Instalação do Microsoft Office e fontes do Windows no Linux

Entendi o contexto agora. Realmente é ter mesmo o Office instalado. Acho que de todos o 2007 é o mais simples de instalar pelo wine.

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O Microsoft Office (tanto faz se é o 2007, 2010 e 2013) em si pode ser instalado com tranquilidade. O que pega nas versões 2010 e 2013 é que, pra quem faz uso de ativador pirata, está impossibilitado de validar uma vez que o Microsoft Toolkit não está funcionando direito nesses últimos tempos.

Mas se você tem a versão original do Microsoft Office 2010/2013, vai estar tudo de boa para você

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Você sabe se tem diferença na escrita matemática do office 365 para esses 2007, 2013…

Pq eu só ia usar o office no documento que tenho que reenviar mesmo. Iria ser uma não na roda não ter que sair do Linux para entrar no W10 só pra ver isso.

Eu até compraria de boa uma licença dessa para não ter essa dor de cabeça. (Eu ja tenho a do 365, acredito que desses outros deva ser mais barato).

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Eu tenho o Office 2007 instalado numa máquina virtual. Se você quiser é só mandar um arquivo gerado no 365 que eu abro aqui e vejo pra você se é 100% compatível. Pode mandar pro e-mail golinelhi@gmail.com

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Por que você já não o instalou no seu sistema Linux através Wine? Ele é o mais fácil de instalar uma vez que você não tem que se preocupar em rodar ativadores, apenas em ter o serial em mãos.

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Porque eu uso o LibreOffice, não utilizo o Office, então não preciso dele instalado no meu sistema. Como eu testo algumas distros no Virtualbox, também tenho o Windows 10 instalado lá.

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Opa, fui ver agora, confundi você com o Pablo :sweat_smile:, ele sim que necessita muito da suíte de escritório da Microsoft.

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Eu estava dando uma olhada nas modificações das versões release candidate do LibreOffice 6.4.4 e tem muita coisa referente à compatibilidade com o DOCX.

Os desenvolvedores são competentes e dão atenção aos bug reports, ainda que sua solução possa vir a demorar, mas eles olham, sei disso por experiência própria.

É como falei lá atrás, você tem que reportar essas falhas para que os desenvolvedores do LibreOffice, muitas vezes eles não estão nem sequer cientes do problema! Já teve problema que reportei e eles já encontraram solução para colocar na versão seguinte do programa.

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Resolvi virtualizar o W10 e o office365 em uma maquina virtual. (Meu PC é parrudo e aguentaria de boa e eu tenho o seria original dos dois).

Porém a sorte não está definitivamente comigo. Até instalo o virtualbox, mas ao abrir algum software ele trava.

Meu PC tem 16GB de ram, deixei 7 para a maquina virtual e 5 núcleos do meu i7. Ainda assim trava.

Uma atualização que infelizmente posso colocar no post de abertura deste tópico:

Encontrei um tutorial no YouTube que ensina a ativar o Microsoft Office sem ajuda de programa externo, eu o adaptei ao caso de um Microsoft Office instalado no Linux via Wine.

Abra o Regedit

wine32 wine regedit

É normal que demore um pouquinho.

Siga esse caminho: HKEY_LOCAL_MACHINE > SOFTWARE > Microsoft > Office > 15.0
Dentro dessa pasta 15.0, delete a pasta com o nome Registration ou Registro

Pode ser que continue aparecendo a janela com a mensagem “Assistente para Ativação do Microsoft Office”, mas basta apertar em “Cancelar”.
E também pode ser que, no título da janela do programa, fique com o nome “(Produto Não Licensiado)”, mas você não precisa se preocupar com isso.

Testei esse método num Office que acabei de instalar, verei como ele se comportará nas próximas semanas.

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Gente sou novo no mundo Linux e desculpe minha ignorância, mas se é tão importante assim utilizar esses softwares via Wine, não é melhor comprar o CrossOver?

Sei que o preço é salgado ($30 para versão única ou $50 para 1 ano de atualizações). Mas acho mais prático gastar esses R$150 e comprar uma licença do Office por R$50 (vendem um monte por aí, e é licença oficial).

O CrossOver já configura tudo sozinho não é? Tipo, sem dor de cabeça.

Sei lá, escrevi porque as vezes algumas pessoas não conhecem esse caminho.

Cuidado com essas licenças baratas, procure sempre comprar com o fornecedor do produto, não vale a pena investir em um código não oficial, desconfie sempre desses pressos irreais.

Produto oficial:



Deixo um link de uma matéria que pode ser bem elucidativa: Pirataria do Windows A FUNDO (com vídeo) | BABOO

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É aí que tá, “comprar” que é o problema. No meu caso, estou desempregado e se eu tivesse esse dinheiro, eu preferiria gastá-lo em outras coisas que têm maiores prioridades (e posso usar o Microsoft Office instalado numa máquina virtual ou até mesmo o WPS Office que está bem competente).

Mas quando eu começar a trabalhar, vou procurar comprar por uma licença desse CrossOver mais porque eu soube que eles contribuem com o Wine, o que seria uma forma indireta de doação.


Eu discordo. OK, comprar essas licenças baratas não é algo 100% legal, de forma alguma nego isso, mas há uns exageros aí.

Ativar um programa através de uma chave vendida por terceiros é diferente de você ativar esse mesmo programa através de um crack, enquanto no primeiro o seu único risco é ter o programa desativado tempos depois (“único risco” porque um hacker não pode inserir um número mágico na minha chave de ativação que o permita invadir meu computador depois), no segundo você corre o risco real de ter sua máquina infectada.

Esse artigo do Baboo (um cara que tem um forte viés pro-Windows), embora não diga inverdades, toca mais no ponto moral do que no ponto técnico. Um Windows ativado através de uma chave de ativação é original em todos os efeitos técnicos! Tem gente que comprou essas licenças baratas e usa o sistema há anos sem problemas.

Sim, sim, são licenças que foram compradas com outro propósito (o que justifica seu baixo valor, pois foram compradas em grande quantidade para satisfazer uma certa demanda – como meio educacional ou de desenvolvimento – que não é o caso do usuário comum), é ilegal, mas o Windows funcionará e receberá atualizações como se ele fosse um software original.

A versão Windows Home custava R$730,00 na data desta publicação. Se eu comprar licenças de R$50,00 (têm bem mais barato do que isso) e elas só ficarem durando um ano (vejo gente falando que usa Windows ativado há 4 anos com licença de R$20,00 e nunca teve problemas), ainda é mais interessante do que pagar todo esse valor do site da Microsoft, pois com R$700,00 você compraria 14 anos com essas licenças “anuais”.

É como você disse podem desativar a licença tempos depois, eu não gosto de trabalhar com incertezas, vou no que é “certo”, de acordo com minha convicção.

Meu pai tinha esse pensamento de achar muito caro, mas se for dividir esse valor, vou usar os R$730,00 do seu exemplo, por 12x (o que é possível) dá R$ 60,00 ao mês e visto que até quem possui licença para o Win7 pode ativar o Win10, é uma licença que perdura por quase 11 anos, o que pode valer e muito o investimento para quem precisa usar o Windows.

Coisa minha, mas eu penso assim:

  • Compro uma licença e uso;
  • Não posso comprar a licença, então uso alternativa free.

Não entro no campo de o que é certo ou errado levando em consideração a licença, direitos autorais ou o que terceiro vai pensar de mim, só sigo isso desde pequeno.

E como desenv sempre penso que poderia acontecer o mesmo comigo, coisa que não gostaria.

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Então cara, estamos falando exatamente a mesma coisa.

Eu também uso WPS pra 80% das coisas que uso. Quando não me atende, vou para Windows+Office.

O ponto que quero chegar é: se para alguém é importante ter Office no Linux, não é melhor pagar por isso? Se não, existe alternativas melhores como as que você mesmo citou.

Claro que cada um tem suas vontades e vale os desafios vencidos. Mas acho desgastante demais instalar o Wine na raça (para mim, pobre mortal).

Na verdade, o processo é simples, especialmente se você já tiver pegado as fontes do Windows (coisa que recomendo mesmo para outros programas, especialmente o LibreOffice), não gasto mais do que 5 minutos configurando isso. Meu texto ficou um pouquinho maior porque eu queria que o tutorial fosse acessível até para quem está começando (por exemplo, explicar o que é ~ em ~/.wine).

Pra ser franco, uso o Wine porque meu notebook tem pouca memória (mas pretendo comprar mais um pente de 4GB de RAM e um SSD), senão eu ficava usando o Microsoft Office 2013 na máquina virtual com Windows 7 (no caso eu compartilharia a pasta com os documentos), um processo ridiculamente simples.


Hoje em dia, que já finalizei a universidade, não preciso do Microsoft Office. Eu escrevo muito, mas uso o LibreOffice, pois sempre prefiro usar software e formatos livres.

Mas gosto de ter acesso ao Office, em caso de uma “emergência” ou se meu futuro emprego exigir. Se bem que trabalhando (ou seja, ganhando dinheiro), eu mude a forma como lido com esse problema do Microsoft Office no Linux, talvez eu até pague pelo CrossOver e compre uma licença de uma versão mais recente do Microsoft Office, não sei, só o futuro dirá.

Amigo, como faz pra criar essa linha no arquivo bashrc? Sou iniciante e tenho medo de modificar arquivos assim. Vc poderia deixar isso mais explicado? pq não sei exatamente onde colar o comando (alias wine32=“WINEPREFIX=‘~/.wine32’”) , se é logo embaixo de “fi”, que está em vermelho, ou ao lado.

veja na imagem o que estou querendo dizer:

(uso o Mint xfce)

Sim, logo abaixo do fi, esse novo comando deverá ficar na última linha.

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Segui todos os passos, mas na hora que dou o comando “wine32 winecfg” , o terminal gera a seguinte mensagem:

“wine: invalid directory home/saturnonix/.wine32 in WINEPREFIX: not an absolute path”

Alguém pode ajudar?
( uso o Linux Mint xfce)

Verifique bem se a pasta home/saturnonix/.wine32 foi realmente criada. Em caso positivo, delete esta pasta. Agora siga estes passos:

  1. Veja se você instalou os pacotes 32bit do Wine. Suponho que eles já sejam instalados durante a instalação, mas dê uma olhada. Creio que selecionando e instalando o pacote wine32:i386 instale o resto.

  2. Aproveite a oportunidade e baixe as versõe 32 e 64bit do Gecko daqui (as versões mais novas dos arquivos .msi) e coloque-os na pasta ~/.cache/wine, assim os novos prefixos do Wine serão criados já com o Gecko instalado. O Gecko também é importante para o uso do Microsoft Toolkit, assim como a instalação do .NET Framework 4+ é essencial.

  3. Rode o comando abaixo:

    WINEPREFIX=‘home/saturnonix/.wine32’ WINEARCH=‘win32’ wine ‘wineboot’

  4. Não sei se você se lembrou, mas é preciso também modificar o comando que você coloca no arquivo .bashrc, no seu caso ficaria assim
    alias wine32="WINEPREFIX='home/saturnonix/.wine32'"
    Olha, dê um espaço maior entre o fi e esse comando, de forma que fique mais ou menos assim:

    [...]
      . /etc/bash_completion
     fi
    fi
    
    alias wine32="WINEPREFIX='home/saturnonix/.wine32'"