Atualização fedora

Artix como Distro principal agora?

Bom dia, @Robertope

Sim, já vai fazer 5 meses que instalei, e passei a usar quase o tempo todo. – Nesse período, passei 1 semana usando Fedora, 1 semana usando Arch, e 1 ou 2 semanas usando outras, para fazer algunas comparações.

Anotações, aqui. – Ainda falta registrar umas 3 coisas, mais recentes:

  • Configuração de Idioma / Localização en_IE
  • Observações sobre CPU & Temperatura com Google Earth, Youtube, Facebook no Google Chrome
  • Instalação do Kernel LTS e observação de resultados
  • Configuração completa do lm_sensors

Estou utilizando como Distro Principal já a uns 3 meses. Plasma como você e o open-rc. O que, talvez, tenha feito diferente é que habilitei o chaotic-aur.

Bah…

… o Auto-Login estava entrando direto no Wayland.

Fiz Logout, escolhi X11, loguei, e voltou tudo ao normal.

o oitavo pilar: automação despertou-me bastante curiosidade … !

nem eu conhecia, já somos 2 :joy:

Eu tenho algumas partições backups e shared (quando usava torrents ..)

Mas por exemplo a pasta Documents (Documentos) da home pode ser um symbolic link para uma dessas partições ?

De facto o Wayland por mais bom que seja, ainda existe muito software que ainda utiliza o X11 / Xorg, e é por isso que ainda utilizo-o até ver com o XFCE.

excelente trabalho sim sr … !

Mas porquê tantas distros ?
Curiosidade, experimentar novidades … !

Sou igual o nosso amigo, uso o Plasma na minha máquina pessoal e o Ubuntu Unity na máquina de trabalho. Instalei e gostei, vou mantendo como estão assim. Uma Distro LTS e outra RR. Nem eu sei o sentido disso.:zany_face:

Creio que poderia sim. Mas também é possível apenas montar essa partição em cada distro.

Salve, @theckgeek

Primeiro de tudo, por segurança: – Se uma distro sofrer algum desastre, posso ir para outra distro em 1 minuto – e consertar a primeira quando tiver tempo livre, ou disposição, ou quando descobrir a causa do problema.

Não preciso parar tudo, para consertar correndo – nem preciso detonar uma distro instalada para instalar outra e começar a configurar tudo de novo, do zero.

Em segundo lugar, isso me permite continuar aprendendo. – Tenho Debian Testing desde Outubro 2016 (faltam 2 meses para completar 10 anos), e ainda continuo aprendendo mais algumas coisas.

Em terceiro lugar, a comparação direta – em uso real, durante anos – me dá uma visão muito mais completa das características, vantagens e desvantagens de cada distro.

Se você pensar em “10 anos”, vai ver que 9 distros (hoje) é um número muito pequeno. – E no fundo, são apenas 7 – pois MX = Debian modificado; e Artix = Arch Linux modificado.

Mas são 7 distros totalmente diferentes, na “raiz”. São “independentes”, umas das outras.

O fato de openSUSE, Fedora, PCLinuxOS e Mageia usarem pacotes “.rpm”, não significa quase nada. São muito diferentes. Nenhuma delas usa a outra como “base” (embora 2 tenham vindo do Mandrake, que veio do Red Hat, quase 30 anos atrás; e o openSUSE, do Slackware, antes de mudar para a base RPM). – Aliás, uso zypper no openSUSE (com snapshots em BtrFS); uso “dnf4” (possibilidade oferecida pelo dnf5) no Fedora; uso urpmi no Mageia; e até o ano passado usava o apt / Synaptic (apt-rpm) no PCLinuxOS.

E o Arch não tem nada a ver com o Debian – e nenhuma das 2 tem nada a ver com o Void.

Nesses 10 anos, experimentei várias outras distros – não por meia-hora, nem por 1 semana, mas durante vários anos: – Kubuntu, Mint, KDE Neon (3 buntus), Devuan (Debian), Manjaro, Antergos (2 Arch), Sabayon, Redcore (2 Gentoo’s), Slackware.

Acho que descobri a fronteira – entre o que enjoei, e o que continuo gostando – e entre o que estou disposto a administrar, e o que não estou disposto.

Acredito que aprendi mais, por esse caminho, do que jamais aprenderia, usando apenas 1 distro de cada vez – e “formatando” para experimentar outra – e depois outra, e outra.

Aprendi muito – inclusive sobre o SystemD – com SysV init, Runit, OpenRC.

Onde se fala sobre “filosofia”, eu vejo “opções”, “alternativas”, “ritmos diferentes”, diferentes comunidades – experimentados na prática, e não como “teoria”, ou explicações abstratas. – Também percebo claramente o que tem maior ou menor chance de sobreviver, a médio prazo.

O Fedora, por exemplo, é a única distro em que uso Wayland, SELinux, BLS e outras “novidades”. – Me atende bem (usei por 1 semana, este mês) – mas não é minha preferência (pelo contrário), e eu não gostaria de ficar sem opções. (Mas também, quero vigiar de perto, pois cria “ameaças” ao que eu gosto, he he).

De todas, prefiro o Arch (há vários anos), por vários motivos. – É a distro que eu “esqueço qual distro estou usando” – sinal de que fica 100% “fora do meu caminho” (e também é a que menos me deu problema, nos últimos 9 anos: quase nenhum).

Agora, estou usando o Artix – mas não vejo nenhum motivo para deletar o Arch.

Ele é um distro maníaco.

Tem carterinha e tudo.

:laughing:

Boa tarde @frc_kde ,

Isso é muito raro, não digo que não possa acontecer, mas desastres desse modo é muito raro, mas quando há aprendemos sempre qq coisas

Eu apesar de estar a utilizar há anos o Fedora, já experimentei outras distros:

  • Quando ainda estava na faculdade em meados de 1997 com a ajuda de um amigo, instalei o Slackware em 60 disquetes, mas o que dava bem mais trabalho era configurar tudo, compilar … !
  • Também já experimentei Debian e Ubuntu
  • Antes usei o RedHat e agora o Fedora

Realmente tem-se uma visão muito mais ampla das distros

Mas deve dar um trabalho danado para configurar né ?
Lembro de na faculdade ter visto colegas trabalhar com Arch e era quase tudo via linha de comandos, até para tarefas mais simples como conectar ao WiFi

Quem sabe um dia destes experimente ter umas 3 ou 4 distros, só o tempo o dirá … !

Bom dia, @theckgeek

Quanto mais a gente aprende, menos acontece – mas ainda acontece, principalmente quando se usam distros rolling release.

Na passagem do Plasma 5 para o Plasma 6, cheguei a ficar sem o Void e sem o Mageia, durante algumas semanas. – Continuei atualizando (ou tentando) por comandos, usando um console virtual tty, até resolver os problemas – mas enquanto isso, podia usar outras distros com todo conforto do Plasma… inclusive, para pesquisar alguma causa, alguma solução, nos fóruns e na web.

Certa vez, o Kernel “corrente” impediu o boot do Arch – que disponibiliza o Kernel que recebe de upstream, sem qualquer adaptação. – Usando outra distro qualquer, foi fácil pesquisar e resolver o problema (instalei o Kernel LTS e atualizei o Grub).

Às vezes, ainda tenho algum probleminha no openSUSE – e não quero fazer downgrade de 3.000 pacotes, só porque 1 parou de funcionar – então, basta usar outra distro.

Enfim, têm sido comuns alguns probleminhas com os repositórios do Google – e não quero ficar indo-e-voltando entre Google, Flatpak, Snapd etc. – pois sei que, cedo ou tarde, serão resolvidos.

No Fedora, por exemplo, tive de excluir das atualizações o Google Earth:

dnf4 upgrade --exclude=google-earth-pro-stable

Agora, é o Google Chrome que não atualiza pelo urpmi, no Mageia. – Dizem que pelo dnf já voltou a dar certo – mas se eu usar o dnf, o urpmi perde a noção de pacotes órfãos (e vice-versa: usar só 1 dos 2).

Até agora, tudo normal com o Earth e o Chrome do AUR – tanto no Arch quanto no Artix. – Por que me preocupar?

Chrome normal no PCLinuxOS – que o inclui em seu repositório “oficial”, bem como outros 50 navegadores.

Para mim, o que deu um trabalho danado, foi ler a Arch Wiki – onde cada página aborda 300.000 opções, conforme você use algum dos 300.000 hardwares possíveis e imagináveis – ou, conforme você queira incluir Swap ou não, partição /boot separada ou não, ext4 ou BtrFS ou XFS, e assim por diante.

Formatar as partições, por exemplo, eu sempre faço antes – usando o GParted ou o KDE Partition Manager de alguma outra distro que já tenho. – Desde minha primeira experiência com “Linux”, em 2007, nunca misturei “instalar distro” com “formatar partições”.

Aliás, primeiro re-particionei meus HDDs – para re-instalar o velho XP em partições separadas, C:\, D:\, E:\, F:\ (sistema, swap, pasta pessoal, outros documentos) – e em seguida, o Kurumin em “/”, “/home”, Swap.

E principalmente, jamais cair naquelas dicas malucas, de usar fdisk, cfdisk, ou outros bichos ainda mais esquisitos.

Eliminando todos os hardwares que não tenho, e todas as opções que não me interessam – e preparando previamente as partições que eu iria usar – o que restam, são poucos comandos, todos muito lógicos e fáceis de entender:

1) ========== Live DVD ==========

# ping google.com
# loadkeys br-abnt2
# mount /dev/sda3 /mnt
# mkdir /mnt/home
# mount /dev/sdb3 /mnt/home
# swapon /dev/sdb14
---------------------------
# mkdir /mnt/boot
# mkdir /mnt/boot/efi
# mount /dev/sda1 /mnt/boot/efi
---------------------------
# nano /etc/pacman.d/mirrorlist                  ###   moved Brazilian mirrors to top
# pacstrap /mnt base linux linux-firmware
# genfstab -U -p /mnt >> /mnt/etc/fstab
# arch-chroot /mnt


2) ========== chroot ==========

# echo 'export HISTTIMEFORMAT="%F_%H-%M-%S "' >> ~/.bashrc
                                                 ###   it was zsh !
# ln -sf /usr/share/zoneinfo/America/Sao_Paulo/etc/localtime /etc/localtime
# hwclock --systohc
# timedatectl set-ntp true

# pacman -S nano
# pacman -S intel-ucode
# pacman -S man-db man-pages texinfo
# pacman -S dosfstools os-prober mtools
# pacman -S networkmanager network-manager-applet wpa_supplicant wireless_tools dialog sudo
# pacman -S grub-efi-x86_64 efibootmgr

# nano /etc/locale.gen                           ###   enabled:  "en_GB.UTF-8 UTF-8"

# locale-gen
# echo LANG=pt_BR.UTF-8 >> /etc/locale.conf
# echo KEYMAP=br-abnt2 >> /etc/vconsole.conf
# nano /etc/hostname                             ###   added:    "Linux2"

# nano /etc/hosts                                ###   added:    127.0.0.1 hostname.localdomain
                                                                 ::1
                                                                 127.0.1.1 Linux2.localdomain

# passwd
# useradd -m -g users -G wheel flavio
# nano /etc/sudoers                              ###   added:    flavio ALL=(ALL) ALL

# grub-install --target=x86_64-efi --efi-directory=/boot/efi --bootloader-id=arch_grub --recheck
# grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg

# exit


3) ==== Exit chroot === REBOOT ====

# systemctl start NetworkManager
# systemctl enable NetworkManager

# ping google.com

# pacman -S xorg-server
# pacman -S xf86-video-intel libgl mesa
# pacman -S sddm
# systemctl enable sddm
# pacman -S plasma kdebase

# reboot


4) ========== KDE ===========

$ echo 'export HISTTIMEFORMAT="%F_%H-%M-%S "' >> ~/.bashrc

# nano /etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules
# pacman -S conky
# pacman -S ncurses
# pacman -S pcurses
# pacman -S lm_sensors
# sensors-detect
# echo 'export HISTTIMEFORMAT="%F_%H-%M-%S "' >> ~/.bashrc

# nano /etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules    ###   added:    // Allow udisks2 to mount devices without authentication
                                                                 polkit.addRule(function(action, subject) {
                                                                 if (action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system-internal") { return polkit.Result.YES; } });

# pacman -S kwallet-manager

Isso foi em 2020 (UEFI-GPT), e alguma coisa já mudou. – Antes, eu tinha experimentado a mesma receita em 2019 (Bios Legacy - MBR).

Depois de instalar o Arch e o KDE Plasma, tudo é muito simples.

Anotações: 20202019 – instalação pelo Revenge em 2017.

Nessa situação eu desinstalo esse package se der problemas com upgrade e depois volto a instalar … mas tbm se pode usar o exclude ou o skip brokenn

Xissa é muita página :joy:

Eu costumo usar o GpartEd pelo menos até ao momento .. !

Concordo 100%:

E cada parágrafo inclui link para outras 300.000 páginas – para cobrir todas as combinações de hardware possíveis e imagináveis – e cada tipo de usuário.

Depois de 2 anos tentando “resumir” () o que se aplicava ao meu caso, acabei encontrando outro caminho: – Pesquisei postagens de outros usuários, onde cada um inclui apenas os comandos que utilizou (e por que, para quê). – Eram muito mais simples.

Fiz um resumo dos comandos naqueles relatos simples – e só voltei na Arch Wiki para me certificar de que não ficasse faltando nada, que importasse para o meu caso.