O COSMIC Desktop é o primeiro de uma nova era?

Quando o Gnome 40 saiu, eu odiei. Mas depois aprendi a usá-lo. Eu preferia o estilo do Gnome 3. Mas quando saiu o Gnome 3 também, houve rejeição pelo pessoal, como você mesmo disse. Eu não peguei essa época, mas entendo que sair de um windows-like pro estilo do Gnome 3 é uma mudança grande. Assim também era ir pro Gnome 40. E vai saber como será o Gnome 50, ou cinco, conforme eles resolverem nomear.

O COSMIC tem sido desenvolvido para ser parecido com a versão Gnome por conta de que é o que o usuário de Pop!_OS está acostumado. Mas ele é bem customizável, segundo os desenvolvedores. Então ele pode ser algo diferente. Eu sei de gente que usará simplesmente por conta da questão do tiling, e quando a Pop shell deixar de ser mantida pro Gnome, irão migrar para o COSMIC.

Vamos ver como tudo ficará no final. Ainda estamos no Alpha 5. Muita coisa ainda vai acontecer.

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De fato, o Gnome costuma mudar muida coisa quando eles mudam de versão principal. Deus abençoe que não mudem para pior no futuro.

Verdade. Desejo que dê certo, apesar de ainda achar que deveriam investir essa grana em algo mais útil para a comunidade por inteiro, mas já que vão fazer o novo DE desejo que prospere e frutifique e não tenha o fim que o Unity teve.

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Amém. Apesar disso eu tenho uma ideia de que o Linux como um todo terá um futuro possívelmente muito sombrio pela frente. Posso explicar em PM, se quiser.

Eu acho difícil. O Unity para mim é engessado, o Cosmic não é isso. O uso de cada um varia, mas eu acho que o Unity é mais questão de memória e nostalgia que qualquer outra coisa. Odeio aquela barra do lado direito. Já tentei usar o KDE assim, inclusive, pra aumentar o espaço da tela. Horrível. Sticks out like a sore thumb.

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Ou se você quer poupar espaço na tela… o Unity continua excelente para quem tem telas com resoluções baixas, como 1366x768 ou até mesmo 1024x600. Nesta segunda, o Unity brilhava.

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Eu quero.

Não é mera nostalgia, foi ter trazido uma identidade particular ao desktop Linux, se afastando do win-like do Plasma, mas sem ser confuso como o Gnome, da época.

Eu te entendo, também odeio isso.
Entretanto, observando a época, o objetivo era tornar o Ubuntu facilmente distinguível, além de atrair curiosos.
E o curioso é que, quando o Ubuntu deixou o Gnome, optando pelo Unity, uma galera se revoltou e abandonou a distro, mas a quantidade de interessados que elogiavam, nos grupos do finado Orkut, era muito maior.

Unity se resume a 3 coisas:

  • HUD: resolve o problema da bagunça dos menus
  • Scopes: Unifica a pesquisa do sistema num lugar só
  • Aproveitamento de tela: a disposição dos elementos, o menu global e outros economizam espaço

Esse é o ponto que mais gostava no Unity. Em Notebooks com aquela tela “padrão” de 1366x768 e em Netbooks, o Unity é genial. Mas não sei se em telas maiores isso fazia alguma diferença.

Como assim?

Eu sou bem acostumado com a barra do lado ali kkk, acho até legal.

Aí vou concordar, o Gnome na época era bagunçado demais, eu preferia o Gnome 2 no tempo, mas ainda bem que não fiquei nele. Tenhos screenshots salvos no Viva o Linux dessa época e hoje acho horroroso o Gnome 2 e tudo mais daquela época.

Eu fui um, não gostei mesmo. Era engessado, não gostava de como ele funcionava e nem das sugestões da Amazon no tempo. Foi nessa época que passeei no Mint e Fedora. Mas hoje gosto muito do Ubuntu com Gnome de novo.

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Isso é verdade. O Plasma já era muito mais bonito que o Gnome. E tinha o Openbox correndo por fora, e que tinha como fazer um ambiente bem mais bonito e bem leve.

Nunca usei o Unity em telas grandes; pois na época que usei o Unity, eu só tinha um netbook; mas em telas pequenas, o Unity era simplesmente genial.

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@raulgrangeiro eu venho pensando no que comentou sobre o excesso de menus do ambiente desktop, em contra a simplicidade do ambiente mobile.
Disso estou avaliando a possibilidade de incluir esse menu aqui, no lugar do atual, na série 25

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O GNOME, embora bastante popular e amplamente utilizado, pode não ser a melhor escolha para todos os usuários por várias razões. Um dos principais pontos criticados é a sua abordagem de design que prioriza o minimalismo ao extremo, mas que pode resultar em uma interface que se sente limitado e não tão personalizável quanto outras opções, como o KDE Plasma ou até mesmo o Cinnamon. Muitos usuários sentem falta de recursos avançados ou configurações que eram facilmente acessíveis em ambientes de desktop anteriores.

Além disso, a experiência de navegação no sistema, ainda que elegante, muitas vezes não é tão intuitiva para quem está acostumado a paradigmas de desktop mais tradicionais, causando uma curva de aprendizado que pode ser frustrante.

Por fim, Uma das críticas mais frequentes é a ausência de um system tray padrão, o que dificulta o gerenciamento de aplicativos minimizados e notificação de serviços em segundo plano. Isso pode ser especialmente problemático para usuários que dependem de ícones de notificação para monitorar aplicativos como mensageiros, gerenciadores de downloads e serviços de nuvem.

O novo Cosmic Desktop tem chamado a atenção pela sua abordagem inovadora e centrada no usuário, trazendo uma combinação atraente de estética modernista e funcionalidade. Com uma interface altamente customizável, ele oferece uma experiência fluida e intuitiva que facilita a navegação e a produtividade. Uma das características mais notáveis é a sua integração “perfeita” com várias aplicações e widgets, permitindo que os usuários personalizem seus espaços de trabalho de acordo com suas necessidades.

Além disso, o Cosmic Desktop melhora a gestão de janelas e o acesso a recursos, tornando tarefas comuns mais eficientes. A atenção a detalhes visuais e a apresentação elegante fazem dele uma opção muito atraente para quem busca não apenas desempenho, mas também uma experiência agradável e envolvente. A comunidade também parece muito ativa e receptiva a feedback, o que promete um desenvolvimento contínuo e iterativo, tornando o Cosmic Desktop uma excelente escolha para quem está em busca de um ambiente de trabalho moderno e dinâmico.

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Mas muitos outros nem dão bola para esses recursos avançados ou essas configurações. Tem usuário que sequer troca o Papel de Parede do sistema.

O Gnome é mais próximo de um celular do que do paradigma padrão. Se você for usar o Gnome com a cabeça de que é algo diferente, ele pode ser intuitivo.

Consegui usar o Gnome, quando comecei a usar pensando que ele é algo totalmente diferente do Windows que eu estava usando há uns 10 anos. Aí comecei a ser produtivo também no Gnome.

Assim como consigo usar o Windows, XFCE e o Cinnamon.

Já quanto a isso, concordo. Isso é uma coisa que realmente faz falta.

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Infelizmente, algumas decisões de design do GNOME podem impactar sua intuitividade, especialmente para usuários que migram do Windows ou macOS. Ao ajudar pessoas nesse processo, notei que muitas delas não conseguiram se adaptar ao GNOME devido a fatores como a impossibilidade de adicionar ícones à área de trabalho, a falta de botões de maximizar e minimizar, que dificultavam o foco em uma única janela, entre outros.

Todos os usuários com quem trabalhei eram leigos em tecnologia, e, após a transição para o ambiente Cinnamon, não recebi nenhuma reclamação. Embora reconheça que esses problemas poderiam ser resolvidos por meio de extensões, meu objetivo foi avaliar a experiência padrão do GNOME, e o feedback foi majoritariamente negativo. O usuário comum tende a preferir uma interface que se aproxime do que já conhece. Na época, não realizei testes com o KDE devido a uma série de bugs, mas a aceitação do Cinnamon foi bastante positiva.

O Gnome é um excelente desktop, entretanto, algumas decisões poderiam ser reavaliadas.

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A maioria das pessoas não liga pra isso, so querem ligar o pc e usar, são poucas as pessoas que fazem uma grande personalização na interface, a maioria ou não faz nada ou so troca o papel de parede e deixa tudo escuro.

Pela minha experiencia pessoal eu diria que é justamente o contrario, as pessoas que indiquei linux preferiram o gnome ao kde e cinnamon, justamente pq o gnome é igual a interface do sistema que eles mais usam que é o celular, no fim da coisas o padrão de interface é o do android/IOS e não o do windows.

Isso é de lenhar, tem muita coisa besta que o gnome não corrige, como a dock deles que é terrivel, ou a ausência do caffeine e etc

O motivo é a linguagem Rust, ele é full Rust substituindo C e C++, o objetivo é que o Rust não tem problema com steack overflow, que são vulnerabilidades comum em C, é o mesmo motivo que o Linuz adiciono no kernel Linux suporte oficial ao Rust.

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Mas não há só o macOS ou o Windows. Tem o Android também, que hoje é a porta de entrada de vários usuários para a Tecnologia.

Para alguns tipos de usuários, isso não importa muito. O Gnome é um ambiente diferente dos outros, tal como as distribuições Linux são Sistemas Operacionais diferentes do Windows.

Nesse caso, você tentou com usuários do Windows, certo? Já tentou com pessoas em que o primeiro contato foi com o Android, talvez o resultado fosse diferente, já que o Gnome se aproxima mais do que é o Android.

Ou não. Deixe que as Distribuições cuidem do Gnome e coloque as próprias decisões no Gnome.

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Não é SÓ questão de fazer mudanças drásticas, mas colocar pastas, arquivos e atalhos na área de trabalho, embora eu pessoalmente, prefira colocar atalhos na “barra de tarefas”.

Mas veja que ele explicou a realidade:

Bem que vc poderia usar o TigerOS, com ambiente Plasma, pra ajudar a consolidar o projeto e, com o feedback, aperfeiçoar as futuras versões.

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Com um conhecimento prévio sobre o projeto, certamente teria recomendado sua implementação. Fiz alguns testes com o TigerOS em uma máquina virtual com passthrough e o sistema demonstrou um desempenho excepcional, mostrando-se bastante estável e acessível para usuários iniciantes. Além disso, nas três escolas onde realizei instalações na época, considero que o TigerOS seria uma alternativa excelente.

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O problema é que ele tá usando o ChatGPT e o GPT provavelmente tá traduzindo frases do inglês pra compor o prompt, como o @Daigo diz, é uma adaptação de fluxo, se você não tiver o mesmo fluxo que os devs do GNOME (usar o Desktop como pasta temporária, usar botões “hot switch” (lista de janelas abertas)… ou tem problemas com foco, o GNOME é um terror apocalíptico, o minimalismo no caso se refere a dificuldade extra em seguir outros fluxos de trabalho

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