Sim, é bastante parecido com o funcionamento do Android. Com a diferença que você pode ter várias imagens no caso das distros imutáveis ao invés de apenas uma, como no Android.
Não tenho certeza se entendi direito, mas a lógica é mais ou menos assim: você não precisar Interagir com a imagem diretamente.
De forma bem simplificada: cada sistema imutável tem um “número de versão”. Então, vamos supor que você instalou seu PC com o KDE Linux V1. Com o tempo fez atualização para o V2 e depois para o V3. Só que no V4, houve um bug e seu sistema parou de funcionar.
Na ótica de uma distro imutável você tem algumas opções:
- No boot, você pode escolher a V3 e iniciar o sistema usando ela. Tudo deve funcionar normalmente.
- Quando sair uma nova versão corrigida você pode atualizar da V3 para a V5, por exemplo, e seguir normalmente sua vida.
![]()