IA escapuliu da gaiola e saiu atacando

O exterminador do futuro.

A história real.

:laughing:

A história de O Exterminador do Futuro gira em torno de uma guerra entre a humanidade e uma inteligência artificial chamada Skynet, o envio de ciborgues assassinos ao passado e os esforços para impedir o extermínio humano

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Eu não discordo do exagero publicitário ao redor da notícia, eu só acho que também não é motivo para só ler as coisas como teoria da conspiração. A viabilidade técnica existe, e a possibilidade de desleixo existe.

Eu já ví modelos fazerem coisas que eu não pedi, meramente por eu não considerar um caminho interpretativo viável na ocasião e contornarem limitações de forma bem criativas.

Eu digo isso pois, se o modelo tivesse vazado código de uma forma sofisticada como ocorreu em certo concorrente, ou destruído um ambiente de uma forma sofisticada como vem acontecendo em alguns casos, poucos leriam como caso forjado.

Eu vejo mais como um caso de incapacidade que o marketing soube usar a favor da empresa.

Ontem, quando comecei a ler as notícias sobre isso, a primeira coisa que lembrei foi aquela musiquinha juvenil do Roberto Carlos, de 1964:

Um leão está solto nas ruas
Foi descuido do seu domador
Sei que ele está faminto
Não come desde ontem
Preciso encontrar o meu amor

Foi mais ou menos esse, o tom que percebi por trás da forma como as notícias se apresentam – cheias de explicações supostamente técnicas – mas acenando com o pânico, a pretexto de combatê-lo.

Até dá para entender --afinal, sem “medo”, os algoritmos não induzem os seres humanos a clicarem (clicar é preciso! Ler, não é preciso). – Mas isso não é novidade. Toda “ciência” do marketing se desenvolveu a partir da manipulação de reações emotivas das massas, em especial na década de 1930, quando a “publicidade” + “meios de comunicação de massa” (mídia) tomaram impulso nos EUA, Alemanha etc.

Os “algoritmos” são uma automação daqueles princípios – e desde a virada do milênio, o suposto “jornalismo” foi absorvido e tornou-se apenas um departamento dentro do business do “entretenimento”. – A busca por “engajamento”, onde zilhões de pessoas opinam alucinadamente sobre tudo que não conhecem nem entendem, é o ápice dessa “evolução”.

Depois, fui lembrando do “complexo de Frankenstein” – “clássico romance de terror gótico e ficção científica escrito pela britânica Mary Shelley em 1818” (segundo a “IA” do Google, ha ha) – quando experiências com pernas de rãs permitiram aos leigos imaginar que, com um pouco de eletricidade, se podia dar vida (“galvanizar”, na linguagem da época) a nervos e músculos costurados num laboratório sombrio (em vez de acender uma lâmpada para varrer as sombras).

O “Frankenstein” mais impressionante, foi o filme “2001: uma odisseia no espaço”, de Stanley Kubrick, que chegou aos cinemas em 1968. – O computador “HAL”, que tinha o encargo de zelar pelo sucesso da missão, começou a se livrar dos astronautas, por considerar que punham a missão em risco.

Versão mais simples (humorística), já tinha sido feita por Asimov, em 1953, no conto “Ninguém aqui, só nós…” (as complicadas máquinas pensantes).

Ao contrário de Mary Shelley, Arthur C. Clarke (inspirador de 2001) e Asimov tinham formação técnica e científica para nunca esquecer que máquinas são apenas máquinas – e mostrar que as falhas, ou são de projeto, ou de construção – ou de programação.

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Muito bom. Espalhando por aí…

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vc acha que china e rússia são as vilãs? todo mundo espiona todo mundo: EUA, frança, inglaterra, alemanha, israel etc. não tem santinho nesse mundo.

Também, não tem marketing melhor do que sua IA ser tão inteligente a ponto de fugir da sandbox

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