Linux Mint revela novidades para versão 20

Confira o post completo no blog: https://diolinux.com.br/2020/05/linux-mint-novidades-versao-20-ulyana.html

Linux Mint faz mais uma nota de lançamento sobre os próximos passos para se chegar na versão 20.

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Perceberam que os novos aplicativos do Linux Mint estão sendo feitos no estilo do gnome (com a barra de título larga)? :thinking: :slight_smile:

[OFF] Adicionada a palavra “quista” para meu vocabulário com sucesso :white_check_mark: :joy:

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Acho uma pena o Mint abandonar o KDE. Não estou recebendo mais atualizações do Blog no meu RSS feeder. Será que tenho que alterar alguma configuração? a última foi a dois meses.

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Não existe razão lógica para o Mint manter o Plasma, uma vez que o Cinnamon disputa usuários com o Plasma e sendo o Cinnamon o projeto do Mint, a preferência é óbvia. O Mint dando suporte ao Plasma é o mesmo que o Barcelona colocando uma faixa no estádio dizendo “Torça para o Real Madrid”.

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Oi @phcrepaldi tenta adicionar o feed novamente: Diolinux

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sem gamemode? poxa eu jurava que teria nessa versão

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Você pode realizar a instalação pela Central de Aplicativos do Mint

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eu achei que viria nativo como veio no ubuntu 20, me expressei mal

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Eu entendi o que você quis dizer, só quis dar uma dica caso quisesse usar o GAMEMODE :wink:

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ah sim muito obrigado eu tb não sabia que estava na loja =)

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É uma pena q o linuxmint não se importe muito com animações de loading, encerramento e inicialização. O sistema ficaria tão mais coeso, e satisfatório de se utilizar. Sinto q muitas distros acabam pecando nesse quesito, e uma das interfaces q justamente conserta isso é o KDE que não é apoiada pelo pessoal do mint.

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Com o Mint 19.3 eles deram mais atenção a isso. Hoje quando você inicia o sistema ou encerra ele, o Mint apresenta uma splash screen linda. Eles ocultaram qualquer tela preta com comandos, isto na instalação em UEFI, não sei como está em Legacy.

Sobre o KDE, eu acredito que eles fazem mais do que deveriam (como sempre), porque existe até mesmo uma tela específica de loading para o meio tempo entre o ato de fazer login até a inicialização da área de trabalho, algo que eu acredito que seja completamente desnecessário e que visualmente, para mim, é estranho, já que é período de tempo é bem curto.

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Ontem eu estava passeando pelos posts do fórum oficial do Ubuntu quando topei com esse comentário no tópico do “Ubuntu Cinnamon”, que basicamente diz que o Cinnamon terá algumas regressões no Ubuntu 20.04 por causa de diferenças nas versões na lib que controla o ícones do bandeja do sistema (áudio, internet, Steam, …), e isso me levou para uma conversa no Github entre o Clem (lider do Mint) e o cara que fez o comentário no fórum, justamente sobre essa decisão do Mint modificar a lib. Eu não li tudo porque a conversa foi bem longe, mas uma frase do Clemente me chamou a atenção:

Cinnamon is a really good DE, among the few things which really aren’t working well enough is the tray. It’s just not good enough.
(Traduzindo dá algo como: O Cinnamon é um DE muito bom, entre as poucas coisas que realmente não funcionam muito bem é a bandeja do sistema. Isso não está bom o bastante.)

Até o ponto em que eu li da conversa foi o usuário defendendo as opções que o Gnome e outras libs oferecem, sendo que o Gnome cada vez mais deixa de lado esse recurso e exige que o próprio Ubuntu use extensões/gambiarras para fazer funcionar, e o Clement argumentando que todas essas opções simplesmente não funcionam ou não são boas o bastante, e que o Mint vai manter as alterações.

Acho que isso resume muito bem a mentalidade do pessoal do Mint. O Mint não é o mais bonito, mas dá para argumentar que é o mais estável e o que fornece a maior quantidade de soluções nativas.

Por exemplo, a primeira coisa que eu faço - e sei que muita gente também faz - ao instalar o Gnome é desabilitar todas as animações, que são muitas e que mais atrapalham e atrasam do que ajudam, e enquanto isso tem a bandeja do sistema que mostra apenas o ícones que o Gnome quer mostrar, um menu de áudio que não permite modificar os dispositivos de entrada/saída (não sem uma extensão de terceiros), um menu de configurações que não permite alterar o tema, e por ai vai.

Ao que tudo indica, os membros do projeto estão evitando fazer grandes mudanças e sim “jogar no seguro” como costumo dizer :grin:.

Acho que jogam seguro justamente porque essa é a mentalidade deles. Não vejo porque ficar adicionando um monte de recursos enquanto vários outros continuam quebrados, e depois ficar com ainda mais coisa quebrada.

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“única atividade que ainda precisa ser feita é a tradução para outros idiomas”, já está 100% traduzido para o português brasil no launchpad. “Estou torcendo que eles também apresentem uma solução para o pessoal que possui notebooks híbridos”, Sim ao que parece (pelo menos nas traduções) foi mencionando um app que faz a mudança no PRIME Nvidia, e intel, então se levar isso em conta, é bem provável que o mint 20 venha com alguma função para notebook com vídeo hibrido.

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Seria interessante o Warpinator no Flathub pra a galera que não é do mint baixar, até pra promover o app. Quem tiver o contato do clemente ai

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Não sei qual a treta, porém eu estava lendo alguns comentários em relação ao XFCE no site do projeto e tinha uma galera começando a reclamar da “gnomização”, que seriam essas barras longas em alguns aplicativos do XFCE (futuramente). O dev justificava o porque disto, porém eu não lembro direito o real motivo.

Talvez o Cinnamon que é uma distro mais “próxima” do gnome esteja indo no mesmo sentido.

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Acho mais bonito o “estilo gnome” :slight_smile:

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A maioria das críticas relacionadas são devido ao tamanho de tela que as barras ocupam, argumento um tanto quanto feito nas coxas porque se você colocar lado a lado, você vai ver que as barras das janelas do GNOME costumam ocupar menos espaço do que as barras consideradas “padrão”. A headbar do GNOME não é algo morto igual as barras das janelas em ambientes como o Plasma que só disponibiliza ela para que o usuário seja capaz de arrastar a janela. A headbar do GNOME segue um design muito inteligente, englobando menus e interatividade em algo que no “padrão” está morto.

“Ah, é só o GNOME tentando ser diferente, essa barra gigante não serve de nada”

Será que não serve ou as pessoas estão simplesmente tentando rejeitar a inovação? Porque será que o MacOS e o GNOME adotaram essas barras “grotescas”? Será mesmo que é só para serem diferentes?

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