Bodhi Linux 7 traz nova opção com kernel mais recente

Veja as novidades do novo Bodhi Linux 7, versão do sistema que consome ainda menos recursos computacionais, oferecendo um ambiente Linux com ferramentas modernas.

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A mais ou menos um ano atrás, o computador que eu utilizava pra faculdade e afins simplesmente parou depois de uma atualização do sistema (na época, utilizava o Windows 8.1). Até este momento, tudo que eu sabia sobre Linux é que era um sistema mais leve que o Windows e que o Android era baseado nele.

Depois de esperar durante algumas horas enquanto o computador prosseguia na tela de “Iniciando Reparo Automático”, comecei a pensar que talvez o sistema do Bill Portas estivesse começando a ficar pesado demais para o i5-3337U e procurei sobre outros sistemas que poderiam ser mais leves e que pudessem executar tarefas simples como navegar na internet e editar arquivos de texto.

Foi aí que eu conheci o Bodhi Linux. Após ter visto ele em várias indicações de técnicos de informática (embora eles o usassem como sistema de recuperação de arquivos), resolvi instalar e começar a experiência completamente nova que era usar Linux depois de quinze anos habituado ao Windows.

Os primeiros dias foram dias de sufoco e aprendizado doloroso: a interface do Bodhi possuía funções que eu não estava sequer habituado a utilizar. Vários atalhos estavam remapeados por padrão para outras funções (um exemplo frequente era o Alt+F4, que não possuía função por si só no Moksha, logo o sistema acionava a função do F4, que trocava de área de trabalho. Então, ao invés de fechar a janela, eu apenas olhava enquanto a área de trabalho inteira pulava pra quarta posição).

Com o tempo, comecei a me acostumar com alguns aplicativos. Mesmo o Synaptic com seu visual “atemporal” me ajudou a muitas vezes encontrar soluções para problemas que eu certamente só conseguia resolver de uma forma. Também foi durante essa época que eu conheci o Diolinux no YouTube e passei a me sentir mais confortável usando alguns outros recursos, como por exemplo o tão temido pelos usuários novatos, o Terminal.

O que me abriu os olhos e me fez gostar de Linux foi o fato de que, depois de várias semanas estudando, seguindo guias e walkthroughs pela internet, eu havia conseguido fazer um jogo de Windows rodar pela Steam através do Proton e com praticamente a mesma performance que eu tinha no Windows.

O Bodhi Linux me proporcionou tudo isso e eu sou muito grato ao projeto. Se você ainda não testou o sistema, dê uma olhada. De repente, pode ser um ótimo sistema pra aquele computador que está parado na estante.

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Tenho um positivo zx3020 bem ralezinho com touch que uso só pra ficar rodando netflix enquanto trabalho ou jogar algumas coisas no retroarch.
O bodhi 6 na época foi o único sistema que consegui instalar e pegou muito bem (menos a rotação automática) mas tentei instalar outros sistemas e depois disso nunca mais consegui instalar de novo dando um erro do grub não encontar o bot infelizmente… Mas to usando o zorin lite nele agora que funciona medianamente bem, mas melhor do q. Tava o windows.
No live parece ter ficado muito melhor o bohdi 7, pena que não consigo instalar

Essa figura de amostra de uso de memória no artigo tá roubando com uma aplicação a mais (provavelmente um navegador) aberto.