Mais do que o suficiente, basta apenas separar 64Gb ou mais de disco, 4gb para máquina virtual do Windows e pelo menos 2 núcleos físicos (pelo virtualbox lê-se 4 núcleos virtuais) e você consegue usar o Windows 11 por lá. Mas tem que fazer o bypass ensinado pela própria documentação do VirtualBox por causa dos lero lero do TPM e secure boot. Só tenha em mente que para uma virtualização decente, de qualquer SO, especialmente do Windows, você precisa de uma máquina que aguente o tranco. Por exemplo, um quadcore e 8gb de memória para o host, no seu caso o Linux Mint. E, por se tratar de um disco mecânico, espere bastante lentidão ao instalar, atualizar e usar o Windows desta forma.
Imagino que você seja universitário, então você tem acesso ao Windows Server 2016 Data Center em diante de graça, o que ao meu ver é mais interessante de se testar do que o Window 11 10 com ícones novos;
O Azure é um serviço de nuvem primordialmente e você pode acessar via navegador ou, caso for fazer deploy via terminal, conectar pelo terminal usando o Azure DataStudio (macOS, Linux e Windows);
O SQL Server tem para Linux, e em minha experiência de uso coditidano, tanto via Windows quanto pelo Linux, eu prefiro usar via Docker (container do Ubuntu 20.04 e que está instalado a versão Developer), mas no Windows eu acabo usando mais a versão nativa por que o WSL pesa de mais com o que preciso deixa aberto (Visual Studio com código legado usando .NET 4.8). Se quiser, escrevi um artigo aqui no fórum ensinando a instalar e a configurar o SQL Server no docker