O dilema do Manjaro

O dilema do Manjaro,

Manjaro promete ser uma distribuição amigável sobre a base Arch, mas isso não acontece na prática, é só problema e bug. Quase impossível de estabilizar.

O pamac mesmo é um problema sério com o AUR, aliás o próprio AUR é um problema para o Manjaro quando se trata de pacotes com binários compilados.

O cara aqui fez uma avaliação tal qual eu já tinha feito.

2 curtidas

Concordo, é incrível como algo que a primeira vista parece uma coisa positiva na verdade é só fonte de dor de cabeça e nem mesmo cumpre seu propósito de forma eficaz.

É uma questão de experiência. Como eu sempre digo aqui no fórum, quando eu recomendo ou deixo de recomendar algo, é sempre baseado apenas na minha própria experiência com as coisas. Eu também não tenho um bom histórico com o Manjaro, e não o recomendo, mas já conversei com muita gente que o usa no dia-a-dia há anos sem nenhum problema. E o mesmo vale para as minhas recomendações. Um amigo meu tentou usar o Fedora por recomendação minha, e foi um desastre para ele, o bluetooth não funcionou direito, estava demorando muito para ligar e desligar, a GNOME Software estava muito lenta, problemas que nunca me ocorreram até hoje, tanto que uso o Fedora.

Por isso a melhor recomendação para alguém é o teste por si mesmo. Só assim vai conseguir uma noção de se um sistema vai ou não funcionar como o esperado, se a pessoa vai se adaptar, se o hardware vai funcionar direito, enfim, são 1001 variáveis.

4 curtidas

O Manjaro sempre funcionou muito bem comigo em todas as vezes em que o usei. Era rápido, robusto, não dava problemas e trazia ferramentas sensacionais para gerenciar os drivers e o kernel. O @Rodrigo_Chile o usa há muitos anos sem problemas também.

O motivo de eu ter migrado foi mais a curiosidade para conhecer outras distros… E os méritos delas. Em termos de usabilidade, eu poderia ter ficado com o Manjaro.

A parte do certificado expirado realmente ocorreu mais de uma vez e pesa negativamente. Contudo, todos os outros pontos no link indicado remetem ao uso do AUR.

Pacotes do AUR foram feitos para serem usados no Arch. O Manjaro pode não atualizar as dependências a tempo. Essa disponibilidade “fácil” do AUR no Pamac foi um ponto que sempre questionei. Também acho que isso não deveria ser dessa forma (talvez deveria ser até removido).

Enfim, se o usuário tiver o entendimento de que o AUR não foi feito para ser usado ali, e portanto evitá-lo, pode ter ótima experiência com o Manjaro. Eu não usava pacotes do AUR e o Manjaro não me causava problemas. Tive muito mais dores de cabeça com o Ubuntu LTS, por exemplo.

De qualquer forma, experiências variam e até mesmo o hardware pode influenciar bastante nisso. O Fedora, por exemplo, foi a pior distribuição até agora no meu caso.

6 curtidas

E o Big Linux que se baseia no Manjaro ?

1 curtida

Testei, o manjaro 2 vezes, e nas duas o sistema parou: na primeira vez, subiu, atualizei,reiniciei e na volta parou na tela de loading.
Já na segunda vez, fiz o mesmo procedimento inclusive com kernel antigo lts 5.15. Com kernel 6,nada feito trava no loading, já no kernelantigo,subiu o sistema,tela de login,coloco a senha e dá tela preta.Desisti

O resumo de todo artigo que fala do Manjaro é: cópia do Arch Linux que possuí um instalador e atrasa as atualizações dos pacotes. Não existe absolutamente nenhuma diferença além dessa.

2 curtidas

Concordo e discordo, em vários graus – pois existem aí, pelo menos meia-dúzia de “variáveis” – e não dá para afirmar nada, sem distinguir cada “variável”, como possível motivo de ter problemas (ou não ter problemas).

Numa experiência, p.ex., com “ratos” (ou cobaias, em geral), é preciso ter pelo menos 2 conjuntos – as cobaias que serão alvos de 1 (e apenas 1!) experimentação – e as cobaias “de controle”, que devem receber a mesma alimentação, a mesma água, viver no mesmo ambiente, na mesma temperatura e tudo mais… diferenciando-se, tão somente, por aquela 1 única “variável”, a ser “testada” no outro grupo.

Exemplifiquei apenas 1 caso “concreto” de “experimento” (com ratos, ou cobaias) – mas qualquer “análise objetiva” só tem validade, se seguir os mesmos princípios: – Ter um “grupo de controle” (onde todos os parâmetros são “fixos”) – e no outro “grupo”, experimentar apenas 1 parâmetro diferente, para testar suas consequências, de modo que não haja confusão sobre mil possíveis causas & efeitos… aleatórios.

(Atenção: – Não estou falando de “princípios”… morais, nem “éticos” – e muito menos, de “questões jurídicas”. Vamos nos ater à “técnica”… e principalmente, à “lógica analítica”, ok).

Sua afirmação está correta – mas envolve 300 milhões de “variáveis não-controladas” – e por isso, não é possível isolar quaisquer “causas”, nem associar nenhuma delas a quaisquer “efeitos”.

Manjaro foi a primeira distro “não-Debian” e “não-Buntu” que instalei e experimentei. – “Quebrou” várias vezes, nas primeiras semanas e meses – e sempre consegui “consertar” rapidamente, sem maiores dificuldades, googlando 2 ou 3 “palavras-chave”… embora meu conhecimento sobre Arch, AUR, pacman, pamac etc. fosse ZERO, na época.

“Funcionou” (para mim) – melhor do que várias distros “.deb” (“Buntu” ou não-Buntu) que eu tinha tentado nos 8 anos anteriores (2009-2016) – e só deletei o Manjaro 6 meses depois, quando instalei meu primeiro Arch (by Revenge Installer, atual Zen), e achei mais conveniente eliminar essa “duplicidade”.

(Até hoje, 2023, apenas o Grub do openSUSE Tumbleweed se mostrou capaz de detectar e carregar o Arch ou o Manjaro. – Na época, eu usava o Grub do Leap e do Mageia, que não conseguiam 100% isso. Eu precisava editar manualmente o /boot/grub/grub.cfg – e isto só podia ser mais ou menos “automatizado”, se eu tivesse apenas 1 distro “arch-based”, com apenas 1 Kernel… Mas isso, é uma outra estória. O fato é que o Manjaro funcionava, e me atendia melhor do que várias distros “.deb”, que eu vinha tentando durante 8 anos).

Ok. – Até aí, estou apenas fazendo um resumo muito vago, bem ao gosto das “reviews”, que não explicam nada, nem permitem qualquer análise racional. – Vamos destrinchar as “variáveis”.

Tenho registros do hardware que eu usava na época – e que já seguia os parâmetros que percebi no fórum do antigo Guia do Hardware (do Morimoto): – Até hoje, uso só os hardwares que se comportam de modo “amigável” ao software livre… e evito os hardwares hostis ou “não-cooperativos”. Perdi alguma coisa com isso? De jeito algum!

Meu trabalho não exige softwares da mais elevada qualidade gráfica, e que só são feitos para Windows, ou para hardwares que só atendem ao Windows. – Ok, “muitos” colegas precisam deles (e não posso recomendar que tentem trabalhar com Linux… embora “muitos” consigam).

Meu trabalho também não exige que eu jogue os games mais super-ultra-coisa-e-tal. – Se meu trabalho render o suficiente para que eu possa “querer tudo”… então, basta eu comprar outro hardware, para meu lazer (e não “misturar” as coisas: Linux é para meu trabalho. Brincar, são outros 500: outro “custo-benefício”, bem distinto e bem separado). Mas… também posso direcionar meu “super-lucro” (se acaso tivesse) para um carro mais novo, uma casa de praia, uma escola melhor para meus filhos, ou qualquer padrão de vida melhor para mim e minha família. – Não consigo confundir isso com “Linux”. São opções de cada um. Quer fazer “tudo e muito mais”? Você é responsável pelo seu desejo de infinito (feito “só para Windows”).

Também tenho registros de tudo que fiz com o Manjaro, desde o download da ISO, instalação, configurações – e de que, naquele momento, o gerenciador de pacotes era (ou me pareceu ser) um tal de “Octopi”. – Igualmente, registros de que, naquele momento, para um usuário 100% ignorantcho de “Arch”, o Manjaro / Octopi pareceu me incentivar a… “clique aqui, clique ali, e faça tudo o que quiser, sem se preocupar em aprender nada, entender nada”.

Deite e role! – Estamos aqui, para que você cometa todos os absurdos, mantendo-se na mais perfeita ignorância do que está fazendo, e sem a menor noção das consequências. – Apenas, viva e seja feliz!

Será isso, uma “exclusividade” do Manjaro? – Pelo contrário! – Isso me parece o “ideal”, buscado por 9 entre 10 “distros” que disputam o privilégio de “atrair usuários para o Linux”, com o único “princípio” de “atender” todos os “desejos de consumo”… a “custo-zero” de aprendizado.

Não experimentei / não instalei 9 entre 10 dessas distros que buscam oferecer o Paraíso ao iniciante, sem que ele precise entender nada do “GNU / Linux”. – Meu objetivo é “conseguir ser atendido”, sim, mas procurando entender, pelo menos, o mínimo desse universo, como é, como funciona, e por quê é assim, e não “igual ao Windows”.

Em suma, eliminei o Manjaro – só porque se tornou “redundante”, tendo o Arch em dualboot – e porque dava trabalho editar manualmente o /boot/grub/grub.cfg todas as semanas.

Uns 2 anos depois (já familiarizado com o Arch), finalmente venci a “barreira” da instalação RTFM, vulgo BTW – e graças às dicas do @Rodrigo_Chile (e ao site Manjariando, indicado por ele), em 2021 instalei de novo o Manjaro – que continua 100% “funcional” (e sem nenhum problema!) há 2 anos e 3 meses.

Por que essa instalação do Manjaro está tão sólida, zero-problemas? – Proponho algumas hipóteses:

  1. Porque continuo usando apenas hardware não-hostil

  2. Porque, de 2017 para 2023, continuei procurando entender o “GNU / Linux” – e dispensei todas as ofertas de “tenha tudo, sem entender nada”.

  3. Porque evitei fazer 300 tipos de cacas – que várias “distros” (inclusive o Manjaro, quando mal interpretado) parecem incentivar os ignorantchos a cometerem, “como se não houvesse o amanhã” (ou, o minuto seguinte).

  4. Talvez (quem sabe?), porque agora o Manjaro usa o Pamac (não o Octopi)? – Vai saber, né.

  5. Talvez (quem sabe?), porque li com toda atenção as dicas do Rodrigo e do Manjariando – e usei o Pamac-GUI apenas para entender a “lógica” das coisas – e instalei só meia-dúzia de coisas do AUR.

  6. Talvez, porque continuo atualizando o sistema só pelo pacman – e só depois, atualizo o “resto” pelo pamac-cli?

  7. Em suma, talvez porque procuro manter distância de coisas feitas para “atender” os desejos e consumismo desenfreado de quem vem do Windows.

O Arch continua sendo minha “distro principal” (entre 12 distros instaladas) – e a única explicação que encontro é que o Arch, não apenas “fica fora do meu caminho”. – Ele vai além! Ele não tem cor, nem cheiro, nem gosto: É a distro que uso, sem “notar” qual distro estou usando. Qualquer outra (o Debian testing, o MX Linux e o openSUSE me atendem 100%!)… eu “noto” que estou usando elas. O Arch, não noto. Até esqueço “qual distro estou suando”.

O Manjaro é “quase o mesmo” – mas não tem como eu deixar de “perceber” que estou usando o Manjaro.

Bom, mas… e o software XYZ??.. e o hardware XPTO???..

São problemas para inúmeros participantes do Fórum – mas não, necessariamente, para 99% dos usuários de PC (que ainda restam) – ou só são problemas, na medida em que os atuais usuários de PC caíram de volta na “compra de PCs prontos” (um comportamento que aprendi a evitar no início dos anos 2000, no Guia do Hardware).

Nesse aspecto, a “indústria” parece ter conseguido reduzir os usuários de PC àquela servidão iniciada pela Apple MAC, e que se tornou avassaladora para os “consumidores” de Smartphones, Etc-Books etc.

Em suma, o “hardware hostil” – muito mais caro, do que “montar seu próprio PC”. – E em vez de oferecermos “alternativas inteligentes” ao mero consumismo insano, inconsciente, anti-econômico, nos voltamos para “atender” as vítimas de toda espécie de arapucas hostis ao software livre.

Abdicamos do propósito inicial, de criticar e oferecer alternativas libertadoras.

1 curtida

Esqueci de citar o que os colegas já haviam citado:

Concordo 100%.

Entre as 1001 variáveis: – O perfil de cada um (mais ou menos disposto a entender, aprender… mais ou menos disposto a usar a lógica)… o hardware de cada um… e 1 milhão de etcéteras.

O único modo de cada um decidir, é testando pessoalmente.

É por isso que gosto do dualboot / multiboot. – Não preciso desistir de uma distro, só por curiosidade de conhecer outras. – Há quem prefira VMs, mas… e se minha distro principal quebrar? Como usar as VMs que estavam dentro dela?

Também esqueci de citar isso. – Só não tem sido problema para mim, porque uso o mínimo de pacotes do AUR. Meia-dúzia, se tanto. – Até agora, sem problemas.

Concordo que é um ponto “central”, em muitos dos problemas que os colegas relatam – mas pode ser drasticamente reduzido:

Arch                             Manjaro

# pacman -Q --foreign            $ pamac list -m
google-chrome 114.0.5735.90-2    gnome-icon-theme          3.12.0-7          AUR  10.3 MB
google-earth-pro 7.3.6.9345-1    gnome-icon-theme-symbolic 3.12.0-6          AUR  2.0 MB
kim4 0.9.8-2                     google-chrome             114.0.5735.133-1  AUR  321.6 MB
pcurses 5-5                      google-earth-pro          7.3.6.9345-1      AUR  256.0 MB
ps_mem 3.14-2                    manjaro-documentation-en  20181009-1             10.0 MB
yay-git 12.0.5.r9.g1335e9b-1     manjaro-firmware          20160419-1             2.6 MB
                                 pcurses                   5-5               AUR  617.3 kB
                                 systemd-fsck-silent       239-1                  34.8 kB
                                 (+ kim4)                                    AUR

Posso acrescentar esta outra diferença: – Tenho 1.429 pacotes instalados no Manjaro, mesmo sem Wine e outras coisas (contra 1.126 no Arch, com Wine), por ser uma instalação padronizada, não-pessoal.

Quando penso em instalar alguma outra distro (sem ultrapassar o limite de 12 distros, que impus a mim mesmo), a primeira coisa que preciso analisar é: – Qual distro vou eliminar?

O Manjaro, claro! – É um “Arch”, só que “não tão bom”. – Às vezes penso nele como um “estepe”, caso o Arch “fure o pneu”… mas a verdade é que o Arch não me inspira esse “medo de perder”… Não sei por que.

1 curtida

Olha que sou suspeito, pois contribuo como posso para o BigLinux que é baseado no Manjaro, só não colaboro mais por conta desse pequeno e grande detalhe.

O que tem no Manjaro?

  • O MHWD que é quele pacote que procura os seus drivers no primeiro boot e os instala, isso seria um grande diferencial se se mantivesse atualizado e fluido. Eu até o usei por um tempo no Arch para testar mas não obtive vantagem.

  • O Calamares como instalador que o dele faz uma coisa bacana se separar os sfs dentro da iso em 3 arquivos. Num fica o live, no outro os drivers e no outros a / que vai ser descompactada no disco. De resto o Calamares é tão simples de incorporar com o Archiso que algumas pessoas podem se perguntar, nosso e isso existe?

  • O Pamac, que é uma coisa muito horrorosa.

Acho que o caminho que o Garuda seguiu é super vantajoso, pq tira esforço de manutenção da base e concentra energia em contribuições relevantes que são perfeitamente incorporáveis para todas as distros do Archverso.

A grande questão é que o Arch te tira da zona de conforto e naturalmente o ser humano gostaria mesmo que toda energia sinética fosse transformada em condensada.

2 curtidas

O Ubuntu mantém seus próprios repositórios com pacotes vindos do Debian, e ninguém reclama, mas o Manjaro fazer coisa semelhante com o Arch Linux parece uma grande ofensa a vários dos usuários desta distro que parecem não aceitar o fato de o Manjaro não ser só mais uma refisefuqui do Arch Linux.

Mantendo seus próprios repositórios, o Manjaro tem a liberdade de decidir quais pacotes terão suporte, quais pacotes terão alguma modificação e quando as atualizações serão lançadas. É uma distro baseada no Arch Linux, mas não é Arch Linux, assim como o Ubuntu é baseado no Debian, mas não é Debian.

2 curtidas

Não se fala tanto agora, mas, quando o Ubuntu era a distro da moda, se falava demais nisso. É porque o foco da Canonical agora não é mais o desktop. E as distros com base no Arch estão muito mais em voga atualmente que as distros baseadas no Debian. Então tem se falado menos do Ubuntu. A comunidade do Arch é tão apaixonada como a do Debian.

Talvez, você não lembre dessas discussões envolvendo o Ubunutu porque não tem idade ou não usava ou tinha contato com linux na época. Se voltar uns 10 ou 15 anos atrás, se falava demais nisso.

2 curtidas

De vez em quando eu vejo um ou outro usuário de Debian falando mal do Ubuntu, mas no geral eu diria que já se aceitou que o Ubuntu não é Debian. Acho que também já está na hora de as pessoas aceitarem que o Manjaro não é Arch.

Vivem citando a AUR como um motivo para não se usar o Manjaro porque esperam que o Manjaro seja Arch. A AUR não foi feita para o Manjaro, portanto deve ser usada como um último recurso para se obter algum software. Use os repositórios da distro junto a flatpaks/snaps e nunca instale pacotes críticos vindos da AUR. Dificilmente alguém terá graves problemas se seguir essas dicas.

1 curtida

Você está misturando as coisas. Não estou defendendo a empresa por trás do Ubuntu, mas o que eles fazem é completamente diferente do que a equipe por trás do Manjaro faz. Apesar deles usarem 95% dos pacotes oriundos do Debian, o resultado não é binariamente compatível, ou seja, pacotes vindo do Ubuntu raramente são compatíveis com o Debian, já que diversos patches específicos - tanto na fonte do pacote (git) quando no repositório, são aplicados.

O que gera raiva de usuários de Arch (assim como eu) é que o Manjaro sempre tentou se vender como um Arch Linux “melhorado”, sendo que não é. Nem ao menos aplicam patches ou colaboram com algo na fonte, apenas coletam os pacotes, seguram por 2 semanas e lançam depois. Manjaro é uma cópia mal-feita do Arch, tanto que se a equipe por trás do desenvolvimento do Arch bloquear qualquer coleta de pacotes dos repositórios, o Manjaro quebra em poucas horas.

O Manjaro piora a experiência de um Arch, então não dá pra considerar como Arch. Isso não acontece em outras distros baseadas no Arch como o Garuda, Endevours, Arco Linux, Archcraft, Xerolinux, BlendOS, e mais umas centenas de outras distros que estão alinhadas com a evolução da base.

Ubuntu eu não comento muito pq acho um projeto esquizofrênico meio que a gente não consegue ver o propósito, pra mim é apenas um Debian mais atualizado.

Concordo, é isso mesmo. Não deve fazer propaganda do AUR porque os mantenedores não se identificam com o Manjaro;