Ele disse exatamente o que eu sinto sobre o uso do linux

Eu já tenho que lidar com Linux várias horas por dia, já fazem 10 anos, e eu amo de paixão o fato do Arch ser como ele é. Sou obcecado pelo Pop!_OS! Mas já tenho coisa demais pra lidar na vida adulta, e consertar uma cagada que eu não sei onde e o porquê que quebrou não é mais algo mágico. Eu tento ficar longe o máximo possível de rolling release.

Tenho um PC com minha distro favorita e adoro estar por dentro das novidades, mas os pontos do vídeo são válidos. Não é porque eu sei fazer que eu preciso fazer. Claro que é uma piada o ‘Ano do Linux’, mas tem gente que de fato leva a sério essa coisa de ‘Linux é melhor’. Ele é melhor para o que ele nos proporciona dentro do que a gente precisa. Ele é melhor porque a gente gosta do Linux. Ser melhor é algo bem amplo, e a gente poderia muito bem estender pra streamings, VPN e afins. Há como fazer um self-hosted? Sim! A gente precisa? Depende.

É só uma reflexão. Com o fim do suporte do Windows 10, vou me preparar mentalmente pra decidir o que fazer, e é uma ótima oportunidade para as distros conseguirem captar os órfãos do 10. Porque, infelizmente, queira a gente ou não, é só mais uma mudança de numeração. A maioria esmagadora vai continuar no Windows, e o Linux ainda vai crescer à medida que as massas forem cansando do outro sistema mas não acontecerá um êxodo.

Boa tarde.
O linux não é um sistema perfeito como muitos a fora falam, ele tem seus defeitos tanto que muitos programadores e desenvolvedores trabalham no suporte do pinguim para garantir que o sistema continue fluindo a medida do possível. Outro ponto positivo do linux é que ele ressuscitou inúmeros computadores bem antigos.

Muitos acreditam que se migrarem para o linux após o término do suporte do W10 será por obrigação, eu sinceramente não posso dizer que foi obrigação no meu caso, eu já usava o linux quando usava o W11 pois ainda sou cliente e consumidor da microsoft e até o momento o linux me atende muito bem apesar que minha máquina não suporta a nova versão do mesmo que é o 24h2 eu não esquento a cabeça pois eu tenho o “wine”
Agora a frase “Linux não é para amadores” bom eh.. pode ser que tenha razão, é a mesma coisa que na nossa casa que tudo é organizado sem bagunça e com lei.
Essa é minha opinião.

Um bom final de semana.

Linux Mint, Zorin OS, BigLinux, Nobara, Q4OS… Não é preciso “perder a juventude” para usar essas distribuições de Linux. Eu não sou “gente de TI” e uso o Mint desde 2019 sem maiores problemas. Por outro lado, embora o Windows seja, em tese, mais plug and play, já me exigiu vez e outra uma quebradeira de cabeça, como nas vezes em que o Update falhou…

Concordo, eu tenho um pentium rodando aquele lubuntu tranquilinho só alegria.

Um bom final de semana procê tbm :call_me_hand:

Verdade, eu particularmente iria de Ubuntu ou Mint mesmo se fosse pra ter menos dores de cabeça

Concordo, porém a reflexão é sobre necessidades e prioridades, e menos sobre um ter menos problema que o outro. Digo… aos 17 anos, eu tinha tempo de construir o meu Arch da maneira que eu queria, e se quebrasse, era só reinstalar e simbora pra mais uma. Como falei no texto, é uma questão de “por quê”, e foi apenas uma reflexão. Por exemplo, eu uso Linux desde os 14 anos e já tenho quase 30, mas ainda assim uso aquilo que supre minha necessidade e otimiza meu tempo [qualquer coisa além de um OS]. Comparações entre sistemas são bem subjetivas, pois o que é “um problema” grande para mim pode não ser para você e vice-versa.

Tenha um ótino final de semana :folded_hands:

Concordo, tenho 3 distros: Fedora, Ubuntu e o Peppermint que este sou casado e escravo de carteirinha sem remuneração.

Eu ja simplesmente aceitei o fato que tenho que trocar o equipamento e continuar com a produtividade em dia
Um comentario sobre excel no threads me colocou na realidade como não da pra simplesmente colocar software livre em tudo, muito menos quebrar o projeto em uma suite altenativa que vai quebrar o documento num ambiente de produção.
Ficar resistindo as vezes não compensa

O famoso ERP: Excel Resource Planning

Pô, esses dias um cliente veio com um documento ODT feito no LibreOffice (palavras dele) no Windows, e quando eu abri (no LibreOffice no Windows também) simplesmente não carregou o texto e nada, aí eu fiquei “:thinking: ué?”

Nisso, um colega lá na hora me sugeriu converter num site aleatório de ODT para PDF… e funcionou :person_shrugging: mostrou o texto corretamente e tal. E a única explicação para isso (imagino) seja algum tipo de incompatibilidade entre versões, sei lá, talvez o cliente estivesse usando uma versão muito antiga do LibreOffice e eu a mais atual.

Eu uso o OnlyOffice e gDocs e muitas vezes, acaba tendo conflito de texto ficando bagunçado

O Leon é bem inconsistente nesse aspecto nunca dá pra entender o que ele realmente pensa sobre Linux, num vídeo ele fala que é “ok”, no outro que foi mais fácil que Windows… ao que me parece ele só queria motivo pra usar um Apple Device

O Excel é a mina de ouro da Microsoft. Há uma dependência muito grande das planilhas de Excel nos ambientes profissionais. Não fosse isso, seria OK deixar o Office para trás.

O ideal mesmo é termos um dia bem menos dependência de um produto só.

São umas idas e vidas de ideias mesmo… E essa conversa de que não aprende porque “a vida é curta” é meio torta. Fica parecendo que toda distribuição de Linux é exigente feito o Arch e o Gentoo…

O Excel é meio difícil de substituir mesmo, ele é imbatível. Eu uso o LibreOffice Calc sem problema, mas hoje não faço nada muito mirabolante com planilhas.

Ou como nesse meme aqui.

kkkkkkkk ele acha que engana, applezeiro de primeira.

Oi !

Este ano tem sido especialmente significativo para as distribuições Linux. Sinto que, mais do que nunca, o ecossistema amadureceu — a ponto de tornar o uso diário mais tranquilo e fluido. Tenho brigado cada vez menos com o sistema, encontrando soluções intuitivas, automatizadas e eficientes para o que antes exigia tempo e paciência. O que antes parecia reservado apenas a entusiastas técnicos, hoje se apresenta como uma alternativa real para quem quer apenas usar o computador como ferramenta de trabalho.

Reconheço que o macOS tem seu charme — especialmente pela confiabilidade e pela quase inexistência de downtime. Mas isso vem a um custo elevadíssimo. Uma distribuição Linux bem configurada também pode atingir esse nível de estabilidade e fluidez. E é justamente aí que começa uma reflexão mais profunda: não se trata de escolher entre sistema A ou B, mas sim de pensar o que se faz com a liberdade que cada um proporciona.

Hoje valorizo muito mais qualquer sistema que me ofereça um pós-instalação sem atritos, que funcione com o mínimo de intervenção. Já não tenho mais o mesmo tempo ou disposição para construir minhas ferramentas do zero. Quero usá-las. Quero aprender outras coisas. Quero me desenvolver na minha profissão — e, para isso, o computador é um meio, não o fim.

É por isso que continuo usando Linux. Não apenas por ideologia, mas porque ele me oferece ferramentas robustas sem cobrar um preço financeiro abusivo. Já foi um saco aprender a lidar com o sistema, mas hoje a curva de aprendizado é consideravelmente menor — especialmente graças a distribuições como Zorin OS, Pop!_OS, Linux Mint e outras que têm feito um trabalho notável em reduzir a fricção para o usuário comum.

Mas aqui vale uma crítica importante: a barreira de entrada ainda existe — e, em muitos casos, está se tornando maior. Isso pode parecer contraditório, mas à medida que as pessoas se especializam mais nas suas carreiras ou desenvolvem interesses mais técnicos e específicos, elas passam a exigir sistemas que “simplesmente funcionem”. Para essas pessoas, tempo é recurso. Elas não estão ali para aprender como editar arquivos de configuração ou compilar drivers. Elas só querem usar o computador como uma ferramenta para alcançar seus resultados.

Por isso é fundamental reconhecer o valor dessas distribuições mais acessíveis — mas também o valor das pessoas que reconhecem essas barreiras, que criam conteúdo, que ajudam, que constroem comunidades acolhedoras. É essa cultura de empatia e compreensão que mantém o Linux relevante e acessível. Não basta termos sistemas poderosos — precisamos também cultivar espaços e práticas que tornem esse poder acessível para mais pessoas.

No fim das contas, trata-se de liberdade, sim. Mas liberdade real só existe quando ela é acompanhada de acessibilidade, acolhimento e consciência de que nem todo mundo quer — ou pode — ser um “usuário avançado”. E tudo bem com isso.

Abração e boa semana !

Então, mas nessa confusão entre o LibreOffice tendo inconsistências entre si mesmo em diferentes versões e entre outras alternativas (eu tinha a impressão que o GDocs era o melhor), qual a opção?

Porque ficar tendo essas inconsistências bizarras num projeto é uma m… :laughing:

O que ele disse realmente pode soar confuso, e é… É a dialética se impondo. Algumas pessoas vão se identificar com o que ele disse, por meio que refletir a própria luta interna.

Por exemplo, o seu caso, ao mesmo tempo o “tesão” e o “cansaço” da montanha russa que é explorar uma rolling release.

Se eu baixar o documento em docx. do gDocs, aí o OnlyOffice abre ele normalmente

Na verdade todos vão se identificar, Leon deu uma de João Bidu