Distribuições para ficar de olho em 2022

https://diolinux.com.br/tecnologia/distribuicoes-para-ficar-de-olho.html

Um novo ano se apresenta e algumas distribuições Linux podem chegar trazendo novidades interessantes para você ficar de olho.

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Uma boa parte das “distribuições” mencionadas dependem do trabalho que é feito para o lançamento do Ubuntu. Ninguém acha isso interessante?

Pra variar, o colega erra feio… Foram citadas nove distros. Três têm base no Ubuntu, sendo que uma das três está se distanciando dessa base…
Minha grande alegria por ver a melhor distro brasileira da atualidade lembrada nessa lista.

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Acho que dá pra colocar duas, o Mint tá só usando os pacotes o resto tá pegando do Debian

Arte do @Rodrigo_Chile para lembrar que o TigerOS está na páreo, embora não na lista.

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Podia por o Tiger OS no lugar do CutefishOS, porque ainda que ele ganhe uma versão estável, ele é dependente do JingOS estabilizar pra ter algo minimamente funcional (eles tem uma relação iPad-Macbook, só que mais fechada)

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O erro está em pensar que Linux “serve é para computador antigo”. Se fosse isso mesmo, o GNOME não teria o status que tem.

O Steam OS está aí como resultado de uma visão de distros Linux que vai muito além de ser “muleta para máquinas fracas”.

De todo modo:

(1) Lubuntu, Mint XFCE, MX Linux etc. rodam bem em muita máquina modesta. O Lubuntu 20.04 LTS roda com boa responsividade no notebook Compaq CQ-23 com 2 Gb de RAM e Celeron que minha esposa ganhou em 2016. O Debian 11 XFCE nada fica a dever em meu portátil STI Infinity 1422 comprado em 2011, com Pentium Dual Core e HD de 5400 rpm.

(2) Máquinas bem modestas podem muito bem ter sua vida estendida com distros como o Emmabuntus, o AntiX, o Bodhi Linux, o Q4OS com o Trinity Desktop e mesmo o Debian com LXDE. E nem entramos no campo das distros minimalistas, como Puppy Linux, Tiny Core, SliTaz, Porteus etc.

Enfim, a lista de distribuições para ficarmos de olho aponta para o futuro, e para um uso de distros de Linux para produtividade, negócios e intensa criatividade.

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Apesar do cenário que você citou ser uma realidade, não há indícios de que isso é estratégia do Google. É apenas um efeito colateral.

Fosse isso verdade, não teríamos vários modelos de smartphones lançados pelo Google sem suporte para atualizações recentes.

Outro ponto que discordo é dizer que os “desenvolvedores Linux” não estão fazendo um bom trabalho para dar suporte à hardware antigo, fosse isso verdade, o próprio Android não seria capaz de rodar na citada máquina.

Nós como usuários de sistemas operacionais Linux precisamos parar de colocar “tudo no mesmo balaio”, existem diversas soluções para todo o tipo de caso de uso possível, então cabe a nós escolhermos a mais adequada.

:vulcan_salute:

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Na verdade a culpa não é inteiramente do sistema operacional, software em geral estão cada vez mais cheios de recursos, funcionalidades e mais umas 300 abobrinhas que os deixam cada vez mais inchados e pesados sem falar que uma imensa parcela de programadores os fazem nas coxas e desenvolvedoras que não estão nem ai para otimizar certas coisas além de nem corrigir falhas criticas de seus programas. A Web também tem um imensa parcela de culpa nisso.

Também existe o outro lado da historia, hardware evoluiu muito e o software acompanharam isso, então hoje em pleno 2022 querer que algo de 2002 como um Pentium 4 com 512MB rode algo satisfatoriamente bem é um pouco fora do consenso. Talvez sirva para outra coisa como um pequeno o servidor de arquivos ou um servidor web sem interface gráfica, todo hardware tem seu tempo até mesmo nós temos prazo de validade, podem argumentar que muitas pessoas não tem condições de comprar PC novo mais isso não invalida a realidade.

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@Sergio_H o TigerOS atende perfeitamente máquinas com 2gb de Ram, basta desabilitar o painel de boas-vindas e a detecção do bluetooth da inicialização, para economizar quase 100mb de Ram. Aliás, desabilite TUDO que não for necessário ou tenha suporte, q o consumo cairá drasticamente.

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Meu primeiro computador tinha 16 MB de RAM. As primeiras máquinas que usei, salvo engano, 2 ou 4MB (na escola técnica), excluindo os terminais burros que já faziam muita coisa, inclusive chat via mIRC em tela monocromática kkk

Então, hoje, não consigo entender esta obsessão por baixo consumo de RAM, eu faria exatamente o contrário. Acredito que uma estratégia inteligente seja alocar o que puder na RAM e ter maior performance de aplicação. Provavelmente alguns SO’s adotam esta estratégia também.

O problema não é usar muita RAM, o problema é a Interface usar muita RAM,

Debian,Mageia,Void,Solus sempre fica de fora! :roll_eyes: :thinking:

Até compreendo, Debian e Mageia não tem versões anuais Debian 11 e Mageia 8 saiu ano passado e não tem nada para 2022, Solus é RR e Void é para algo bem de nicho.

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É porque a esmagadora maioria das novidades dessas distros não advém da distribuição em si mas sim de projetos de fora, e excessão é o Solus, mas o Solus além de ser RR provavelmente só irá apresentar novidades em 2023

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Seu comentário é interessante.

Mas também acredito que não deva-se mencionar que a falta de otimização nos atuais programas de computador faz com que gaste-se muito mais recursos para entregar o mesmo ou menos se comparado a outros períodos da informática. Os softwares feitos em Electron são um exemplo de desperdício de recursos, pois carregam uma instância inteira de um navegador web (e todos os recursos desse navegador) somente para um único aplicativo.

No meu trabalho uso um aplicativo que tem versão para Windows, mas ocorre que o consumo de recursos pelo aplicativo é muito grande. Então uso apenas o Chrome com o site em forma de webapp, só perde-se uma única funcionalidade (que é irrelevante).

Às vezes pego um software que existia na década de 90 e que continua tendo versões atuais, na década de 90 um computador com 16 mb de RAM era o suficiente para rodar o software, mas agora o mesmo software com poucas funcionalidades a mais (nem sempre visíveis para o usuário) requer 200 mb de RAM só para entregar o mesmo resultado da década de 90.

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