O repositório e loja de aplicativos Flathub, uma das fontes mais populares de software para Linux, se destaca não apenas por distribuir aplicações empacotadas em Flatpak, completamente isoladas do restante do sistema, mas pela interface organizada, agradável, repleta de informações pertinentes. Não à toa, seu repositório está presente em lojas de aplicativo importantes, como a do GNOME, do Linux Mint e do Steam Deck.
Isso faz do Flathub, um chamariz para os desenvolvedores, adicionarem seus próprios softwares ou seus programas favoritos, como no recém-adicionado Vivaldi. Apesar de ser mantido por um funcionário da companhia, a presente edição do Vivaldi no Flathub não é oficialmente suportada pela Vivaldi Technologies.
Outros softwares, como o Discord e o Thunderbird, após o sucesso da versão feita pela comunidade, passaram a dar suporte oficial. Este caminho pode ser seguido pelo Vivaldi, entretanto, deverá superar instabilidades que mantém afastados navegadores baseados em Chromium da plataforma.
A gente utiliza quando realmente necessita ou não tem outro jeito, mas se uma empresa que nem é grande, mesmo assim, menospreza o nosso nicho de mercado, eu particularmente não utilizaria. A não ser que realmente eu necessite…
A desculpa dos desenvolvedores era que existiam muitos empacotamentos, se oferecesse o .deb não necessariamente manteria o rpm e etc, agora que temos Snap e Flatpak, o desenvolvedor (empresa) só precisa manter um pacote oficial para Linux e oficialmente tá suportando a “plataforma do pinguim”.
Ela não menosprezam o que acontece é que o Flatpak está quebrando apps Chromium, artefatos, menus de contextos transparentes, com uma borda preta bizarra e coisas assim eles suportam Linux mas o Flatpak quebra o app deles
Vejo o Flatpak se tornando cada vez mais um padrão de distribuição de softwares no Linux. Basta visitar o fltahub para se surpreender com a maioria dos softwares de nosso dia a dia estão disponíveis lá. Recentemente migrei vários dos meus emuladores de jogos para suas respectivas versões em flatpak afim de gerenciar melhor as atualizações automáticas dos mesmos. Para minha (não tão) surpresa todos já tinha suas versões em flatpak pronta para uso.
Eles poderiam lançar um snap, daria menos trabalho do que manter vários .deb e .rpm.
Eu vi funcionários do Vivaldi fazendo consultas no Mastodon para ver qual é o formato de empacotamento favorito das pessoas, e é óbvio que elas meteram o pau no snap. Empresas sérias como Jetbrains, Spotify, Opera, Brave, Twilio, Microsoft etc. não ligam para os reclamões de plantão e distribuem snaps.
isso aí é queira nós ou não, o poder e força da Canonical no mercado; se um dia tivermos um padrão, pelo menos adotado por softwares proprietários, será em Snap. E é preferível ter o Snap oficialmente mantido pelo desenvolvedor que nada, garanto que se um Photoshop viesse via Snap, os críticos do pacote, usariam calados sem reclamar da Adobe kk.