Como converter EXT4 para BTRFS sem perder dados

https://diolinux.com.br/tutoriais/converter-ext4-para-btrfs.html

Veja como converter EXT4 para BTRFS nas partições do seu sistema sem perder arquivos ou precisar formatar a máquina.

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Já usei o btrfs-convert e não tive problemas.

Gostaria também de deixar um elogio pelo artigo, extremamente completo!

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Quem sabe na instalação do Fedora-37 eu mude p/ o btrfs

Excelente artigo. Entretanto, eu não realmente vejo uma vantagem clara em mudar para o BtrFS (falando isso em relação a usuários comuns em um computador pessoal, ou seja, o meu uso). As diferenças são realmente mínimas, considerando os meus testes em vários computadores que usei desde 2015. Talvez em um uso mais específico faça alguma diferença.

Prós de usar BTRFS:

  • Suporte a snapshots do sistema: relacionado a backups e restauração do sistema;
  • A funcionalidade “Copy On Write”: gerenciamento de arquivos mais rápido e mais economia de espaço em disco;
  • Compressão de arquivos, entre outros.

Fiquei ainda mais curioso agora em testar, sempre usei ext4 a vida toda!

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Fiz a conversão de meu HDD para BtrFS + compressão zstd

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Bem como o openSUSE já usa o BTRFS já tem um bom tempo, já se tornou natural eu usa-lo ainda mais por ter o Snapper por padrão… que na verdade salva vidas (literalmente) e como sistema de arquivos da /home que sempre uso separada em XFS, mesmo sabendo que com EXT4 arquivos menores trabalham mais rápidos que seria bom para usar na /home.
Mas deixo a distro seguir seu rumo e vou com ela. Nunca, nunca tive problemas com BTRFS e nem com XFS.

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Tenho algo a dizer sobre o comando para reinstalar o grub:

grub-install /dev/vda2

No caso dos sistemas BIOS/Legado eu recomendo que seja incluído um parâmetro adicional, que no caso seria esse:

grub-install --target=i386-pc /dev/vda2

Principalmente quando estamos rodando o sistema em modo UEFI e tentamos recriar o GRUB em um sistema que foi instalado no modo BIOS.

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Usei Ext4 durante muito tempo até conhecer o Fedora. Agora estou acostumado com o BRTFS e não vi nenhum problema. Parabéns pelo artigo!

+1 por aqui. Tanto o Timeshift quanto o Snapper (e, no caso das instalações Arch-based, o BTRFS Assistant) manejam muito bem os snapshots (pontos de restauração).