O que faz um código ser bom? Quais estratégias as pessoas podem adotar para lidar os crescentes perigos da engenharia social e com a realidade da Inteligências Artificiais cada vez mais presentes em nossas rotinas? Vamos discutir estas e outras questões neste Diocast com a presença de Filipe Deschamps.
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Honestamente, algumas coisas são bem fáceis de perceber, por exemplo, você tem uma classe que representa uma lista de itens na interface, e ali, naquela mesma classe você está:
- Fazendo o request HTTP para obter dados do backend;
- Validando os dados que você manda e recebe deste request;
- Filtrando a lista por nome, onde o preço é maior que X e todos foram adicionados até semana passada;
- Estrangulando a requisição, para não engasgar a tela com 1000 itens;
- Verificando se a pessoa autenticada é administrador e pode editar ou só cliente e pode apenas ver;
Dentre vários outros aspectos transversais ao problema que o software tem que resolver.
Vira um inferno… Apenas mudar a parte visual, sem tocar em todos esses aspectos que estão ali juntos no mesmo lugar, é completamente impossível, e testar essa maçaroca é quase impossível.
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