Você pagaria $60 pelo Brave?

Brave Origin: a nova aposta minimalista em navegadores focados em privacidade

A empresa responsável pelo navegador Brave lançou recentemente o Brave Origin, uma versão alternativa e mais enxuta do seu browser. A proposta é simples: oferecer uma experiência centrada apenas no essencial — privacidade, bloqueio de anúncios e desempenho — eliminando recursos considerados extras ou voltados à monetização.

O que é o Brave Origin

O Brave Origin é uma versão “minimalista” do navegador Brave, criada para usuários que desejam uma navegação mais limpa e sem funcionalidades adicionais. Diferente da versão tradicional, que inclui ferramentas como carteira de criptomoedas, VPN e sistema de recompensas, o Origin remove ou desativa esses elementos. (ろぼいんブログ)

A ideia surgiu a partir da demanda de usuários que queriam um navegador focado exclusivamente em privacidade e bloqueio de anúncios, sem distrações ou serviços integrados. (GIGAZINE)

Principais características

Mesmo sendo mais simples, o Brave Origin mantém os pilares do navegador original:

  • Proteção de privacidade avançada
  • Bloqueio de anúncios e rastreadores (Brave Shields)
  • Atualizações de segurança e desempenho

Por outro lado, diversos recursos são removidos ou desativados, como:

  • Assistente de IA (Leo)
  • Brave Rewards e anúncios próprios
  • Carteira de criptomoedas
  • VPN integrada
  • Notícias, playlist e outros serviços adicionais (Centro de Ajuda Brave)

Na versão independente (standalone), esses recursos sequer existem no sistema — são completamente retirados do código. Já na versão de upgrade, eles aparecem desativados por padrão, podendo ser ativados manualmente. (Centro de Ajuda Brave)

Modelo de acesso

O Brave Origin é, em geral, um produto pago, disponível mediante compra única, que pode ser utilizada em múltiplos dispositivos. Ainda assim, há exceções: usuários de Linux podem utilizá-lo gratuitamente. (Centro de Ajuda Brave)

Além disso, o navegador pode ser usado de duas formas:

  1. Aplicativo independente: uma versão separada do Brave tradicional
  2. Upgrade do navegador existente: adiciona um painel para controlar os recursos desativados

Privacidade e funcionamento

Mesmo exigindo compra, o Brave afirma que a privacidade dos usuários é preservada. O sistema utiliza um protocolo baseado em “tokens cegos”, que permite validar a compra sem vincular a identidade do usuário à navegação. (Centro de Ajuda Brave)

Um novo caminho para navegadores?

O lançamento do Brave Origin indica uma tendência interessante: navegadores mais modulares, onde o usuário escolhe entre uma experiência completa ou uma versão simplificada. (CyberInsider)

Enquanto o Brave tradicional continua gratuito e cheio de recursos, o Origin surge como uma alternativa para quem prefere um ambiente mais leve, sem funcionalidades extras — e está disposto a pagar por isso.

O Brave Origin não substitui o navegador padrão, mas amplia as opções para diferentes perfis de usuários. Para quem valoriza simplicidade extrema e privacidade acima de tudo, ele pode ser uma solução atraente. Já para usuários que utilizam recursos adicionais do Brave, a versão tradicional ainda deve ser a escolha mais completa.

No fim, a iniciativa reforça uma discussão crescente no mundo da tecnologia: até que ponto “menos é mais” quando se trata da experiência online.


https://support.brave.app/hc/en-us/articles/38561489788173-What-is-Brave-Origin

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No linux é gratuito.

Já nas demais plataformas é pago.

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Depois q migrei pro Linux adotei o Brave como meu navegador padrão. Faz tudo que eu fazia no Chrome e agora ao assitir um video de 15min no YouTube não preciso ver 478 anúncios. Mas pagar acho q não….

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Eu acho que pagaria algum dinheiro, mas nao 60 dolares, a nao ser que fosse um pagamento unico pra ter ele pra sempre e que NUNCA, absolutamente NUNCA, a empresa ia se bandiar pra ideologias xyz, ou por coisas de IA, ou alguma outra forma de surveillance. Com garantias assim, ate poderia pagar sim.

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se fosse necessário pra mim, sim. mas pra quem usa, uma pequena doação também ajuda. temos de acabar com esse pensamento de “trabalho colaborativo nos finais de semana”. sem grana o software livre não vai a lugar algum. sem a valve, onde estaria o jogo no pinguim usando wine?

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Brave deixou o navegador tão poluído que agora vende a versão limpa. Acho um absurdo mas…

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Boa tentativa Brave, mas a base Firefox é mais confiável.

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Eu não uso nem sendo de graça… então nop

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Acho que nunca usei de graça – então, fica difícil avaliar se eu pagaria US$ 60 por ele.

Mas, vamos supor que eu usasse em navegador com 101% de privacidade – e enviasse emails para 50 pessoas.

Provavelmente, todas essas 50 pessoas são 300% rastreadas – e meus emails para elas seriam 300% rastreados.

Ou não é bem assim?

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Gosto bastante do Brave. Mas eu não considero atualmente o pagamento por um navegador. Gosto muito do Vivaldi, pois meu notebook dá conta de executá-lo tranquilamente, pois tem memória suficiente para isso, o mesmo valendo para o processador. Além do mais, tem o recurso de e-maiil e RSS. Ter tudo isso em um mesmo programa é muito bom para mim. Talvez porque eu sou da velha guarda, e ter um All-in-one seja meu costume. Acho melhor que ficar abrindo vários programas para usar a internet. Tem o Seamonkey também, mas achei ele com aspecto meio ultrapassado, e meio complicado para configurar e-mail. Hoje os provedores usam muito o OAUTH, onde a autenticação é feita em ambiente separado. Talvez pelo Vivaldi eu considerasse pagar algo.

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Eu iria dizer que R$ 60 era caro, mas agora que fui ver que este 60 é em dólares hahaha.
Pagaria não, ainda bem que para Linux é gratuito, e mesmo que fosse pago, dá para desativar tudo na versão normal pelas configurações do navegador.

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Eu já estou usando essa versão mais “enxuta” deu menos 600 mb de economia de memória. Quando eu o abro e não faço nada… fica com 2gb de memoria ocupada… com a versão normal, mesmo com os recursos desativados, começava com 2,6 gb

Espero que algum dia esta versão Origin chegue empacotado no flathub, eu evito o máximo possível executar rpm-ostree em distribuição atômica.

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Não pagaria. Até porque eu já consigo desabilitar tudo que não preciso na versão padrão. Não conseguir escrever uma formula matemática que valide a lógica de pagar por uma versão desse tipo.

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Eu não pagaria. Tenho receio do que é “gratuito” quando começam com privilégios pagos, ainda mais privilégios que não ficam muito claro se realmente fazem sentido e valem o preço.

Ainda conheço muito pouco o Brave, comecei utilizando no celular tem algumas semanas, e atualmente no meu desktop também, não sei como fazem para manter o projeto, porém de toda forma, uma única compra vitalícia não garante o futuro, e como dito por outros, não garante que debandará para ideologias e praticas de mercado.

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Tem tantos navegadores.
Não tem sentido pagar por um.

E 60 dólares.

Se fosse 10 até pode pensar .

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Eu ja fiz pequenas doações a apps que ajudam a bloquear ads, então pagar não seria um absurdo, mas 60 dólares??? 10 ou 20 reais eu pagaria se realmente me ajudasse em algo

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