DioCast: Pagar pelo sistema operacional não é um problema, mas...

https://diolinux.com.br/diocast/diocast-pagar-sistema.html

Quanto você está disposto a pagar pelo sistema operacional? No episódio de hoje do DioCast, tivemos uma discussão sobre a preferência do usuário a utilizar um sistema pago ao invés de optar por uma alternativa gratuita.

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temos de mudar o paradigma pra quem usa linux: de graça, nem relógio! o que custa pagar o que cada um pode dar?

por exemplo: se 20 mil usuários do zorin pagarem 1 dólar/mês, serão 20 mil dólares mensais para aplicar no projeto. poderão contratar um ou dois técnicos para dedicação exclusiva e entregar um produto cada vez melhor. seria um começo.

quem puder assinar 5 dólares/mês, 10 dólares/mês etc, que o faça. compre ou assine a licença.

outra vantagem: pararemos de usar distros baseadas na “colaboração em tempo livre”, que não se sustenta mais. temos de profissionalizar o pinguim o mais rápido possível.

creio que o desafio será fazer os pagamentos por meio de um sistema acessível e de baixo custo, que permita a pessoas do mudo inteiro contribuir.

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Gente, é a velha máxima do mercado: Usuários compram benefícios e não o produto, produto tem preço, benefício tem valor. De que adianta ser de graça se não tem nenhum benefício? Ser seguro, fácil de usar, respeitar a privacidade e ser estável NÃO É diferencial, é OBRIGAÇÃO. Enquanto as distros continuarem focando em mostrar que fazem o que é obrigatório e pior, não levar isso a público, não importa se é de graça, as pessoas não vão usar

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Esse podcast veio sintetizar debates que surgiram ou foram “reaquecidos” na comunidade nas últimas semanas, sobre os porquês de software livre não ser amplamente adotado em empresas e serviços públicos.

Muitas pessoas usam o Windows e não sabem que ele é pago, fui na casa de uma cliente e ela ficou surpresa ao descobrir que tinha de pagar uma assinatura do office 365!

A maioria das pessoas não são usuários de Windows, Ubuntu ou Fedora. e sim de navegadores de internet. (Chrome, Fire Fox), processadores/editores de texto (Microsoft office, Libre office )e etc. Ninguém fala que usa o tipo do programa e sim o nome do programa. Ou seja Marca pelo Produto.

Falar pra usar uma alternativa a algum programa incompatível com o sistema operacional não resolve o problema dela. Você pode criar um novo, querendo que ela aprenda e substitua uma fermenta que ela pode ter anos de acurácia ou que pagou caro para usa-la.

Exemplo próprio: meu internet Banking, nunca mais usei ele no computador pois no celular é muito mais simples e fácil de usar e não causa problemas de desempenho e etc. Como no pc.

Concluindo, Se o Photoshop CorelDraw e etc estiver disponível para uso, pouco se esta no Windows ou no Ubuntu. Muitos usuários que pagam só querem evitar dores de cabeça e por isso quem resolve o problema do computador deles são os técnicos de informática ou suporte especializado de marca e/ou produto em questão.

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Primeiramente parabéns pelos ótimos conteúdos do Diocast!
Realmente muitos usuários não tem nem ideia de como funcionam as coisas, eu lembro que quando comprei o meu primeiro notebook eu não sabia nada, então me indicaram um cara para formatar e instalar o Windows, olha só o absurdo que eu fiz por não entender nada na época, o cara tirou o Windows original, e instalou um pirata, e eu ainda paguei por isso.

Depois que eu entrei na faculdade em 2016, comprei um notebook com Linux Ubuntu na época, mas veio em inglês, e como eu não conhecia bem o Linux não consegui mudar para o português, pedi pra uma amiga formatar e instalar o Windows de novo pirata, depois fui entendendo como funciona e então decidir sair da pirataria, comprei uma licença pelo Mercado Livre, não lembro exatamente quanto custou, mas não chegou a R$ 200,00 até que funcionou, mas ainda fiquei desconfiado, então comecei a usar dual boot, depois abandonei de vez o Windows, hoje já entendo o quanto é perigoso usar software pirata e sempre que posso apresento o Linux para as pessoas.

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Conceito básico apresentado pelo podcast, pirataria não é legal, literalmente. Mas ajudou a consolidar um modelo de negócio.

O windows enquanto “instituição” se infiltrou em todos os usuários de PC, sem distinção, grande parte nem sabe se usa software pirata ou não, sendo que uma parte nem se importa.

Acredito que nosso trabalho enquanto usuários de opensource é de mostrar as alternativas, apresentar aos que não conhecem, mas sem tratar isso como religião ou conceitos de certo ou errado, como foi dito, cada sistema funciona melhor atendendo a que cada um busca.

Fanatismo e polarização detonam qualquer coisa, parabéns a todos os envolvidos no podcast, discussões sempre esclarecedoras e de excelente nível. Com esse tipo de abordagem nossa comunidade só tem a ganhar

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“Ser seguro, fácil de usar, respeitar a privacidade e ser estável NÃO É diferencial, é OBRIGAÇÃO.” Concordo plenamente.

Bom, você ainda continuou na pirataria.

https://answers.microsoft.com/pt-br/windows/forum/windows_10-windows_install/windows-10-pro-de-59-reais/94d2286e-f277-4254-a717-42e3a46f6a37

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Acho que você esqueceu de lêr que eu fiquei desconfiado que não era original, sem contar que pouco tempo depois eu abandonei o Windows de vez, já fazem uns 3 a 4 anos que não uso.