O que está sendo criticado, como “ações de fanboys“, na verdade são pessoas que usam, gostam e recomendam a distro. Em um mundo com mais de 1000 opções, isso é extremamente importante, pois como dizem: quem não é visto, não é lembrado.
Na realidade, justamente o fato de ser o mais pesquisado, que poucos se dão ao trabalho de ir no Distrowatch.
Por qual razão, não é natural? Quem opta pelo Big, tal como pelo Zorin, Mint, Ubuntu, em vez do Debian, o faz pela praticidade oferecidas por essas distros.
Inspirador de tantos outros…
Por qual razão inspira? Por outros projetos terem detectado lacunas deixadas pela base.
Inclusive, foi detectando lacunas deixadas pelo Debian, que surgiu o Ubuntu.
O Arch entrega uma tela preta e terminal, te deixando livre para configurar como bem entende, diferente do Manjaro e do Big Linux, que entregam tudo pronto. Quantos realmente tem interesse em gastar tempo fazendo cada ajuste necessário para a instalação do Arch? Meu primo, que começou com Slackware, não conseguiu instalar o Arch.
O Big Bruno e o Josué Vicente não vão atrás de ONGs, empresas e políticos, atrás de parceria. Eu cuido dessa brecha.
E como vc mesmo disse:
Os únicos projetos brasileiros que trazem alguma particularidade, além do Big Linux, são Regata e TigerOS. Os demais, trocam ícones, wallpapers e programas instalados pela base que se inspiraram. Quando muito, alteram o kernel, com a justificativa de trazer melhorias. Mas aí teria que fazer benchmark.