A pesquisa por trás do GNOME 40

Confira o post completo no blog: https://diolinux.com.br/gnome/pesquisa-do-gnome-40.html

A equipe do projeto GNOME, compartilhou em seu blog como foi realizado o processo de estudos para mudanças na interface do GNOME 40.

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Pesquisas exaustivas do time Gnome na intenção de fazer o melhor para os usuários. Não é atoa que são queridos entre as distros Linux. Foco em UX UI.

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Interessante o pouco uso de múltiplas áreas de trabalho. Desde que descobri pra que serviam e como alocar automáticamente meus programas nelas, passei a usar com força. Ajuda demais a organizar o fluxo de trabalho - e levei isso pro Plasma tbm
Elas ficam assim:

  1. Geral: é onde abro a maioria dos programas (navegadores, app de msgs instantâneas, players de vídeo, programas de design) - ou seja, onde trabalho a maior parte do tempo
  2. Apps de fluxo de trabalho: coloquei ali o Slack (meio largado de mão, mas ano passado uma mão na roda) e o Todoist; preciso ver no que trabalhar, clico na doca e listo!
  3. Comunicação: Thunderbird e Signal ficam ali, “escondidinhos”, mas sempre à mão pra mexer sem ficar no meio das coisas
  4. E deixei o PulseEffects, que não roda na bandeja do sistema, isolado ali, não me atrapalha no resto e fica ali fazendo a função dele

Como as áreas são dinâmicas, preciso focar em algo sem me distrair, crio um e voliá!

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Embora eu seja usuário convicto do KDE…

Há muito tempo uso apenas 1 área de trabalho.

Em 2016, cheguei a ter 4 “Atividades” (cada uma das quais, pode ser subdividida em várias Áreas de trabalho), mas depois de algum tempo, cheguei à conclusão de que me davam trabalho para criar, e na hora de usar me davam ainda mais trabalho.

A única utilidade que vejo em múltiplas área de trabalho, hoje em dia, é “fotografar” o cubo girando.

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Eu ando utilizando no máximo duas áreas de trabalho em qualquer sistema, seja ele Linux ou Windows.

Geralmente a primeira é onde ficam as aplicações que eu realmente estou usando e na segunda aplicações em backgroud, como o OBS, Spotify, entre outras…

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Ótima matéria @Herege.

Para quem possivelmente possa se questionar porque o GNOME não fez um estudo/pesquisa com centenas de usuários ao invés de uma amostragem menor.

Recomendo a leitura destes materiais embasando tal método explicando os motivos do porquê testes de UX são dirigidos desta forma. Segue os links:

Leitura super recomendada e indispensável para entender os por menores.

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Tanta pesquisa pra basear uma interface de PC em scroll horizontal, e com aproveitamento de espaço péssimo, esses caras devem ter feito as perguntas dentro de uma loja da apple, só pode (e eu falo isso como um apaixonado do gnome atual)

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Worskaces são ótimos, mas múltiplos monitores dão um baile no conceito. Eu honestamente acho que o GNOME está fazendo o certo, o forte de workspaces são sistemas com um monitor e organizar horizontalmente é a coisa certa, não sei se vão colocar, mas definitivamente a cereja do bolo seria transições via gestos.

Já eu planejo ir de 2 para 3 monitores e esquecer definitivamente workspaces.

Update: Agora quem trabalha em multiplos monitores e quer usar Worskpaces, eu fiquei perdido, alguém pode me explicar isso:

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O grande problema pra mim é que eu não tenho um segundo monitor (o que seria ótimo pra editar vídeos, por exemplo) - mas os workspaces andam me servindo bem

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O que mata não é ser horizontal, é não ter quebra de linha, fica inviável com relativamente poucos WS

Não sei… Eu já me perco com 3, acho que a maioria se perde mais ou menos por ai.

O scroll das áreas de trabalho tá na horizontal, sendo que o botão do mouse é na vertical, fora que do jeito que tá hoje no 3.38, a gente consegue ver de uma vez só 8 áreas de trabalho, e trocar diretamente da primeira pra última se for o caso. No 40 não, sua mão no mouse vai fazer o gesto de rolar pra baixo, pra ver a tela rolando pro lado, uma de cada vez, até chegar na área de trabalho desejada. Deveria ter na tela de boas vindas do gnome um jeito de selecionar entre modo desktop e modo tablet, sendo o modo tablet essa nova ux, e o desktop a atual, com alguns refinamentos. Por exemplo, colocar conexões e power menu no centro, atividades de um lado, e o app drawer diretamente no outro

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Essas areas de trabalho virtual são um tapa buraco pro modelo de interfaces atuais, logo em um ponto dá ruim mesmo

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Em uma lista em loop um shortcut/gesto-multitouch “ir para WS da esquerda” levaria rapidamente para a última?

Também são tapa buracos para nossa memória. Por isso eu valorizo muito essa abordagem de me ‘mover’ estando localizado espacialmente entre as workspaces.

Não sei… Se eu preciso ficar procurando em uma lista de workspaces eu me sinto usando o conceito como um minimizar glorificado.

Agora eu não vou negar achei esteticamente bem resolvida essa mudança, mesmo que confusa em multi-monitores.

Mas de onde tu tirou essa informação? está utilizando? Aqui você pode ver 12 ou mais caso queira e o comportamento é o mesmo.

Eu acho que ele se refere ao tamanho mais visível