Linux nas escolas

https://diolinux.com.br/editorial/linux-nas-escolas.html

Passamos um bom tempo no ambiente escolar e durante os últimos anos, a informática se tornou essencial no sistema de ensino, vamos falar um pouco sobre o uso de Linux nas escolas e o impacto que isso pode causar.

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Interessante o assunto e a matéria, parabéns por ela @umcarlinho

Quando comecei a usar uma distro, em 2006, tive a oportunidade e curiosidade de conversar com pessoas em vários ambientes para saber o q elas acham da distro q estava rodando “naquela máquina”. Isso inclui desde adolescentes, tendo seu primeiro contato com um computador, como com professores, “viciados” em Windows XPirata, pessoas comuns, q iam em telecentros, pra poder navegar. E claro: compradores de máquinas q vinham com alguma remaster e ReFiSeFuQui do programa Computador para Todos.

A opinião de 99% dessas pessoas era de que a distro q estavam tendo contato era ruim e, por não terem ideia de nada com nada, não só saiam com a ideia de q o Linux é ruim, como passavam essa experiência negativa para frente.

No ano de 2009, (acho q) todas as cidades do Paraná receberam as máquinas multi-terminal do governo estadual, rodando o tenebroso Linux Educacional.

Falando da cidade de Porecatu, no colégio Malvino de Oliveira, na qual minha irmã é professora e o responsável pela TI era um velho conhecido.
Primeiro: ele não tinha ideia de como montar as máquinas (uma parcela de má vontade inclusa), q ficaram meses empilhadas num depósito, até q eu cheguei, montei me inteirei da ReFiSeFuQui e fui conversar com os profs.
Me deparei com um tremendo desinteresse do corpo docente em aprender a usar aquela bomba, além das soluções livres q lá estavam. A prof de artes mesmo insistiu para q o Photoshop fosse instalado.

Um fato é q o Linux Educacional traumatizou muita gente.

Já em 2010, dei aula em 1 telecentro na RM de Londrina, mas não lembro o nome da cidade.
Também não lembro qual ReFiSeFuQui vinha instalada ( alzheimer), se era Insigne ou Satux, mas uma coisa era nítida: a dificuldade dos alunos, de várias idades em lidar com aquela birosca.
Fiz o mais óbvio para tentar reduzir o estrago: fucei na BIOS, descobri q não tinha senha, o q me permitiu alterar a sequência do boot. Rodei DVD com o Big Linux e me deparei com detecção de 100% do hardware, o q me levou a conversar com a coordenadora do local, para adquirir 10 mídias, para gravar o Big Linux e dar boot nas máquinas antes da chegada dos alunos, mudança de turma.
A mudança do comportamento dos alunos foi nítida, o q deixou vários confortáveis para comentar: gostei da mudança, ficou muito melhor. Com acréscimo: o problema é q em casa eu uso o outro sistema, q não é tão bom e acaba me atrapalhando.
Rolou uma install fest com mega intensivo de uso do sistema :star_struck:

Quanto a nosso presente: consigo tranquilamente gerar uma versão do TigerOS com soluções da área educacional, sem comprometer todo o resto do trabalho. Mas o q fica faltando mesmo seria: um software pra gestão dos alunos e claro: preparar os professores para lhe dar com o assunto.
Cheguei a gerar uma ISO com 99% as exigências de uma ONG, mas infelizmente, 5 meses depois, não deram retorno. Detalhe: utilizam o Mint/Xfce.

Fica aqui meu convite: gostaria de colaborar com a criação de uma versão educacional do TigerOS? Me chame, seja aqui mesmo ou preferencialmente, no Telegram.
As principais formas de colaborar são:
Identificando ONGs q possuam computadores e telecentros q ofereçam cursos de introdução a micro informática (idosos entenderão), como cursos profissionalizantes.
Programadores também são bem-vindos, pois como eu disse: não temos nada q permita aos professores gerirem as aulas.
Designer? Chega mais!

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No meu colégio, recebemos laptops da Positivo do governo do Paraná, e eles vieram com Mint 18.2. Prefiro o Mint ao LE, mas me dá agonia nem poder atualizar isso :joy:

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Isso foi em q ano?

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Boa terde @Daigo, fico feliz que tenha gostado da matéria!

Também já fiz o teste de colocar o Big Linux nas escolas, realmente, a posição dos alunos e alguns professores mudou para melhor.

No momento não posso me comprometer pois além de estar atolado de serviços (muita coisa nova vem por aí), faz um bom tempo que não entro ou tenho contato direto com o ambiente escolar, mas tenho certeza de que existem pessoas que tenham tempo disponível para te ajudar nessa missão.

Por enquanto, fico no aguardo de novidades e da nova versão do TigerOS

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Pra usar um computador do laboratório de informática da minha escola você precisa inserir o seu email institucional como nome de usuário e a sua senha da secretaria escolar digital, vocês sabem se dá pra configurar esse tipo de coisa no Linux?

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Fiz técnico de Informatica na FAETEC no Rio de Janeiro e lá todos os computadores possuíam Ubuntu, Já utilizava o sistema antes mas era muito pouco, mas apos começar a fazer o técnico o Ubuntu virou o meu sistema principal, passei a usar cada vez menos o windows e cada vez mais o Linux, hoje só utilizo Linux Manjaro.

Agora no ensino superior o CEFET/RJ só utilizamos Ubuntu nos laboratórios, mas temos um problema porque o universidade tem acordos com a microsoft e o suporte para os produtos que estão disponível para os alunos não existe ou e muito fraco para Linux, exemplo sempre tenho problemas com o MS Teams porque mesmo estando no Linux ao tenta abrir os documentos ele tenta usar os programas da MS, ao invés de me deixar baixar e editar localmente.

Ex:

Esse ano mesmo, o meu primeiro ano em uma escola estadual, os laptops fornecidos vêm com Mint 18.2.

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esqueci de perguntar a cidade

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Paranaguá, uma cidade litorânea a uns 80km de Curitiba (está descrito no meu perfil)

Eu sou de Curitiba, é q aqui eu raramente verifico informações nos perfis

Aqui usamos Ubuntu LTS personalizado para todas as máquinas. Integração com AD, monitoramento com veyon e tudo mais. IFTO Campus Araguaina.

Sabem quem é responsável pelo setor?

A primeira vez que usei o linux foi na faculdade. Estudava pelo Cederj, e no Polo o sistema operacional usado pelos alunos era o Ubuntu. Uma das disciplinas era justamente ensinando a usar o Ubuntu e o BrOffice. Faz tempo! rsrsrs.
Até ali sempre ouvi dizer que linux era ruim, inclusive nas escolas que vendiam cursos do Microsoft Office. Mesmo usando Windows, depois dessa época passei a usar o LibreOffice e outros softwares livres. Há algum tempo abandonei o Windows de vez e foi uma decisão maravilhosa.

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Eu sou professor do ensino superior em Euclides da Cunha, na Bahia, mais especificamente na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), multicampi por natureza. Descobri o Linux pelo canal Diolinux, durante a pandemia e fiquei/fico incomodado com o acordo que a Uneb tem com a Microsoft (com cifras que devem ser grandes e a Universidade sucateada do jeito que vai!) de modo que os pcs de trabalho não permitem uma boa produtividade! Eles usam Teams (que é uma plataforma com amplas possibilidades, mas é difícil manter a conectividade tanto tempo).
Lembro que lá pros anos 2000, ou menos, na Faculdade de Educação da UFBA (Universidade Federal da Bahia), tive o primeiro contato com Linux, via um projeto chamado “Tabuleiro Digital” (simulando um tabuleiro de acarajé), com base adaptada do Linux Kurumin, se n estou enganado. Pois dê uma olhadinha nos links que te envio. Não estou mais na Faced, mas tem um grupo de pesquisa que pode ajudar, o GEC, coordenado pelo professor Nelson Preto. Se entrares em contato com eles, pode dizer que foi o Felippe Serpa, filho do Serpa pai que indicou. Eles saberão como aproveitar sua disposição para ajudar alguma Ong ou curso à se inserirem no mundo Linux, com seu trabalho.

Para conhecer o projeto Tabuleiro Digital:;http://www.twiki.ufba.br/twiki/bin/view/Tabuleiro/ProjetoTabuleiroDigital

Para conhecer melhor sobre o GEC (Grupo de Pesquisa de Educação e Comunicação):
https://blog.ufba.br/gec/tag/gec/

Qualquer coisa, estou por aqui.

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Obrigado pela informação!
Vou me inteirar mais do assunto e entrar em contato.

Em muitos casos, não pagam, a MS “cede” as licenças para poder formar empurradores de mouse.

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