Todo mundo já instalou / fez upgrade para Fedora 44?

O Fedora 44 foi lançado hoje.

Pra variar, vou esperar umas 2 ou 3 semanas, antes de fazer upgrade do meu Fedora – que já está instalado há mais de 6 anos:

$ stat -c'%w' /run/media/flavio/Linux4/etc | cut -b 1-16
2020-01-12 17:40

Mas nesses 6 anos, já houve momentos em que esqueci da prudência, e fiz upgrade poucos dias ou poucas horas após o lançamento – e não tive nenhum problema, por isso.

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Eu baixei a iso 5 minutos antes deles publicarem no site :thinking: e ja instalei, mas me arrependi do gnome, meu fluxo ta mais adaptado no KDE, mas minha placa de video está mais adaptada no gnome. Mas o sistema em si ta muito bom.

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Não faço uma “instalação nova”, porque já fiz isso 1 ano atrás, quando lançaram o Fedora 42. – Abri um tópico aqui o Fórum; e umas anotações no meu blog.

Depois, deletei aquela nova instalação, claro – e fiz upgrade da minha instalação antiga, que já está com 6 anos e continua funcionando.

Desta vez, vou só fazer o upgrade, daqui a algum tempo.

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2 perguntas pra você que é a pessoa ideal pela sua experiência: O upgrade do Fedora de uma versão pra outra é tranquila e recomendada, ou o ideal seria sempre reinstalar? (Pelo seu relato parece seguro e tranquilo mas só quero confirmar rs.). E quanto aos requisitos: meu note é um AMD Rizen 5-3500U, 8 gb de ram ddr4 e um ssd de 420gb. Acha que roda tranquilo nele? Preferível com kde ou gnome?

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Eu fiz a instalação nova que estou sendo um aprendiz do multiboot. Estava com Mint e agora coloquei BigLinux e Fedora (na verdade primeiro foi Ubuntu) para explorar 3 DE diferente, mas ja me arrependi.

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O upgrade é super-tranquilo. – Nunca tive problemas:

Eu já tinha experimentado antes (sempre em dualboot!), mas só “aprendi” a usar, quando instalei o Fedora 30, em meados de 2019. – Logo depois, em Outubro, fiz upgrade para Fedora 31. – Mas lembre que essas anotações eram no meu antigo hardware Bios (Legacy) / MBR.

No início de 2020, instalei o Fedora 31 no meu hardware atual UEFI-GPT – e logo depois, fiz upgrade para Fedora 32.

Como pode ver, o procedimento foi o mesmo – e continua sendo o mesmo, até hoje. – Só muda, o número da versão:

dnf upgrade --refresh                        ## Atualizar, antes de começar o upgrade de versão
                                             ## Reiniciar
dnf install dnf-plugin-system-upgrade        ## Instalar o plugin de upgrade de versão
dnf system-upgrade download --releasever=44  ## Baixa zilhões de pacotes, da nova versão
dnf system-upgrade reboot                    ## Com esse comando, reinicia e aplica as alterações

As alterações são aplicadas em modo “tela preta” (terminal) – e no final, carrega a nova versão, com o ambiente (DE) que você tinha antes.

No meu hardware atual, fiz upgrade do 31 para o 32 – em seguida, para 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 41, 42, 43. – Nunca mais publiquei nada, porque continua sempre a mesma coisa.

Nunca tive nenhum problema – mas, eu não tenho placa de vídeo NVidia, nem drivers especiais de Blue Tooth etc.

E tenho pouquíssimos pacotes do repositório RPM Fusion – que são “mais-ou-menos oficiais”, acho eu (os especialistas poderão confirmar ou me corrigir se eu estiver errado).

Quanto mais hardwares especiais, drivers especiais, pacotes estranhos etc. – sempre pode haver algum risco.

Minha experiência é somente com CPU Intel, com iGPU Intel, em placa Asus. – Nenhum problema, até hoje.

Tenho 16 GB RAM. – É muito raro chegar a usar 8 GB. – Mas isso, depende muito dos hábitos de cada um.

Eu não faço nenhuma edição pesada de vídeo. – Nenhuma compilação pesada. – Abro poucas abas no Google Chrome – e costumo fechar os programas depois que acabo de usar – Gimp, LibreOffice, Google Earth, Foliate etc.

O uso de RAM – 5 minutos após o boot sem abrir nenhum aplicativo:

openSUSE  - 1539 MiB
Arch      - 1146 MiB
Debian    - 1316 MiB
Fedora    - 1445 MiB
PCLinuxOS - 1114 MiB
Mageia    - 1131 MiB
Void      - 1065 MiB
Artix     - 1129 MiB
Mx25      - 1151 MiB

Agora, estou há mais de 2 dias sem desligar, e além do Chrome está aberto só o Dolphin, o Gwenview, e o KWrite com o cronograma dos remédios da cachorrinha fofinha. :poodle: – O uso de RAM está em 3,65 GiB; e o Swap ainda está em Zero.

Eu uso KDE desde 2007 – por isso, não posso recomendar Gnome (rs).

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Obrigado pelo seu relato muito detalhado! Excelente. Meu uso é muito parecido com o seu, nada absurdo. Acho que seria bem suave aqui. Vou testar o 44.

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Eu ia esquecendo:

Certifique-se de que tenha espaço livre na partição-raiz, para baixar uma tonelada de pacotes da próxima versão.

Para limpar o cache de pacotes antigos:

dnf clean all

(usando sudo ou su)

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Instalei o F44 ontem e nossa, to impressionado. Meu maior medo era o consumo de RAM no meu note limitado, e o peso do gnome, mas o Fedora parece ter um gerenciamento de ram/cpu/energia muito diferenciado, bem superior a qualquer distro. Tipo, ele não usa pouquinha RAM (como um MX Linux da vida) mas mesmo usando mais RAM ela parece ser usada com inteligência e desenvoltura, pq tudo roda como um foguete aqui mesmo com chrome aberto com várias abas, Mailspring (que é um programa pesado por natureza, gerenciador de arquivo, megaupload sincronizando arquivos, Remmina e pidgin, tudo rodando ao mesmo tempo. Gostei demais.

Recomendo voce esperar 1 mes ate atualizar, manter a estabilidade é tudo.

Rapaz, 6 anos com o mesmo sistema quase rolling release (causally innovative). Tu é um guerreiro viu rsrsrsr Parabéns

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Obrigado, @Karan_Luciano !

Fico lisonjeado com o elogio, mas isso não é nenhuma façanha extraordinária.

Distros Linux não vivem quebrando à toa. – Em geral, é o usuário que abusa demais.

Se a gente abusa moderadamente, ele consegue sobreviver.

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Eu “abuso” com vontade das distros rsrsrsrs Ainda mais quando meu notebook era Nvidia. Toda semana eu quebrava o Arch.

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