A equipe responsável pelo Lubuntu lançou o Lubuntu Backports PPA, com os últimos lançamentos do ambiente de desktop LXQt.
O objetivo é atender aos pedidos dos usuários, que aproveitarão o desktop LXQt mais recente, em cima da última versão estável do Lubuntu.
O foco continuará nos novos lançamentos, testados antes de irem para o Backports”, tornando-o um meio-termo perfeito entre estabilidade e novos recursos.
Quem adicionar o novo repositório aos seus sistemas, aproveitará os recursos mais recentes das versões não LTS antes dos que não o fizerem.
O Lubuntu Backports PPA está na fase beta e você pode adicioná-lo com o comando:
sudo add-apt-repository ppa:lubuntu-dev/backports-staging
obviamente por SUA conta e risco!
Só não esqueça que ele será apagado quando sair a versão final, sendo necessário reinstalá-lo para acessar os aplicativos nas versões finais de cada atualização.
FONTE: aqui
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Boa medida para dinamizar a experiência de uso do Lubuntu 22.04, que é uma variação do Ubuntu meio esquecida e perdida em seus objetivos.
O Lubuntu não é mais um sistema superleve (a edição 18.04, por exemplo, era impressionante na capacidade de rodar em máquinas modestas!). O LXQt não tem a frugalidade no uso de recursos do LXDE, e seu desenvolvimento vinha bem devagar, ainda mais lento que o do Xfce.
O LXQt precisa urgentemente de upgrade visual, principalmente em seu menu, que é tosco em comparação com o que os outros ambientes gráficos hoje oferecem. Só valeria a pena contar com um ambiente gráfico tão simplório visualmente se a leveza impressionasse. Ainda assim, distros como o Bodhi Linux mostram que elegância e muita leveza são conciliáveis (é enorme pena que o Bodhi seja um projeto pequeno, aliás).
Quanto ao Lubuntu, parece um ”primo pobre” do Kubuntu na comparação em tudo. Chama muita atenção o problema sério de tradução para outros idiomas. E é ainda mais gritante aquele problema com o domínio do site oficial, que sempre fica depois do “lubuntu.net” nos resultados do Google e de outras ferramentas de busca. A impressão que fica é de precariedade.
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A realidade amarga é que o Lubuntu morreu depois que abandonou o LXDE. Poucos usuários gostam e usam o LXQt, fora o tempo que levou para ter uma versão “estável”.
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A esperança é que o Lubuntu surpreenda com o LWQt, que seria o Lubuntu compatível com Wayland, que só está na intenção por enquanto…
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