A Corrida que Durou 60 Anos
Durante mais de seis décadas, a indústria de semicondutores seguiu uma trajetória quase milagrosa: a cada dois anos, o número de transistores em um chip dobrava. Mais desempenho. Menos consumo. Menor custo. Essa foi a promessa da Lei de Moore, enunciada em 1965 por Gordon Moore, cofundador da Intel.
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Na escola, a gente aprende a questionar um pouco mais, com isso, fiquei pensando:
- Se os transistores não puderem mais encolher, como isso afetará o custo dos dispositivos eletrônicos para o consumidor comum?
- Quais seriam os impactos ambientais da busca por novos materiais além do silício?
- Como países em desenvolvimento podem acompanhar essa transição tecnológica sem ficarem para trás?
- Existe algum risco geopolítico associado ao domínio de novos materiais ou tecnologias de chiplets?
- Que papel a inteligência artificial pode desempenhar na otimização de arquiteturas além da Lei de Moore?
- Como a educação em engenharia eletrônica deve se adaptar a esse novo cenário sem foco exclusivo na miniaturização?
- A computação quântica pode ser democratizada ou ficará restrita a grandes corporações e governos?
- Quais seriam os efeitos sociais se chips neuromórficos simulassem realmente o cérebro humano em larga escala?
- Há limites éticos para a integração de tecnologias inspiradas no cérebro humano em sistemas comerciais?
- Se a miniaturização chegou ao fim, será que o futuro da computação depende mais de software do que de hardware?
Cheguei a elaborar um projeto na faculdade sobre isso e gostaria de ter um ponto de referência alternativo sobre isso.