Linux Mint 22 pode acabar com a versão EDGE

O Linux Mint 22 está em produção, prometendo novidades impressionantes, considerando que não é um sistema que costuma mudar rápido. Confira o que já foi divulgado para o Linux Mint 22.

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No GNOME 46, o Online Accounts foi portado para GTK4, ficando incompatível com aplicativos GTK3, ainda muito utilizado pelo Linux Mint. O recurso não apenas serve para manter o ambiente gráfico sincronizado com a nuvem, como também é importante para vários programas funcionarem corretamente.

Para resolver este problema, a equipe do Mint decidiu criar um fork, um Xapp chamado GNOME Online Account GTK, aberto para qualquer outra distro Linux ou ambiente gráfico que depende de GTK3, como o Budgie e o Unity.

Curiosamente, eu não tentei usar o recurso no arch, mas isso significa que se eu tivesse tentado não iria conseguir.

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Acho que essa divisão de esforços acaba atingindo principalmente a qualidade do software. Cada empresa deveria focar em um único sistema e daria a liberdade para a Comunidade criar as suas versões. Como bons exemplos, temos o Fedora, o Ubuntu, o Pop Os, o Zorin e por aí vai. O que acontece com o Mint é o mesmo que acontece com o Manjaro, muitas versões querendo agradar todo mundo e o produto final ou, melhor dizendo, produtos finais acaba não tendo uma adoção maior devido a muitas escolhas e menos qualidade. Foca em um e deixa a liberdade pra Comunidade desenvolver as suas versões. Assim todos estariam se beneficiando realmente de qualidade.

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Não é mais fácil o cara simplesmente usar o Ubuntu e aplicar as alterações visuais de acordo com sua própria vontade do que delegar isso, usar o Mint e ter que modificar sempre as mesmas coisas?

Acredito que está seja a última versão do Mint com base no Ubuntu LTS. Já se ver o trabalho que estão tendo em reempacotar o Thunderbird em .deb por não aceitarem os snaps.
Imagina quando o Ubuntu lançar de vez o sistema core todo em Snap? A Canonical tá desenhando isso faz um tempão e acho que a partir do 22.10 já teremos isso em produção.

Se estivesse na equipe de desenvolvimento do Mint, essa proxima versão de lançamento do Mint seria o último esforço em seguir uma base Ubuntu e viraria a chave pra o desenvolvimento em Debian e no refinamento da integração do sistema com os Flatpacks.

A base Debian daria menos trabalho ao time do Linux Mint, mas haveria pequenas regressões na experiência de uso da distro, pois para o desktop a base Ubuntu é mais refinada. O Clement Lefebvre já deixou claro que não pretende abrir mão da base Ubuntu tão facilmente.

O time de desenvolvimento do Linux Mint basicamente consiste no Clement Lefebvre e no Michael Webster, e mesmo assim eles querem ir contra tudo que eles não consideram ideal. Com um time tão pequeno, faz sentido ficar empacotando em .deb apps que sempre precisam estar atualizados? Faz sentido criar uma nova ferramenta de comunicação? Na boa, eu acho o Clement Lefebvre ambicioso demais.

Você pode achar que eu estou exagerando, mas veja que o Muffin era baseado no Mutter 3.2, lançado em 2011, até o Linux Mint 21.

Eu particularmente não consigo ver as distros imutáveis se tornando o padrão no desktop. Eu só consigo ver a imutabilidade dando certo em ambientes fechados, como são os casos do macOS e do Android. Mesmo que eu esteja errado, o Ubuntu baseado no Debian não sumirá de repente e certamente estará entre nós durante muitos anos.

Eu uso Debian e Ubuntu sem snaps. Alguém que está usando snaps saberia dizer se faz alguma diferença ou se pelo menos funciona normalmente sem problemas? No começo não tive uma boa experiência com snap. Será que ja esta mais estável e funcional?

Eu instalei a muito tempo o brave snap no debian e funcionou normal.

Os problemas dos quais a maioria das pessoas reclama nos snaps existem no ubuntu também então não é como se houvesse uma grande diferença.

A única distro que eu acho zoada pra snap, relativamente ao ubuntu, é o arch pois precisa usar o aur ao invés de um pacote do repo.

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O snapd está ficando mais maduro a cada dia, mas ainda há coisas a melhorar, como por exemplo a integração com temas. Só os temas que estão no pacote gtk-common-themes funcionam sem dores de cabeça.

O trabalho que a Canonical fez para diminuir o tempo de inicialização do Firefox beneficiou todos os snaps, mas pelo visto o LibreOffice é mal empacotado e ainda está muito ruim de se usar. De resto, tenho tido uma experiência ok até com a Steam.

Extensões de navegador que se comunicam com o host, como o GSConnect e a Integração com GNOME Shell, funcionam sem problemas.

Já é possível parar a atualização automática dos snaps, basta usar o comando snap refresh --hold.

Recentemente a Canonical recontratou o Zygmunt Krynicki, com o objetivo de melhorar o suporte do snap a outras distros. Espero que saia coisas boas daí.

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Estava sofrendo para bootar pela 1º vez após a instalação, o mint convencional no meu notebook DELL G15 5530, o linux mint 21.3 ou até mesmo o Faye, quando achei lá embaixo da pagina o EDGE, testei e na mosca, era isso, mas aguardemos os próximos capitulos

mesmo? como vc fez? baixei essa versão no meu dell g15 5530 e n foi. ainda tá o q veio de fabrica, escolhi o ubuntu.