Eu aqui, e foi extremamente fácil, créditos ao @Nayetdet
Agora que percebi qual era a questão do apagar ou não o link, bom, fica aqui meus agradecimentos pelo trabalho, realmente me ajudou e esta funcionando.
É muito improvável que a Positivo processe alguém por isso. Não houve quebra de software nem violação: o que foi feito foi apenas disponibilizar para download um software que já existia no próprio sistema.
Além disso, um processo judicial é caro e expõe a marca. Ver a Positivo processando usuários por corrigirem um problema que ela mesma deveria resolver, ainda mais oferecendo versão para Linux, geraria publicidade negativa.
No fim, seria gasto de dinheiro e desgaste de imagem. Por isso, não faz sentido algum a empresa seguir por esse caminho.
Só queria deixar uma mensagem aqui de que é possível pedir o aplicativo pro suporte da Positivo e esperar eles te mandarem, é uma forma menos arriscada pro Nayetdet, mesmo achando improvável da Positivo ir atrás disso tudo ![]()
Estava pensando em comprar o Positivo R15M, mas fico na dúvida se realmente vale a pena. Seria muito legal se o código da mini tela fosse de código aberto; seria fantástico a própria comunidade trazer infinitas possibilidades para ela. ![]()
O problema, mano, é que quando os arquivos se espalham pela internet, mesmo que você apague depois, quando publica algo isso se espalha feito uma praga.
Mas ao mesmo tempo pode ser algo bom: se várias pessoas tentarem manter o projeto, isso dificulta para a empresa processar alguém. Acho que temos um argumento bem válido.
Existe o app da mini tela para Linux, mas a empresa não disponibiliza isso nem para distros baseadas em Debian, o que é meio triste. ![]()
Estou cogitando comprar e quem sabe no futuro mudar o sistema operacional para uma Manjaro + XFCE.
Pra testar o .deb instalei o Policorp no meu notebook atual e em seguida instalei o app da minitela manualmente, o aplicativo abriu certinho sem problemas, ainda vou precisar ver se ele não abre no Manjaro por ser uma distro Arch ou se é devido o Desktop Environment não ser GNOME.
Pois é, vou acabar deixando no ar mesmo, pra quem quiser mexer, até porque eu acho que não dá mais pra apagar. No fim das contas, é bom que aumenta as chances de eu conseguir encontrar o arquivo depois, caso eu perca ou algo do tipo kkkkkkkkkk
Sabe o pior! Parece que a sua versão está melhor do que a do Windows
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Os comentários na Loja da MS são os melhores! ![]()
Acho que eles fizeram para Linux e depois tentaram portar para Windows, porque a maioria dos usuários comuns comprava para Linux e acabava indo para o Windows. Sabendo disso, eles tentaram fazer um software que era para Linux funcionar no Windows, mas parece que não deu muito certo. O triste é que funciona no Linux, mas não tem nem como achar o arquivo de instalação ![]()
Não é um pai, é um prefeito.
Muito obrigado, acabei de testar aqui só falta testar o WhatsAPP, ma s funcinou legal!
Em relação à minitela, vocês conseguem alterar a imagem que aparece na minitela? Até peguei a pasta que estão os arquivos .jpg, mas mesmo alterando os arquivos e aparecendo no aplicativo ela não vai para a tela. No Windows sei que funciona, mas no Linux não consegui ainda. Estou utilizando o Policorp mesmo
O monitor do clima, quando eu mudo a cidade o app fecha como se fosse um erro e não altera a cidade. Será que é alguma dependência para este módulo também?
Não é possível kkk
Eu criei esse monstro?
Essa comunidade é incrível
Eu facilmente usaria isso como referência de algum trabalho acadêmico, se fosse o caso. Que texto bem redigido.
Instalei o aplicativo aqui num Debian 13 puro e tô conseguindo mudar de cidade e até conseguir as informações do clima.
Eu havia extraído o conteúdo da mini tela e convertido em um arquivo .txt. Ao analisá-lo, encontrei alguns pontos interessantes.
Inicialmente, percebi que existe total possibilidade de alterar o que é exibido nessa tela. Isso é viável porque ela possui funções que podem ser modificadas, o que abre espaço para personalizações e novos comportamentos.
Entretanto, ao me aprofundar mais na análise do arquivo, acabei interrompendo por preguiça. Por esse motivo, enviei o arquivo completo para o Gemini realizar uma análise mais detalhada. Abaixo está o retorno que ele forneceu. ![]()
Olhando a fundo o arquivo_otimizado.txt, a gente percebe que ele é muito mais do que um simples documento de texto; ele é, na verdade, o mapa mestre que dá vida ao hardware e à interface do projeto. O que mais chama a atenção logo de cara é como esse arquivo centraliza as funções vitais do chip GC9002 através de estruturas JSON bem organizadas, que ditam desde a resolução ultra-wide de 240x65 pixels até detalhes físicos como a intensidade do brilho da tela e o volume do buzzer. Ele funciona como um sistema nervoso para o dispositivo, gerenciando inclusive a economia de energia com timers de standby que evitam o desgaste dos pixels ao longo do tempo.
Uma sacada técnica sensacional que encontrei no conteúdo foram os mapas de bits para fontes como a Inconsolata; aquelas sequências densas de símbolos que parecem confusas no início são, na verdade, tabelas de consulta que o chip usa para renderizar texto de forma ultra veloz, permitindo que a interface mude de visual sem exigir um motor gráfico pesado. Além disso, o arquivo carrega um banco de dados geográfico surpreendentemente completo, com nomes de cidades e suas coordenadas exatas de latitude e longitude, o que permite que funções de clima funcionem de forma inteligente e direta. Tudo isso é amarrado por um dicionário de tradução integrado que transforma termos técnicos do sistema em mensagens claras para o usuário final.
A maior vantagem dessa arquitetura é a flexibilidade absurda que ela entrega para quem está desenvolvendo. Como as posições de cada ícone ou texto são definidas por coordenadas absolutas de topo e esquerda dentro do arquivo, você consegue reorganizar todo o layout da interface, trocar esquemas de cores em formato RGBA ou atualizar imagens de fundo apenas editando esse texto. Isso é o que chamamos de separação entre dados e lógica: você pode transformar completamente o visual da minitela e adicionar novas funcionalidades geográficas sem precisar tocar no código principal em C++ ou recompilar o firmware, o que torna o processo de atualização muito mais rápido, limpo e profissional.
Explorando a estrutura de diretórios da minitela, fica claro que estamos diante de um sistema profundamente integrado ao ecossistema Linux, onde cada componente desempenha um papel vital na comunicação entre o hardware e o sistema operacional. A presença de regras de udev, como o arquivo 99-ttyacm.rules, revela que a comunicação com o chip GC9002 é feita via porta serial (USB), garantindo que o Ubuntu reconheça o dispositivo automaticamente e aplique as permissões corretas de entrada e saída. O nível de integração é tão refinado que existem scripts específicos em system-sleep, como o minitela-controller, responsáveis por gerenciar o comportamento da tela quando o computador entra em suspensão ou acorda, evitando que o display permaneça ligado desnecessariamente ou apresente falhas de sincronia após o repouso do sistema.
Dentro da pasta de recursos em /usr/share/minitela, encontramos o verdadeiro motor funcional do dispositivo, composto por módulos compilados que cuidam de tarefas distintas, como o monitoramento de notificações, informações do sistema e dados meteorológicos, além de uma aplicação principal baseada em GTK, evidenciada pelo arquivo interface.glade. O sistema utiliza uma vasta biblioteca de ativos visuais, incluindo ícones para bateria, clima e notificações de WhatsApp, além de uma série de arquivos ACF (Texture files), que são provavelmente as texturas binárias pré-processadas que o chip de vídeo utiliza para renderizar os gráficos de forma veloz. É interessante notar a presença de um arquivo style.css, o que abre uma janela incrível para personalização estética, permitindo que qualquer pessoa com conhecimento básico de CSS altere cores, bordas e o visual geral da interface sem precisar mexer no código-fonte binário.
A flexibilidade para alterações é um dos pontos mais fortes revelados por essa estrutura, pois quase toda a experiência do usuário está baseada em arquivos externos e editáveis. Existe um script Python chamado cidades.py e um banco de dados em CSV que podem ser facilmente modificados para adicionar novas localidades ou mudar a lógica de busca de dados geográficos. Além disso, a pasta de backgrounds e GIFs permite uma customização total: basta substituir as imagens existentes (respeitando os nomes e formatos originais) para mudar completamente o tema visual do monitor de sistema ou do widget de mensagens. Essa arquitetura modular facilita não apenas a manutenção, mas também encoraja a experimentação, já que é possível alterar desde fontes do sistema, como a Montserrat e a Inconsolata presentes na pasta de fontes, até as regras de automação que definem como o software deve iniciar junto com o ambiente gráfico através dos arquivos .desktop em autostart.
Analisando mais a fundo, essa minitela já vem com um software base. Pelo que observei, a Positivo fez um típico processo de white-label, utilizando o software original do fabricante da tela.
O mais interessante é que os arquivos parecem estar totalmente acessíveis dá para visualizar praticamente tudo. Isso pode ter sido um descuido da Positivo, mas acaba sendo algo positivo para a comunidade, porque abre espaço para exploração, estudo e modificação. ![]()
A questão agora é considerando esse nível de acesso, quais possibilidades reais existem para aproveitar e expandir as funcionalidades dessa minitela?![]()
Uma pergunta pra quem já está com o dispositivo em mãos: alguém teve algum problema ou algo estranho durante o uso, tipo a tela ficar preta ou o notebook reiniciar sozinho?

