim, isso é ótimo né? Ainda temos que lembrar que o Windows 8 tentou fazer isso, levar a mesma interface do desktop para o Smartphone e os usuários não gostaram. A Apple acertou em investir na integração dois 2 ambientes, compartilhando os recursos e integrando o smartphone com o MacOS. Acho incrível como o Iphone é uma extensão do M1 por exemplo.

Você pode acoplar o Iphone e usar câmera, whatsapp, mensagens, área de transferência e tudo mais.

Acho que isso que a Apple fez é muito mais produtivo do que querer um SO só para os dois hardwares.

Particularmente tenho esperança que o KDE Connect consiga cumprir esse papel que a o MacOS e o IOs tem.

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Gosto muito do Xfce, mas, utilizo mais o Gnome. quando instalo em novos usuarios o xfce é muito eficiente.

Sinceramente nunca gostei das DE, depois que descobri o unixp*rn e a produtividade, leveza que as WM dão, até agora nunca larguei essa maravilha de BSPWM :P.

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Comecei instalando o Kurumin, em 2007, e demorei quase 10 anos para formar uma noção mais nítida do que é “DE” – ou “Kernel”, “GTK”, “splash”, “alsa”, gerenciador de janelas, gerenciador de exibição etc.

O KDE 3.5 ainda não tinha tantas configurações – mas o Kurumin tinha um Menu gigantesco, com trocentas mil configurações, espalhadas por quase todos os submenus. – Quando eu conseguia encontrar 1 configuração para solucionar alguma dificuldade específica, eu anotava num caderno, passo-a-passo, como chegar até lá, e o que fazer.

Só no “primeiro nível” do Menu K, havia 4 grandes grupos de configurações:

  • Configurações do sistema (KDE)
  • Sistema
  • Painel de controle do Kurumin
  • Redes e acesso remoto

afora outras configurações nas seções “Escritório e utilitários”, “Multimidia”, “Internet” etc.

Era “fácil” (rs) – porque o Fórum do Clube do Hardware tinha solução para tudo! Bastava uma Busca rápida – mas anotar no caderno facilitava ainda mais, pois instalei o Kurumin, pelo menos meia-dúzia de vezes, conforme o antigo “método Windows”, de “zerar” e começar de novo.

E para cada tarefa, o Kurumin oferecia pelo menos 3 ou 4 ferramentas diferentes! – Lembro que, só para instalar / atualizar pacotes, por exemplo, havia nada menos que 4 utilitários: – o Adept, o KPackages, o Synaptic e os Ícones Mágicos.

O Kurumin foi descontinuado, meu novo PC em 2009 tinha hardwares que ele não reconhecia – e pesquisando no Fórum GdH concluí que o Kubuntu seria a alternativa mais “familiar” para usuários do Kurumin. – Criei 2 partições (além do Windows), instalei o Kubuntu em uma delas, e na outra comecei a experimentar Debian, Mint, Ubuntu, BigLinux etc.

O Kubuntu foi uma bela surpresa pela “simplicidade” (rs): – Um menu “enxuto”, bem organizado, com cada coisa no lugar mais “lógico” (ou “mais intuitivo”?) – mas com apenas 1 aplicativo para cada tarefa… o que às vezes me deixava com uma sensação de ter “perdido” alguma coisa.

Ubuntu (ainda com Gnome), mal consegui usar por alguns dias: – O Menu não tinha quase nada, das “ferramentas” que eu procurava.

Gostei do Mint Xfce, do Mint Cinnamon – e bem menos, do LXDE e do MATE, que me pareceram meras “graduações” entre o "mais " (Cinnamon) e o “menos” (Xfce), embora o MATE apresentasse um enfoque meio “diferenciado”, na organização da barra superior. – Mas como eu queria “ver” as várias alternativas de DE, não quis perder tempo com “pequenas diferenças” naquele degradê progressivo entre o “mais” e o “menos”.

Também fiz (pelo menos 1 vez) a experiência de instalar o Debian com vários DEs, para ver se aprendia mais rápido as diferenças entre KDE, Cinnamon, Xfce, LXDE, MATE e Gnome – mas logo percebi que a mistura gerava um monstrengo, com coisas demais. – Por exemplo, no Menu, apareciam vários “nomes repetidos”, tipo, “Editor de texto”, ou “Gerenciador de arquivos”… e era inviável tentar adivinhar qual deles era o que eu queria.

Estou chutando, claro! Não lembro agora quais eram os “nomes repetidos”. – Só lembro, com certeza, que o Cinnamon sempre teve o péssimo hábito de pegar algum aplicativo, fazer algumas alterações, e… mudar o “nome”. – Hoje, sei que o “mintUpdate” (por exemplo) é o próprio Synaptic, estripado e descaracterizado, até o ponto de ficar irreconhecível – e só percebi isso depois de vários anos, pois tudo que o “mintUpdate” faz, aparece no “histórico” do Synaptic; e além disso, suas ações ficam identificadas como “Synaptic” em alguns logs do apt, ou do dpkg (não lembro exatamente qual).

Também fiz várias experiências de “instalar o Gnome” no Kubuntu – e de instalar o KDE no Ubuntu – e foi aí que comecei a “ver” a avalanche de dependências (Qt ou GTK) que “engordavam” o sistema operacional, em um caso, e no outro.

(Alguma mistura ou “bloat” é inevitável, pois uso Gimp, GParted etc., mas a quantidade de bibliotecas GTK é relativamente pequeno).

Outra coisa que hoje me parece inacreditável: – Demorei vários anos, para “descobrir” que o “Menu K” pode ser trocado, com 2 ou 3 cliques! – O “Menu K” padrão do Kubuntu era a coisa que mais me incomodava no KDE, com aquela “navegação em zigue-zague” para explorar os sub-menus. – E o Menu do Cinnamon era uma das coisas que mais me atraíam nesse DE. – Demorei muito a “descobrir” que bastava trocar o Menu padrão do Kubuntu pela alternativa “em cascata”.

Para “botar ordem na bagunça” – pois eu já não sabia mais o quê eu tinha configurado no Kubuntu – em 2015 eu instalei um 2º Kubuntu, e fui configurando tudo, item por item (e anotando no caderno), até ficar “igual” ao primeiro.

Em seguida, substituí o “2º Kubuntu” pelo Mint Cinnamon – e tentei fazer a mesma coisa: configurá-lo, até ficar “igual” ao meu Kubuntu principal. – Impossível (claro!), mas foi assim que, finalmente, formei uma noção mais nítida do significado de “DE”.

(Até então, eu ainda confundia “DE” com “interface gráfica”, como foi destacado no artigo que encabeça esse tópico).

Eu nunca consegui lidar bem com download de fotos da câmera Sony e do celular WindowsPhone (WP8), via cabo, no Mint Cinnamon. – Funcionava perfeitamente no Windows e no Kubuntu – mas no Mint Cinnamon, acho que nunca consegui, apesar de ter investido horas e horas, dias inteiros, pesquisando, instalando pacotes, tentando configurar.

A simples instalação do Dolphin no Mint Cinnamon causou um revertério descomunal – disparou o “uso inicial de Memória RAM”, pois instalou (e ativou!) toda a suíte PIM-Baloo-Akonadi. – Foi depois dessa “experiência” que desisti definitivamente do “namoro” com o Cinnamon (com certa “dor no coração”, rs).

O que mais “doeu”, foi abandonar o Nemo – único gerenciador de arquivos que me permitia manter 1 velho hábito do “Explorer” do Windows XP: – Adicionar algumas colunas “Exif”, e clicar no cabeçalho delas para ordenar imediatamente as imagens pela “Data da foto” ou pela “Câmera utilizada”, por exemplo. Isso era importante, porque eu trabalhava intensivamente com fotos “originais”, de diferentes colaboradores, agrupadas por “temas” comuns; e os dados Exif são uma fonte fundamental de informações (quase um “CSI”). Às vezes, um fotógrafo embaralha suas lembranças, e os dados Exif permitem corrigir eventuais confusões.

Mas, em todos os outros aspectos, o Dolphin dá de 10 x 0 no Nemo, e em todos os demais gerenciadores de arquivos. – O pior caso que lembro, era um FM cuja configuração afetava todo o DE (não lembro quais).

Ter 2 DEs (ou vários) também causa alguns conflitos de configuração. – Por exemplo, configuro clique-único no KDE, e isso causa duplo-clique em outro DE – e vice-versa.

(Também lembro um caso de um DE em que, só de abrir o PSensor, para monitorar a temperatura da CPU, imediatamente a temperatura começava a subir, tresloucadamente. – Felizmente, bastava minimizar o PSensor, para voltar ao normal… mas minimizado, ele era inútil. – Documentei isso num Debian com vários DEs).

O último DE que ainda experimentei algumas vezes (após desistir do Cinnamon), foi o Xfce – porque até certa época, algumas distros não ofereciam ISO com KDE. – Várias vezes, instalei distros com Xfce, MATE, Cinnamon (e documentei), para em seguida instalar o KDE, e tentar remover o DE original. – Mas depois, enjoei disso, e parei de tentar.

(Com aquelas experiências, também aprendi várias coisas úteis sobre o KDE: – Por exemplo, quais “módulos” são necessários para adicionar certas seções do KDE System Settings – que não apareciam automaticamente, em algumas distros “modificadas” a partir de outros DEs)

Uma experiência que me ajudou a “compreender” o KDE, foi a de executar várias sessões Live de distros com Cinnamon, Xfce – e instalar “apenas” o Dolphin + as dependências necessárias para adicionar a ele a pré-visualização de vários tipos de arquivos – JPEG, TIFF, vídeos, KML, DOC, ODT etc.

(Isso também me ajudou a “ver” as diferenças de empacotamento entre Debian / Buntus, com centenas de dependências – e Arch, PCLinuxOS etc. com pouquíssimas dependências).

Ao longo desses anos, experimentei um número bastante limitado de distros – mas procurando cobrir todos os antigos “ramos” da “árvore de distros Linux”, em vez de perder tempo demais com mil pequenas “variações”. – Da base-Buntu, por exemplo, foquei mais no Kubuntu, Mint, KDE Neon. – Do Debian, me concentrei no Devuan e no MX Linux. – E com isso, pude me dedicar um pouco mais ao openSUSE, Arch, Fedora, PCLinuxOS, Mageia, Slackware, Void, Redcore (e mais algumas, que abandonei). – Com isso, consegui adquirir uma “visão geral” do KDE, sem ficar ofuscado pela “implementação” que uma ou outra distro faz do KDE.

Durante muito tempo, por exemplo, o Kubuntu instalava, por padrão, o KDE “completo”, com todo o PIM-Baloo-Akonadi, e o uso inicial de Memória RAM era de 800 MiB, na época (e várias distros ainda agem assim). – Um dia, o criador do Kubuntu e sua equipe se desentenderam com a Canonical, foram para a KDE e.V., e lançaram o KDE Neon – que não instalava aquela tralha toda, por padrão, e iniciava usando apenas 400 GiB RAM, na época.

(Não é possível comparar aqueles números com os atuais, pois eu usava uma ferramenta específica, o Conky, que hoje usa outro cálculo; e além disso eu “media” o uso inicial de RAM com Dolphin, PSensor etc. abertos automaticamente no início da sessão. Enfim, meu PC tinha só 4 GB RAM, e as distros automaticamente usavam menos RAM. Hoje, as distros “aproveitam” que tenho 16 GB RAM, e usam mais RAM. Enfim, todas as distros tendem a aumentar o uso de RAM com o passar dos anos. Por outro lado, o KDE foi se tornando mais “econômico”, e dizem que o Gnome também).

Outra coisa interessante, foi “ver” como algumas distros vêm configuradas para instalar “tudo” (e mais um pouco), como o Mageia, o openSUSE, o Debian – enquanto outras instalam o mínimo (PCLinuxOS Darkstar) – e em outras, é você que instala, só o que realmente quiser (Arch Linux, Void Linux).

E por falar em “excesso de configurações” do KDE… “confusão”… “dificuldade para o iniciante” etc. – No Kurumin, até 2007, era muito mais confuso (embora o KDE fosse mais simples na época) – e por isso, tratei de anotar em um caderno o “caminho” para cada configuração que fosse relevante para mim – e tratei de ignorar o resto.

Depois, passei a fazer anotações em arquivos TXT – e tentar reunir o principal em postagens de blog. – Continuei focando apenas no que era relevante para mim – e continuei tratando de ignorar todo o resto.

Isso tem dado certo, porque há mais de 10 anos parei de ficar futricando por toda parte. – Configuro só o que me interessa (e já sei como). – E se por acaso resolvo tentar alguma coisa diferente, trato de fazer capturas de tela “antes & depois”, e anotar o resultado… e se não der certo, desfaço na mesma hora (e também guardo as anotações).

O resultado ainda é um número grande de configurações personalizadas – mas são as mesmas, ano após ano, distro após distro – e estão aprendidas, já sei “de cór”, estão anotadas, capturadas etc.

E quase não faço distro-hopping. Vai fazer 4 anos que montei meu PC atual e instalei openSUSE, Fedora, KDE Neon e PCLinuxOS (que continuam instalados). Depois, com calma, fui instalando as outras 8 distros – do total de 12 distros em dualboot / multiboot que mantenho até hoje. – A maioria delas, são as mesmas que eu já tinha no meu PC anterior. – As “novidades” foram poucas. Eu tinha Devuan no antigo PC, e no PC atual optei pelo MX Linux. Desisti do Mint + KDE, e instalei o Redcore (base Gentoo). Desisti do Kubuntu em 2019, e aproveitei para instalar alguma outra distro, das que uso até hoje.

Todas com KDE – e com as mesmas configurações – que são mais ou menos as mesmas, há vários anos.

Não consigo mais “me perder”, porque “sinto” a falta de cada uma delas, só de começar a usar. – Algumas configurações, faço logo no início da sessão Live. Outras, faço nas primeiras horas após a instalação. E outras, vou fazendo nas semanas e meses seguintes, a cada vez que me deparo com aquilo pela primeira vez.

Isso inclui “quais aplicativos preciso instalar” (se já não vieram por padrão). – É quase automático, instintivo, intuitivo. – Ao abrir o Dolphin, configuro para ficar como quero que fique (algumas coisas, logo de início; outras, nas horas e dias a seguir). Ao abrir o Gwenview, o Kate, o Konsole, idem, idem.

Como disse, o número de configurações, pacotes a instalar etc. ainda é muito grande (embora eu não mexa em 95%, “o resto”), mas basta eu começar a trabalhar, para lembrar que “falta” configurar uma coisa, e outra, e outra – e lembro como fazer.

A “aparência” importa, claro – e as distros ficam tão “iguais”, que dependo o wallpaper e do Conky para lembrar “qual distro estou usando” – mas a maior parte das configurações, são de “usabilidade”, de acordo com meus hábitos de trabalho, e com os recursos que me ajudam a fazer mil coisas no menor tempo possível.

Nenhum outro DE se compara ao KDE, nesse aspecto – pelo menos, para mim.

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