3 distros para começar no Linux HOJE! (para quem vem do Windows)

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Testar distribuições Linux é algo relativamente simples e na maior parte das vezes, não custo financeiro envolvido. Você pode testar dezenas de sistemas até encontrar o que mais te agrada, mas sem dúvidas, existem pelo menos 3 sistemas que estão aptos para receber usuários novos e avançados. O Linux Mint, o Zorin OS e o Pop!_OS.

Para aqueles que já conhecem um pouco de Linux, distros como o Ubuntu, Fedora e o Manjaro, também pode trazer vários frutos excelentes.

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‣ Saiba mais sobre o Linux Mint: É isso que você pode esperar do Linux Mint 20.2 "Uma" - YouTube
‣ Saiba mais sobre o Zorin OS: Você deveria prestar atenção nesta distro Linux - Zorin OS 16 - YouTube
‣ Saiba mais sobre o Pop!_OS: Pop!_OS 21.04 - O que ele tem a oferecer? (COSMIC vs GNOME 40) - YouTube

Confira o video completo:

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Pena que projetos tão interessantes como Big Linux e Regata OS raramente entram (se é q entram) nessas recomendações.

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Não entram, veja que além de popularidade o Mint não é nem de longe uma boa escolha pra usuários que iniciam no mundo linux por uma série de motivos mas em quase 100% das vezes é o primeiro, no mínimo o segundo da lista… Distro BR só recebe marketing gratuito no Brasil em duas situações:

  1. O projeto gera curiosidade, seja pelo nome, seja por ser histórico, seja por polêmica

  2. O projeto tem potencial de atrair público externo a mídia

O critério, ao que parece, é estabilidade e tempo de rodagem dos projetos. (Aliás, gente como o Fabio Akita não recomenda nem o Pop!_OS, prefere esperar a System76 demonstrar sua capacidade de desenvolver um sistema operacional por mais tempo.)

O BigLinux está espetacular, mas é um dos projetos mais flip-flop que conheço. Tanto que já está de mudança de base para o Manjaro.

O Regata OS me parece mais estável e estruturado. A meu ver, é o trabalho com mais chances de aparecer nessas recomendações no futuro.

Ainda lembro o DuZeru. Ótima distro. Mas acabou.

(Vale dizer: o Fabio Akita não recomendava o Pop! em 2019. Já se passaram dois anos com a System76 mostrando a que veio. Será que ele recomendaria hoje?)

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Quais motivos?

Regata OS e BigLinux têm recebido atenção de quase todos os canais “pt_br” sobre Linux que acompanho no YouTube. E, recentemente, em abril, o DioCast dedicou um programa inteiro ao Regata.

Achei as opções acertadas apesar de não ter gostado do Cosmic do POP OS, em termos de agradar leigos Mint reina quase que absoluto apesar e o Zorin tem focado muito nesta questão.

Das distros nacionais que eu talvez colocaria na lista é o Regata OS mas tenho poucas “horas” nessa distro (experiencia em VM). Das demais distros BRs parece faltar uma pegada de “distro brasileira” na maioria delas (como tinha o Kurumin por exemplo) a começar pelo próprio nome, mas essa é minha opinião.

Eu admiro os projetos nacionais, mas se tem uma coisa que eles mostraram ao longo do tempo, foi inconsistência. Veja quantas distros nasceram e morreram.

É complicado recomendar um projeto, por mais legal que ele seja, que já parou e continuou algumas vezes.

De todos os projetos nacionais, acho que o Regata OS é o que mais está se estruturando, de todos que eu já vi. Mas eles tem dois elementos que podem (não que vão) ser problemáticos no sistema, na minha opinião:

1 - KDE Plasma.

O Plasma é excelente nas mãos certas, mas cada uma das opções que ele dá, também é uma forma diferente do usuário desconfigurar o sistema. Na minha experiência, voltando lá no início, eu lembro de quebrar o KDE (desconfigurando mesmo os painéis e widgets) e não saber voltar mais ao normal a ponto de formatar (“tapadisse” da minha parte provavelmente), mas lembro que se dependesse do KDE, eu realmente nunca entraria no mundo Linux, ainda que hoje eu ache ele muito bom para quem já manja um pouquinho pelo menos.

2 - Base no openSUSE. Se o usuário tiver problemas, ele vai buscar na internet e não vai encontrar muita coisa, especialmente em português, relacionada ao sistema, se pesquisar coisas específicas para o Regata OS, fora os seus grupos próprios, o usuário vai encontrar ainda menos coisas relacionadas.

Isso não quer dizer que o sistema seja ruim, mas a base menos popular que o Regata OS usa acaba respingando neste sentido inevitavelmente, enquanto que para Debian/Ubuntu (até Arch mesmo) tem bastante documentação oficial e extra oficial.

O lado bom é que eles vem se estruturando pra prestar suporte ao usuário, algo definitivamente excelente.

Constituir uma empresa como eles estão fazendo é essencial na minha visão para colocar as intenções no lugar certo e aumentar o comprometimento dos envolvidos com o projeto no longo prazo. É complicado recomendar um projeto para concorrer com Windows e macOS, onde os desenvolvedores não tenham nada a perder se fizeram alguma M. por isso a evolução do Regata, com a presença do nosso querido @Krill está de parabéns! :slight_smile:

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Sabe, eu até acho que distros nacionais não deveriam ter nada que as limite ao Brasil. Talvez alguma referência nos wallpapers ou no codinome, mas não mais do que isso.

Um nome que faça sentido e seja comercial em inglês faz bastante diferença. Assim como bandas de Metal brasileiras fizeram mais sucesso fora do que dentro do Brasil, cantando em inglês inclusive, da mesma forma é com desenvolvimento de software.

Especialmente num cenário tão competitivo, como o mercado de software e distros Linux (já que tem centenas) poder atingir mais pessoas é muito melhor sempre.

Vai desde coisas simples, como um nome que signifique algo em inglês, se eu tivesse chamado o PhotoGIMP de “FotoGIMP”, aposto que chamaria menos atenção. Se eu tivesse publicado ele no github em Português, não teria alcançado as proporções que alcançou também.

Acho que o Kurumim marcou época, não pelo pioneirismo, porque já tinham outras distros nacionais, mas porque ele resolvia um grande problema, que era “Linux é complicado de usar”.

Hoje em dia se destacar é mais complicado, com distros já instalando o meu driver de vídeo durante a instalação, qualquer sistema que não faça isso, já parece um pouco mais atrasado. O nível ficou tão alto, que muitos projetos pequenos estão, na verdade, correndo atrás para ter as mesmas coisas que outros já tem.

Alguns inventam uma nova interface pra se diferenciar, outros usam uma base diferente, ou até base nenhuma, criando as coisas “do zero”.

Mas acho que o que realmente falta hoje no desktop Linux são commodities, que grandes empresas como Google, MS e Apple acabam oferecendo, um combo de serviços. Nenhuma distro Linux de desktop compete nisso oferecendo, por exemplo, cloud storage, gamepass, apple tv, qualquer coisa assim

Coisas que as pessoas pagariam pra ter. O Ubuntu tentou fazer isso na época do Unity, com o Ubuntu for TVs, o Ubuntu One, mas a gente já sabe onde foi parar :stuck_out_tongue:

São várias coisas assim. :slight_smile:

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E é aquela questão também: como os BRs não curtem colaborar com criação de tutoriais e outras coisas para projetos nacionais, cobrando diferenciais logo na arrancada, fica muito complicado remasters nacionais crescerem.

Já convidei diversas pessoas a colaborarem na documentação e tutoriais da minha remaster, mas não avança.

Aposto que as pessoas que escrevem/escreveram um blog sobre o Ubuntu por exemplo (mais ou menos o nosso caso, mas nem tanto também), o fazem/fizeram porque de alguma forma o projeto cativou-os. Porque existe uma identificação, que faz você querer ver o projeto avançar. Em outras palavras, é preciso criar um relacionamento, fazer com que as pessoas façam parte de algo.

Acho que outra forma seria criar uma empresa que dependa desse sistema, e pagar pessoas para isso.

Você depender de um projeto assim para viver, faz com que mais pessoas acreditem nele, afinal, você mesmo acredita tanto que está vivendo dele.

Quando você chama o sistema de ‘remaster’, por mais que realmente seja, o termo acaba trazendo algo junto de si que dá a sensação de que é algo de “menor importância”, e isso faz com que as pessoas queiram se envolver menos também, afinal, “é só uma remaster, eu posso gastar o meu tempo com um projeto mais sério”.

Talvez se, ao invés de você apresentar o sistema como uma simples remaster, começar a mostrar para as pessoas que problema ele resolve, pode ser que mais pessoas queiram ajudar a resolver esse problema junto com você. :slight_smile:

Sempre que o nosso bem-estar está na reta, nós trabalhamos com mais afinco inevitavelmente. Assim quem trabalhar nisso vai colher o benefício direto.

Se a única pessoa se beneficiando claramente de algo assim fosse você (não que seja o caso), dificilmente alguém vai querer ajudar, e quando não é o caso, onde o projeto ajuda mais pessoas de fato, talvez isso não esteja transparecendo o suficiente, ao menos não a ponto das pessoas quererem se voluntariar para melhorar algo que compartilha dos mesmos valores que elas.

Eu, por exemplo, já ajudei a traduzir alguns projetos, em nenhum deles eu fui solicitado individualmente para fazer, mas o que todos eles tem em comum, é que eles foram tremendamente úteis para mim, a ponto de eu ter quase uma relação de carinho.

Sendo assim, quem vai querer ajudar a fazer algo, é alguém que é impactado diretamente pelo projeto, e não quem não tem nada a ver.

Eu já ajudei traduzir o Linux Mint por exemplo, mas nunca traduzi o MX Linux, simplesmente porque nunca foi um projeto que particularmente me cativou a ponto de eu querer me envolver. E aqui é só um exemplo, porque claramente a quantidade de projetos que nós nos envolvemos é sempre muito menor do que a quantidade de projetos existentes.

Talvez a questão seja, mostrar para as pessoas o que pode mudar para melhor se elas se engajarem com o projeto. Quem sabe… :thinking:

Abraços! :slight_smile:

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Mega lição em @Dio, muito obrigado pelo conselho/dica/alerta.

Já a várias semanas deveria ter escrito um pitch do TigerOS, mas estou com uns assuntos pra resolver (:ring:), então atrasei geral.

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É a primeira vez que vejo alguém pôr esse tipo de ressalva ao Plasma como porta de entrada ao Mundo Linux. De fato, a gente costuma ver as semelhanças do modelo de interface do Plasma com o do Windows, sem pensar na diferença essencial de que o Plasma é MUITO mais customizável, e que as customizações são de fácil acesso. Eu mesmo já me vi perdido em desfazer modificações no Plasma, sentindo falta dos caminhos mais fáceis do XFCE, do MATE e do LXQt. Se o Plasma passasse a contar com “camadas” de configuração, vindo com os acessos às partes mais complicadas desabilitado por padrão, poderia se tornar a melhor interface.

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A tecnologia em si, é muito boa, o Deepin usa ele elementos do KDE e aplicações QT e não dá essa sensação de “muita coisa” que o Plasma traz, por exemplo. Uma solução para esse “problema” talvez fosse impedir modificações no desktop, todas elas precisariam ser feitas através do Settings, assim a pessoa tem apenas um lugar para ir mexer, e cada opção sempre ter uma opção de reset pro padrão.

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Vou falar os dois mais óbvios:

  • O Mint é sustentado por doações, e em plena crise eles não moveram 1 dedo pra trazer novos usuários, pelo contrário o líder resolveu se manter em polêmicas, isso é um forte indício que apesar de rentável essa renda pode começar a secar a qualquer momento

  • O Cinnamon começou como um fork do GNOME 3 bem no início, o problema é que isso fez ele herdar problemas do GNOME que foram corrigidos no projeto original atualmente ninguém sabe como corrigir no Cinnamon, um exemplo é a escalação no uso de RAM que pode chegar a inacreditáveis 6 GB, a solução encontrada? Nenhuma, só a gambiarra de matar o processo e reiniciar, boa sorte portando pra Wayland

E por aí vai

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Ainda não vi motivo para contra-indicar o Mint. Seus desenvolvedores têm sido pouco novidadeiros, mas a base da distro é muito boa. É um sistema extremamente prático. E os defeitos do Cinnamon não são piores que os de outros ambientes gráficos — tanto é que o Cinnamon, hoje, é adotado em muitas distros.

No que diz respeito a oferecer edições no tempo certo, o pessoal do Mint tem feito isso melhor que o das outras distros baseadas no Ubuntu LTS. O Ubuntu 20.04 saiu e não demorou para dispormos do novo Mint, baseado nele.

E não me parece que a divergência do líder do Mint quanto ao snap esteja tirando usuários do Mint. Os novatos em Linux passam ao largo disso, e os mais experientes simplesmente sabem como habilitar o snap, ou migram para outra distro por interesse natural.

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Olha, eu entendo, mas eu acho que isso não é motivo pra deixar de recomendar o Mint pra iniciantes.

Primeiro, sobre a questão do Cinnamon: Eu vejo as pessoas dizerem que o Cinnamon é mais pesado que o GNOME… mas isso é um exagero. Eu já instalei e usei o Mint com Cinnamon em um PC antigo, processador Atom, com 2GB de RAM. Desativei alguns serviços de inicialização e os efeitos visuais e deu pra usar, bem melhor que o Windows 10 pelo menos.

Com relação à questão financeira, bom, pelo que eu sei, o Linux Mint começou pouco tempo depois do Ubuntu, já baseado nele. E em todos esses anos o projeto tem seguido firme, e tem evoluído. Pra quem só quer um sistema para usar o PC agora, ainda é uma boa opção a se recomendar. Se um dia o projeto morrer, ou acontecer algo, a gente para de recomendar…

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Não escolhi esses pontos ao acaso, eles são justamente o que fazem uma distro ser ou não recomendada em teoria:

  1. capacidade de se manter

  2. capacidade de resolver os problemas criados pelos próprios devs

O Mint falha fortemente na segunda e tá começando a falhar na primeira

Entre versões LTS do Ubuntu se tem a temida quebra de API/ABI, lançar o sistema praticamente junto com o sistema mãe, é um forte indício de que eles não possuem uma rotina de testes bem definida o que o torna suscetível a falhas mais graves , não quer dizer que tenha, mas é suscetível a ter

O ponto é o foco, ao invés de focarem em ações pra trazerem novos usuários, como por exemplo simplificar o processo de download, o Clement prefere se envolver em polêmicas fúteis o que pra um projeto que depende de doações é algo ruim, basta sair mais usuários que entrar que o projeto desanda

A questão não é ser mais pesado ou ser mais leve, a questão é que com esse e outros bugs fica nítido que a equipe do Mint não tem um plano de continência, eles colocam um hotfix como sendo uma solução, e pior com iteração com o usuário

Por quanto tempo mais? As doações mostram um padrão decrescente mesmo considerando a pandemia

Não há sinais de que o projeto do Mint esteja em crise. Não há sinais de que as versões 20 do Mint, lançadas pouco depois do Ubuntu 20.04, sejam instáveis, problemáticas. O Mint é uma das poucas distribuições com mais de mil avaliações de usuário no DistroWatch, e continua mantendo uma alta nota média. Cada edição do Mint 20 que é lançada, mesmo com modificações discretas, ainda assim atrai muita atenção, globalmente. Entendo os pontos destacados como problemas, só não consigo vê-los como questões sérias, a ameaçar o projeto.

O Cinnamon tem problemas, tal como o Plasma, o GNOME, o DDE e os demais ambientes gráficos. O GNOME, por exemplo, ainda peca no fato de que, com uma nova edição, todo um conjunto de extensões fica inutilizado e precisa ser refeito. E ninguém considera o GNOME inviável. Como pontuei, o Cinnamon é amplamente oferecido como opção de desktop, pelas distros mais variadas, sejam de base Debian, sejam as RPM, sejam as Arch, e mesmo as independentes, como o Void.

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Fala @Dio muito obrigado pelas palavras.
Concordo com oque você disse. Temos realmente que fazer algumas coisas para contornar a ’ falta de fama’ do OpenSUSE.

Por isso dedicamos boa parte dos nossos esforços para o suporte ao usuário. E criar um Linux diferente do convencional o mais intuitivo possível! E desaconselhar o uso de ferramentas avançadas do sistema para novatos.

Sobre o KDE você acredita que eu tive os mesmos problemas que você? Por isso na central de suporte do regataOS o usuário digitando na área de trabalho por: SUPORTE. Ele conseguirá abrir o programa regataOS Suporte onde ele conseguirá restaurar as configurações padrão do ambiente gráfico.

Só demorei a responder pois estávamos um tanto ocupados para oficializar a nossa mais nova parceria com a Gate 7. Oque irá trazer muitos benefícios para o regataOS.

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