O que o CEO da System76 tem a dizer sobre o futuro do Pop!_OS

Confira o post completo no blog: https://diolinux.com.br/linux/system76-carl-richell-entrevista.html

No final do ano de 2020, entramos em contato com a System76 para entendermos melhor os planos da empresa para o Pop!_OS e os computadores fabricados pela mesma em 2021. Naquela época ainda não tínhamos conhecimento do que viria a se tornar o GNOME 40, por este motivo, não fizemos perguntas sobre a nova versão da interface e a sua futura adoção no Pop!_OS. Depois de alguns meses de comunicação breve e espera, recebemos as palavras da Carl Richell, CEO da System76, a respeito das nossas questões. System76 e Pop!_OS estão mirando por voos mais altos Diolinux: O Pop!_OS é…

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O que parece é que é um fork do dash do dock, e com isso herdou o problema dele de mostrar a tela e atividades por cima da tela de apps (deu pra ver no vídeo, aquilo não é bug por ser beta, isso acontece hoje em qualquer gnome com dash to dock, tenho aqui fedora 33,manjaro gnome e pop os)
Gostei de ter dois botões separados no topo, um pra cada coisa, (workspaces e programas), mas acho que seria melhor botar um em cada canto, ambos como hot corner, e o menu de conexão e brilho no meio, junto com o relógio.
Me parece que a ideia deles é criar uma experiência por cima do gnome que eles possam controlar, mas aproveitando o trabalho do próprio gnome. Fazer um fork é muito custoso, sai muito mais em conta fazer isso por meio das extensões. Quando considerarem o gnome 40 estável o bastante, vão subir de versão normalmente (mas acho que ainda com xorg por padrão), até pra aproveitar as melhorias de performance e fluidez, mas o usuário final deles, que compra o hardware, nem vai ver a diferença, pois as extensões por cima vão mascarar tudo.

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sobre a venda no brasil, como fica o suporte técnico e garantia? o código de defesa do consumidor estabelece 3 possibilidades:

a) fabricante atua no Brasil - deve reparar o produto, no prazo estabelecido para bens duráveis.

b) fabricante não atua no brasil e tem representante - a empresa que trouxe o artigo é solidariamente responsável e deve providenciar o conserto, enviando o notebook para fora do país, se NÃO HOUVER mão de obra técnica ou PEÇAS DE SUBSTITUIÇÃO no Brasil.

c) fabricante não atua no brasil e não tem representante - as regras que valem é a do local onde o item foi comprado. Deve-se ler atentamente o termo de garantia e se informe sobre as possibilidades de conserto antes de adquiri-lo.

Esse NoBo não sairá barato e - dependendo da taxa de importação - ficará mais caro ainda. acho que será um risco grande para o consumidor, a empresa vender pro brasil na condição “c)”.

Outro problema - aparentemente bobo - é o teclado. Virá ABNT2? Se você comprar um no exterior, virá com um do país de origem. Tenho uma colega que agiu assim, quando foi aos EUA. Depois arrependeu-se por causa de acentos e cedilha. No dia-a-dia, uma pequena diferença como esta torna-se um grande problema!

Taí as dicas para avaliarem com calma.

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Não necessariamente, o layout do teclado com caracteres latinos são intercompativeis, só muda o lugar ou o jeito de fazer o caractere

Como eu disse anteriormente é apenas questão de costume, Alt + , no layout US/UK produz o ç

ABNT 2 usa QWERTY o que por definição o torna extremamente ineficiente, mas nos adaptamos a ele, nos adaptar ao US que também usa QWERTY é questão de horas