A maioria das distros imutáveis incluem o Docker ou o Podman em suas estruturas, o que quer dizer que basta um simples comando para subir um contêiner novo. Se preferir, você ainda pode usar o acesso a Flatpaks para instalar interfaces gráficas como o DistroShelf, Portainer, entre outras para gerenciar os contêineres.
A infra estrutura de conteineres é bem robusta e flexível, então, dá para fazer muita coisa com eles. Por exemplo, o PsiGreg criou uma “infra de nuvem” no PC dele.
Em distros imutáveis a chance disso ocorrer é muito baixa, porque “o sistema” é baseado em uma imagem gerada pelos desenvolvedores - nenhum pacote que realmente quebraria o sistema pode ser facilmente trocado por um usuário desavisado. Em distros que implementam layering, existem mais pontos de falha. Porém, basta reiniciar o sistema e dar boot na última imagem válida para ter seu sistema rodando novamente.
Principalmente se o usuário seguir a lógica e adotar flatpaks, appimage, snaps ou contêineres - as chances de quebrar o sistema são realmente muito baixas.
No meu vídeo sobre o KDE Linux eu explico um pouco mais sobre isso, mas na prática o “Project Banana” não é só um Arch com KDE - o pacman e seus recursos não estão disponíveis para o usuário. Se vocẽ quiser usar o AUR, vai precisar subir um contêiner de Arch e fazer isso através dele.
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