Onde está o Ubuntu MATE 25.10? E o Unity?

Há uma discussão no fórum do Ubuntu MATE sobre os porquês da a edição 1.28 não estar ainda adotada por Debian e outros projetos influentes. Parece que não está madura, tem instabilidades.

Por outro lado, o Xfce 4.20 conta com a boa aceitação esperada. A casa parece bem arrumada no projeto do Xfce. O OpenSUSE Leap 16 até oferece uma implementação do Xfce em Wayland. É marcada como Beta, mas não deixa de ser um sinal de confiança.

XFCE é um dos mais confiáveis que tem, simplesmente funciona na maioria das vezes, uma vez implementado o Wayland não terá nada “faltando”. Tem até a “gambiarra” de substituir o XFWM pelo i3wm e roda perfeitamente, o bicho é bastante flexível.

Em se tratando do Xfce, posso dizer: lenda.

Infelizmente ele tem uma má gestão de recursos, então, embora inicie consumindo poucos recursos, esse consumo aumenta facilmente, sendo que inclusive a equipe do Zorin abandonou a versão Lite, que usava Xfce.

A equipe do Zorin abandonou a versão Xfce por ver avanços substanciais no uso de recursos pelo GNOME e, admitindo ser um time pequeno, para concentrar esforços e recursos na “linha principal” de desenvolvimento.

O que se clama sobre “superioridade de uso de recursos” do Plasma pode ser verdadeiro, mas, ao que parece, não se reflete numa pá de testes comparativos de consumo de RAM e processador entre ambientes gráficos, daqueles com que topamos frequentemente no YouTube em canais sobre Linux e Open Source.

Nesses testes, LXQt e Xfce continuam tendo resultados melhores que Plasma, sob diferentes condições de uso.

Zorin com seus plugins e efeitos visuais, acabam deixando o Xfce mais pesado desde a inicialização.

Muito estranho…

Concordo contigo, tanto é que aguardei muito pelo Unity 8… existia muito haterismo ao Unity, o chamando de lento, bugado e afins; geralmente por pessoas usuários do Gnome padrão… Ubuntu por causa do Unity, e não por causa do Ubuntu em si, foi por muito tempo “sinônimo” de Linux.

Se nunca existiu padrão, nem existirá, ao menos tínhamos algo no mercado que todos, ou pelo menos grande parte, sabiam do que se tratava. Poderia não saber pronunciar “Ubuntu” , mas via a barra de aplicativos à esquerda, aquele padrão de cores característico e sabiam que era Linux.

E para o uso em PC e notebooks por muito tempo foi a distro e interface ideal para sistemas OEM; sempre achei muito mais comercial, até mesmo que o meu preferido KDE Plasma, O Ubuntu com Unity… O atual Ubuntu tenta manter a essência de outrora, mas o Gnome dificulta algumas coisas.

MATE tbm mostra qualidade nesse segmento, se bobear melhor que o XFCE