Linux Mint 21 "Vanessa" traz desktop focado em estabilidade

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O Linux Mint 21 chegou e com ele temos diversas novidades que você provavelmente não irá ver, apenas sentir a medida que usa o sistema.

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eu acho que nunca tive problemas no mint (e deixo de fora os problemas causados por mim mesmo :rofl:)

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E o Linux Mint continua sem oferecer uma edição com KDE Plasma… :frowning_face:

Sei que posso instalar o KDE Plasma por cima de qualquer uma das edições disponíveis, mas nunca fica a mesma coisa de uma edição projetada cuidadosamente pelos mantenedores da distro

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Se você notar, todos os programas feitos ou curados pela equipe do Mint (os tais XApps) são feitos em GTK. Agora imagina ajustar isso tudo, além da interface gráfica que eles forkearam do Gnome, o Cinnamon, tbm em GTK, para Qt. Com uma equipe pequena, eles tem prioridades e escolhas… sei que o @frc_kde, nosso consultor residente em Plasma, ia aprovar, mas acho que fica complicado pros caras…

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O MInt me impressiona! Para mim, sempre foi MUITO estável, e prima pela organização e oferta de recursos para facilitar uso e manutenção do sistema. Seu desenvolvimento é conservador, e isso cobra um preço considerável quanto à atualização de kernel e de programas, mas a garantia de solidez é inegável.

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O Linux mint salvou meu computador, quando atualizei do windows 7 pro 10, perdi suporte pra vários drivers, como o do HDMI, bluetooth e outros. Com o mint voltaram a funcionar, com exceção do leitor de cartões SD, mas até aí tá de boa. Fora a velocidade com que os programas abrem no Linux, muito mais rápido que o windows!

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Por incrível que pareça, essa versão Vanessa, não ne serviu. O Node 18 não é compatível com esse codename. Tive que colocar o Kubuntu, e por sinal funcionou muito melhor que o Linux mint, sentir uma fluidez muito melhor numa máquina Intel celeron 1.50ghz, Dual core , 4Gb ram ddr3 1333.

Embora tenha usado bem o gnome, sempre retorno à distros com KDE. Por isso n fico no Mint. Mas acho um projeto muito bom!

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Melhorias internas pontuais :dart:

Nunca hei de esquecer “aquele eu” – mil vezes mais (ignorador)* de “Linux” do que sou (até) hoje – e é por isso que continuo a dar todo valor a distros (como o Mint) que, hoje, já não me atendem.

(*) Proibido escrever “ignor…” etc.

Eu aprendi, evoluí – e o Mint, não! – Viva o Mint!

A pior “evolução” que um usuário Linux pode exibir, é – “querer tirar a escada, depois que já subiu”.

Concordo 2 vezes. – Lamento que pararam de manter uma edição KDE. – Era ótima!

Instalei o KDE no Mint (depois que deixou de oferecer uma edição KDE). – Nenhum problema. – Mas, a cada upgrade, sei que o “mintUpgrade” não foi feito nem testado para isso.

Não foi por isso que parei de usar o Mint. – É porque eu mudei. Deixei de ser aquele usuário (ou) iniciante (ou) acomodado. – Mas louvo o Mint, por continuar oferecendo a melhor experiência. tanto para o usuário iniciante, quanto para o que deseja apenas se acomodar (99% dos que ainda têm PC desktop).

Eu não poderia definir melhor.

Por mais que eu mude, nunca esqueço o que fui, como fui, o que me atendia naquela época – e quais distros melhor me atenderam, quando eu tinha aquelas limitações.

Várias vezes, a evolução do Mint também me fez pensar assim. – Uma distro que atende quem preza “conservar”… sempre nos decepciona, quando lança uma nova versão.

Mas “depois”… Sempre acabei gostando do “novo patamar”. – O Mint sempre inova o mínimo possível – e logo nos acostuma a um novo patamar de “conservadorismo”.

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Lembro de uma amiga que tem TDAH. Cada vez que o Windows 10 atualizava e algo mudava de lugar ela ficava nervosa. Aí me perguntava se não tinha como voltar atrás ou impedir que o sistema atualizasse - eu respondia que não, nem era o recomendado (na época não sabia que era possível bloquear o Windows Update, o que continua não sendo recomendado, mas ao menos ia deixá-la mais calma).

Por que digo isso? Porque quem tem TDAH (e essa condição faz o usuário perder tempo ao ocorrerem mudanças visuais, de UI ou UX) ou TOC (onde essas mudanças geram uma resposta emocional negativa e/ou incômoda ao usuário) precisa de estabilidade “visual” - de novo, em coesão, UX e UI. E, nisso, o Mint (dizem que feio, mas tem sistemas muito mais feios que ele) é de se tirar o chapéu. Suas mudanças são suaves, em sua maioria, e são bem explicadas na tela de boas-vindas (que é ocasionalmente reativada justo para dar relevo a essas). Muitas distros e devs de DEs precisam levar isso em conta!

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Eu, apesar, fiz o caminho contrário – deixei de me preocupar com como o meu sistema está configurado, se tenho a minha DE favorita, se está tudo na versão que eu quero… Eu apenas desejo ligar o meu computador e usar ele, sem complicações, sem manobras, quero que tudo esteja onde eu deixei, que eu não precise me esforçar para realizar minhas atividades diárias. É por este motivo que estou adorando testar o Debian no meu laptop de mídia, e estou considerando passar ele para o laptop de produtividade.

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O Mint é tão conservador que mantém no instalador a opção de encriptação da “/home”, que não consta mais na instalação do Ubuntu.

A meu ver, manter essa opção é acertado. Fica uma solução de meio-termo, que aumenta a segurança de muitos dados dos usuários, mas não cria complicações para os novatos quanto a dual boot e recuperação de dados de um sistema quebrado.

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Por incrível que pareça, encontrei tudo isso no Arch Linux – a única distro que me deu zero problemas desde meados de 2017, ou seja, durante 5 anos seguidos.

Devo explicar que instalei o KDE Neon em 2016, e nos primeiros 12 meses “vi” alguns probleminhas, com o “rolling Plasma KDE” – e por isso, minha distro “principal” continuava sendo o Kubuntu LTS (a mesma “base” do Neon). – Naquela época, o Mint KDE logo se tornou minha “segunda distro principal”… também com a mesma base Buntu LTS.

O problema da base Buntu LTS, é que nos dá uma porrada a cada 2 anos. – Lembro que usei o Kubuntu 8.04, o 10.04, o 12.04, o 14.04… e finalmente o 16.04, que para mim, foi a glória – mais, porque finalmente aprendi o suficiente, e menos porque fosse tão melhor do que havia antes ou do que veio depois.

E como “aprendi o suficiente”? – Instalando um segundo Kubuntu 14.04 (32bit,: o “principal” era 64bit) e tentando lembrar / descobrir "como aplicar nele todas as mesmas configurações que eu tinha aplicado (aos poucos, sem muita consciência) no Kubuntu “principal”.

Foi minha primeira “luta sistemática” para “dominar” o KDE, que eu usava desde 2007 (Kurumin). – Só que, antes, cada “novo KDE” era um sofrimento, para mim.

Logo em seguida, tentei configurar um Mint Cinnamon, “igual” eu tinha feito (e anotado!) naqueles 2 Kubuntu 14.04. – Foi só então, que finalmente entendi “na real” (“realized”, dizem em inglês) o significado de “DE”. – Desde então (2016), comecei a perceber que ali estavam 90% das “diferenças” entre as distros… embora eu já tivesse 9 anos de prática / experiência regular com Linux (quase sempre KDE, vale repetir. Nunca me senti “bem atendido” pelo Gnome, MATE, Xfce, LXDE).

Nessa experiência, em 2016, é que finalmente me desencantei do Cinnamon. – Até ali, o que eu mais gostava no Cinnamon, era seu “Menu em cascata”… tal como eu gostava no velho Windows XP. – Eu odiava o “Menu em zig-zag” (padrão) do Kubuntu. Por incrível que pareça, de 2007 a 2016 eu nunca tinha percebido que o KDE oferecia a mais simples e fácil opção de trocar seu Menu-padrão pelo “Menu em cascata”!. – “Experimentar”, examinar, destrinchar etc. o KDE Plasma foi meu “grande aprendizado”, entre 2015 e 2017.

Resolvido isso (no KDE), finalmente me desencantei do Cinnamon. – Em todos os outros aspectos, mostrou-se “inferior” (em possibilidades permitidas) ao KDE Plasma. – Por isso, em meados de 2016 troquei o Mint 17 Cinnamon pelo Mint 18 KDE, que finalmente se tornou minha “segunda distro principal” (ao lado do Kubuntu 16.04, na época).

Aconteceu, então, uma coisa sem precedentes, na história do Mint. – A equipe fundadora do Kubuntu (que tinha se mudado para o KDE Neon, na KDE e.V.) ofereceu ajuda à equipe do Mint – e o Mint “atualizou para um KDE mais novo”… depois do Mint 18 KDE já ter sido lançado!

Achei ótimo – no tocante a essa cuestão disso daê, da versão do KDE – mas me “quebrou” o Mint, que eu tinha instalado ainda “Beta”… e tive de reinstalar… começar tudo de novo.

(Logo depois, a equipe do Mint descobriu que, mesmo um KDE “sem ficar mudando de versão”, era trabalho demais… Perceberam que tinham cada vez menos desenvolvedores!.. e decidiram abandonar o Mint KDE. – Acho que a “ajuda” da turma da KDE e.V. saiu pela culatra! Conscientizou a turma do Mint sobre o quanto o KDE custava para eles, em volume de trabalho).

Em suma, o Mint KDE foi para mim, 1º, uma “descoberta”, pois eu sempre tinha testado só as versões Cinnamon e Xfce. – E quando “descobri” a maravilha que era o Mint KDE… 2º, toparam “mudar a versão do KDE” dentro de um Mint já lançado… e 3º, logo em seguida descobriram que era melhor não se desgastarem à toa, e decretaram o fim da ISO Mint KDE.

Desse ponto em diante, fui me habilitando a lidar com as mudanças continuas do KDE, no KDE Neon – ele se tornou minha “terceira distro principal”… em seguida, minha “segunda distro principal”… e lá pelo início de 2018, quase que “minha distro principal”.

No começo, as “mudanças frequentes do KDE” eram o que me “dava trabalho” no KDE Neon. – Depois, recaí no meu antigo “problema” – as mudanças da base Buntu LTS a cada 2 anos!

Nesse meio tempo, eu já tinha experimentado várias distros “não-Buntu” & “não-Debian” – e acabei percebendo que a mudança constante da “base” (GNU / Linux) não perturbava meu “workflow”. – O que me atrapalhava a vida, era eu me acomodar com uma “versão fixa do KDE”… e levar uma porrada descomunal, a cada 2 anos (de mudanças acumuladas).

Ou seja, era preferível enfrentar mudanças mensais do KDE, do que deixá-las acumular durante 2 anos, e ter de enfrentar um caminhão de mudanças acumuladas.

Quanto ao GNU / Linux, acabei percebendo que não me criava problema algum, mudando em ritmo “rolling release” + “bleeding edge”. – A interface KDE, os aplicativos KDE, sim, eram o “meu problema” – e era melhor eu lidar com suas “pequenas mudanças” a cada semana, em doses homeopáticas, do que deixá-las acumular (sem tomar conhecimento delas), para depois ter de lidar com tudo de uma vez.

O Debian stable era +/- a mesma coisa – 2 anos sem mudanças no KDE – mas de 2009 até 2016, foram frustradas, todas as minhas tentativas de domá-lo, ou dominá-lo. Continuava chucro! – No fundo, eu continuava “acomodado” à moleza oferecida pela Canonical.

Em Outubro 2016, transformei meu Debian stable em Debian testing, e não encontrei nenhuma dificuldade (além das que eu já tinha com ele). – Ao lidar com várias distros não-Debian, finalmente acabei aprendendo a lidar com ele, também. – Aí, sim, as diferenças estavam no modo como cada distro implementava sua base GNU / Linux… e é nisso que me debato até hoje.

O “KDE” deixou de ser meu problema. Muitas coisas dele têm um “comportamento antigo”, por exemplo, no MX Linux e no Mageia – mas percebo que, agora, prefiro lidar com as “novidades” do KDE nas distros rolling-release, do que me apegar ao que eu “estava acostumado”.

Eis a explicação (confusa, complicada, enrolada) de por que o Mint deixou de ser uma opção relevante para mim. – Percebi que GNU / Linux rolling-release não me dá nenhuma dor-de-cabeça – e que é mais suave lidar com pequenas mudanças do KDE a cada semana, a cada mês, do que deixá-las acumular durante 2 anos (sem procurar saber de nada!), para no final levar um tapa enorme.

É claro que, desde 2009, decidi fugir daquilo que desde 2003 eram problemas óbvios, evidentes: – NVidia, jogos, hardware “comercial pré-moldado” (cheio de problemas), e agora Wifi, que parece ser o problema-da-vez. – É claro que todos têm direito de querer games. É claro que notebooks etc. são uma necessidade, no mundo atual, para quem ainda não se aposentou. E é claro que todos têm o direito de tentar aproveitar hardwares antigos, que lhes caem nas mãos, quando não dispõem de recursos para escolher outro, que seja “o ideal”.

Infelizmente, não tenho esses problemas – por isso, não posso verificar se o Mint é uma boa solução para eles. – Já não recomendo o Mint com a mesma leveza e entusiasmo, mas pelo que vejo por aí, ele continua sendo uma das melhores opções, para se recomendar.

Apenas, eu tenho o raro privilégio de poder ficar no “PC desktop”, planejado para não me dar problemas, e montado peça-por-peça, o que acaba saindo mais barato do que qualquer Notebook comercial que já vem pronto (pronto para causar problemas). – Apenas, aprendi que um Arch Linux simples, em hardware não-problemático, é mais “cômodo” do que me fixar numa base Buntu-LTS, pois não preciso reinstalar a cada 2 anos, nem enfrentar 2 anos de mudanças acumuladas.

A base GNU / Linux não costuma criar problemas – e prefiro as pequenas mudanças (constantes) da interface KDE, do que 2 anos de mudanças acumuladas.

Me sinto igualmente bem com o Debian testing, com o MX Linux (Debian stable), com o Mageia (stable: 2 anos), com o Manjaro (Arch complicado para descomplicar, ha ha), e até com o Redcore (base Gentoo), que por acaso estou usando neste momento.

Meus problemas, com esse coquetel de distros a escolher no Grub, são alguns pacotes. – Por exemplo, no openSUSE Tumbleweed, o Foliate parou de funcionar, mas como tenho várias alternativas, a preguiça me evitou de investir na descoberta da causa. Um dia desses, descobri que instalei do modo menos adequado. – O Fedora funciona bem, mas é meio chato, ter de fazer upgrade a cada 6 meses (embora isso nunca tenha falhado). – O KDE Neon continua bacana. É um pouco chato, ter de fazer upgrade a cada 2 anos. O problema é que a base Buntu-LTS mantém alguns aplicativos desatualizados. Ok, eu podia usar mil gatilhos (incluo nesse rolo PPAs, Flatpak, Snap), mas a ausência desses gatilhos nunca me bugou nenhuma distro. Falo do que elas são, sem eles. – O MX Linux, embora seja Debian stable, oferece muitos pacotes mais atuais, sem recorrer a esses gatilhos. Os caras simplesmente oferecem um pacote .deb que funciona. – O Void continua simples, útil e prático. Há só 1 ou 2 coisas que ainda não descobri como resolver. Mas funciona e me atende em quase tudo.

O PCLinuxOS me atente bem, mas a equipe se recusa a oferecer algumas coisas. GoogleEarth, por exemplo, cada um que se vire.

Ou seja, tenho várias opções, desde o Arch 100% funcional, até outras, 99% funcionais, ou pouco menos – e que, no geral, me dão pouco ou quase nenhum trabalho.

É neste sentido que o Mint deixou de ser “necessário” para mim. – Tem os defeitos do KDE Neon (base Buntu-LTS) – e seu “mintUpgrade” não é feito nem testado para o KDE Plasma que implantei por opção pessoal.

Preciso “inventar problemas” para não ficar tudo muito tedioso! – Por exemplo, instalar o Redcore, para aprender alguma coisa do Gentoo. – E de vez em quando, caçar alguma sarna pra me coçar no Slackware, que continuo sem entender, como gostaria.

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Parei pra pensar aqui que, assim como o Mint deixou de manter uma versão com KDE pelo motivo de as ferramentas criadas por eles serem todas em GTK, e dar trabalho manter uma DE alternativa com Qt e fazer tudo se encaixar, o mesmo pode acabar acontecendo com o Solus Plasma…