Você já pode remover o pendrive com segurança!

Existe toda uma história de que remover o pendrive sem ejetar antes pode corrompê-lo. Será que é verdade?

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Vídeo muuuuuito bom!

Parabéns @Rafael_Shikamaru pelo conteúdo e toda equipe @Diolinux por essa parceria de peso.

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No meu Lubuntu ainda é usado o cache da RAM para gravar o dispositivo, e como eu tenho 16GB e fica uns 10GB de cacho quando eu mando gravar coisas no pendrive a caixinha de copia é muito mais rapida que a gravação do pendrive em si.

A 2 dias eu mandei copiar para o pendrive 3GB de dados para o pendrive e quando a caixinha de copia fecho, o pendrive ainda fico piscando gravação, esquece da cache e achei que era um bug e mandei reiniciar, quando cliquei em reiniciar lembrei da cache e pronto, fiquei uns 30min com o PC esperando fazer a copia para desligar tive que ir para o celular.

Cache de RAM é muito bom para fazer copia para pendrive, o sistema trata como se já estivesse terminado e vc pode trabalhar enquanto a copia ainda esta sendo feita.

Reiniciei porque esquece mesmo.

mds ele chamo a cache de ponte o.O

A chave de tudo é o “tempo”… Depois de um tempo, a ponte não levanta mais :rofl:

Já perdi um chip de Memória do celular – acho que de 32 GB, que na época era bem salgado para o meu orçamento.

Eu usava cabo USB para baixar as fotos do celular para o PC.

Também tive problemas com o chip de Memória da câmera digital Sony – mas ela tinha um programa embutido que formatava a Memória, e serviu para recuperar o chip.

Não lembro se isso aconteceu com Windows XP ou com Kubuntu / KDE Neon / Mint KDE / Debian KDE. – Já faz um bom tempo. – Teria de fazer uma investigação nas minhas anotações, para recuperar as circunstâncias exatas.

Em resumo: – Ao arrastar dezenas de fotos para o gerenciador de arquivos, eu escolhia a opção “Mover” – e às vezes desplugava o cabo quando a “cópia” se completava. – O problema é que “Mover” também significa “deletar” (no celular, na câmera), mas… não havia uma indicação muito (ou pouco) evidente, de que aquilo ainda demorava, ou se já tinha terminado.

Depois que restaurei o chip da câmera (mas não o chip salgado do celular), adotei o hábito de arrastar as fotos e escolher a opção “Copiar” – e depois apagava as fotos no próprio celular ou na própria câmera digital.

A única certeza de que eu tenho, é que naquela época meu PC só tinha portas USB 2.0. – Não que eu tivesse consciência disso na época. – Só me dei conta desse “detalhe” depois que montei meu PC atual, que tem portas 2.0 e 3.1.

Mas a simples “passagem do tempo” derrubou algumas pontes. – Em algum momento, meu celular WP8 (sim, eu tive!) ficou sem suporte, e tive de comprar um Android. – Acho que foi +/- aí que não consegui mais usar “cabo USB”… e finalmente aprendi a usar o KDE Connect.

Quanto à câmera digital Sony, parou de funcionar há muito tempo (acho que algum fio solto no ON / OFF, quem sabe), e não sei como teria enfrentado a passagem do tempo. – Quem sabe, já estaria com a ponte definitivamente arriada.

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