Distro Windowsfx lança versão com visual baseado no Windows 11

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Se você curtiu o visual do Windows 11, mas não poderá usar o sistema por possuir uma máquina incompatível, a distro Windowsfx pode ser a solução.

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O potencial dessa distro é grande e é perceptível que os desenvolvedores têm se dedicado bastante a aperfeiçoá-la, demonstrando capricho. Trata-se de um mérito que deve ser reconhecido.

Contudo, ainda não consigo aceitar a natureza do projeto. Uma coisa é se inspirar no Windows buscando reduzir a curva de aprendizado. Outra é desenvolver algo que se assemelha a uma cópia (aproveitando até mesmo os logos e o nome!). Não considero apropriado e, além disso, creio que passa uma imagem negativa do mundo GNU/Linux (o GNU/Linux precisa literalmente copiar o Windows para ter sucesso?).

Ao meu ver, se é “idêntico” ao Windows ao ponto de enganar um usuário desprevenido (ao menos em um primeiro momento, até esbarrar nas diferenças - e limitações - por ser GNU/Linux), então abre espaço para questionamentos.

Também questiono a venda de uma licença opcional “Pro” considerando o exposto (não teria nada contra se não houvesse essas questões que mencionei acima), ainda mais porque o próprio sistema avisa sobre a possibilidade de compra.

Há algum tempo atrás eu já havia comentado que gostaria de ver esse sistema mantendo alguma semelhança com o Windows, mas sem buscar copiá-lo. Os desenvolvedores já demonstraram que são talentosos e que podem fazer isso. É possível pegar o conceito e alterá-lo sem perder a essência.

Do jeito em que se encontra (e parece que irá continuar), não posso recomendar a distro, mesmo considerando a questão da falta de compatibilidade do novo Windows 11 com hardware antigo. Não vejo o Windowsfx como solução.

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Já me questionei muito sobre isso, sempre q surge 1 projeto assim ( Freedows e Famelix - XP, depois BRLix - Vista) pessoal do Windows sempre comenta: se fosse bom, não precisava imitar em tudo o Windows.

Chamo isso de padrão win-like, o menu e o posicionamento dos “lançadores” no estilo do Windows, porém, não são literalmente iguais, visualmente falando ao outro sistema.

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Concordo inteiramente! É um belo trabalho que tem seu brilho prejudicado por essa marca de “clone do Windows”. Não há pragmatismo mercadológico que justifique.

O trabalho de integração de uma distro Linux com os serviços da Microsoft é o ponto forte do projeto. Espero ter notícias interessantes de sua evolução nesse sentido. É o que deveria ser a marca do FX.

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Exato! E não há qualquer problema em tomar o workflow, o posicionamento dos itens e até o estilo do Windows como referência. Não é justificado, contudo, passar desse ponto e começar a literalmente se apropriar do visual (e dos logos e do nome) do Windows.

Não é algo bacana para os desenvolvedores, para os usuários e nem para o mundo GNU/Linux.

Não vou negar: já peguei pesado com essa distro no começo. Mas hoje percebo que ela tem seus méritos e que os responsáveis por ela são dedicados.

Esse é um projeto que eu gostaria de ver fazendo sucesso. Mas não no modelo atual. Eu torço para que mude ao longo do caminho e que, dessa forma, alcance um ponto de destaque.

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Legal, contudo desde que se confie no desenvolvedor já que há um backdoor de fábrica.

Um daemon, que supostamente é um atualizador, de código fonte fechado está rodando em background e pode executar scripts que o desenvolvedor envia. Aí que entra uma relação de confiança: o quanto você confia no zé das refisefuquis para colocar seus dados nas mãos dele?

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Vou ter que concordar. É inevitável pensar que parece um Windows pirata, no sentido mais tradicional da palavra, parecendo uma falsificação. Se eles tivessem todos os mesmos elementos, sem tentar SER o Windows, mas criando sua própria marca e solução, se inspirando no Windows, como você mesmo disso, para mim seria muito melhor. Para muitos novatos que conhecerão o sistema através dele, pode passar a impressão de que Linux é só uma cópia não completamente funcional do Windows.

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Essa distro tem o mesmo problema do Endless OS, focam tanto onde não deveria que esquecem completamente de onde importa realmente… Tempo, esforço e energia jogados fora… Eles acabam não atendendo o público alvo, pelo que vi nas interwebs todo mundo que pegou a onda do Windowsfx 11 e publicou o Hardware tem o bentito TPM 2 e processadores compatíveis, são basicamente escovadores de bits

E mais: não fecharam o plasma, pra variar