Fedora 44 KDE: recomeçando do zero depois de anos evitando o Plasma

Resolvi dar mais uma chance ao KDE Plasma, dessa vez, no novo Fedora 44, que promete uma experiência mais madura do que nunca. Confira quais configurações apliquei inicialmente e minhas primeiras impressões.

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Eu já experimentei o KDE mas sempre achei ele meio poluido. Linux Mint com Cinnamon funciona muito melhor.

Até que enfim, do lado certo da força…

É brincadeira, tá?

Eu sou usuário Plasma, e não sou fã do Fedora, nem por isso digo que o Fedora é ruim, pelo contrário, o próprio desenvolvedor do KDE, Nate Graham, recomenda FEDORA KDE ou KUBUNTU.

Continuarei achando o Fedora um bom sistema, mas não a melhor escolha pra todo tipo de usuário, especialmente pra quem está iniciando. E o Kubuntu? Bom, é um Ubuntu.

Particularmente sempre fui do time Arch, usei o Manjaro por muitos anos… É a melhor implementação do Plasma? Provavelmente NÃO!.

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Porque? Gostaria honestamente de saber sua opinião, fiquei curioso…

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Tb não sou fã do Fedora por 2 motivos, um bom e um não bom.
O bom motivo é pq usei ele por um tempo e é simplesmente monótono. Tudo funcionou, atualizações feitas sem problema, nada quebra.
O não bom é que meu notebook é meio antigo então o Fedora KDE é pesado e roda visivelmente mais lento do que outras distros, sem nenhuma vantagem que justificasse eu ficar com ele. No fim das contas depois de muitos testes e trocas, o que se saiu melhor em desempenho e venho usando há meses (também sem quebrar) é o Cachy com KDE.

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Não sou um usuário avançado, somente um entusiasta; e dado a esse motivo alguns “problemas” do Fedora meio que me incomodam. Tal como no vídeo do Dio, tem muita coisa que o Nobara traz pronto e no Fedora vc tem que ativar um repositório, mexer em alguma configuração. Sistemas de arquivo, pra meu uso não vejo diferença significativa como leigo entre o EXT4 e BTRFS; por padrão o Fedora utiliza o Btrfs.

Quanto a experiência com o Plasma, pessoalmente, não acho o Fedora melhor ou superior a outras distros, como por exemplo o Arch. Mas é apenas gosto pessoal… Não usaria o Kubuntu por que atualmente não quero usar a base Ubuntu, apesar que no notebook de estudo tem o TuxedoOS, e entre a base Arch e a base Fedora, preferência pessoal é pelo Arch e derivados.

E já usei o Kinoite, mas atualmente minha imutável é o KDE Linux, mesmo ainda não estando em versão final. Entretanto o Nate Graham, já deu a deixa que se não der certo congelar pacotes do Arch, vão mudar a base pro Fedora, porque apesar de ser bastante atualizado, não é tão rápido quanto o Arch, o que facilitaria os desenvolvedores do KDE.

Em suma, gosto pessoal e experiência de uso; e como dito acima no comentário do @GusZanetti , também não acho performático em meu hardware mais antigo.

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@Tosca16 Entendi perfeitamente.

Nesse ponto você tocou em algo que eu senti no meu uso do Nobara, senti ele bem completo em comparação com outras distros. Porém não sei se pela base Fedora, senti ele muito pesado, não tinha a responsividade que estava procurando.

Hoje usando o Cashy que é base Arch, sinto que está me entregando exatamente a experiência que eu buscava no Nobara.

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Eu também noto que em hardwares mais fracos os baseados no Fedora são menos performáticos, o mesmo vale para o Suse, já tentei usar OpenSuse inúmeras vezes kk.

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@Tosca16 O mais gozado é que meu hardware não é fraco. Mas eu senti a performance muito amarrada, principalmente no que tange a interface. Eu não gosto de animações, nem efeitos visuais, desativei tudo isso. Tanto que o Cashy está com o plasma igual deixei no Fedora, e sinto a interface mais fluída. Algo que ainda não sei, mas é muito além das otimizações a nivel de instrução que o Cashy tem, deixa a usabilidade muito mais fluida que nas outras distros que usei (Pop e Nobara).

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não entendo o motivo desta incompatibilidade genética com o plasma. interface nota 10, like windows, que se usa sem problemas.

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