Me encontrei novamente no Linux. E estou adorando! (Fedora 43)

Após algum tempo afastado do mundo Linux, usando apenas o Debian no meu notebook antigo e de reserva, que serve meramente de um servidor de mídia (filmes e séries), resolvi dar uma nova “chance” após assistir alguns vídeos do DioLinux e bater aquela saudade.

De princípio instalei o Fedora KDE, porém não estava feliz com a maneira em que estava gerenciando meus calendários e e-mail do Google (Kcalendar / Betterbird - dentre outros que testei). Não era muito prático, as vezes não recebia notificações, não conseguia manter o email aberto na bandeja… enfim, surgiram problemas que após tentar solucionar sem sucesso eu resolvi mudar de interface. E nisso, relutante, eu fui para o Fedora GNOME.

Precisei fazer alguns “ajustes” para deixar o sistema funcionando como eu gostaria, dentre eles:

  • Criar uma “regra” para habilitar o despertar do notebook via USB, onde eu possa usar o mouse para acordá-lo da suspensão quando ele estiver fechado. Essa função é nativa no desktop, mas em todas as distros que usei no notebook ela vem desativada, provavelmente para economizar bateria - gostaria que fosse mais fácil de solucionar, mas no final consegui resolver.
  • Desabilitar o SELinux para conseguir acesso às minhas pastas vias servidos Samba - isso demorou quase 2/3 dias para eu achar a solução. NADA funcionava, sempre dava acesso não autorizado apesar de todas as configurações e privilégios estarem corretas.
  • Configurar o RPM Fusion para poder instalar os codecs de reprodução e visualização de thumbnails de vídeos
  • Mudar nas configurações do meu monitor a opção de procurar sinal automaticamente. Isso impossibilitava o monitor de desligar após a tela escurecer por inatividade (ela ficava preta, porém acesa - procurando sinal)

Depois de tudo configurado, devo dizer: o sistema está me agradando muito!
Gostei tanto da experiência no notebook que instalei ele no meu desktop também. Ambos os computadores estão uma beleza com o Fedora 43.

Enfim, fica meu relato de felicidade ao usar o atual Fedora com GNOME.

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