Se o Linux está mudando por quê não removem o grub?

O GRUB (Grand Unified Bootloader) é o programa responsável por iniciar o computador e carregar o sistema operacional. Ele é a primeira interface que você vê ao ligar a máquina, especialmente se tiver mais de um sistema instalado (como Windows e Linux) no mesmo disco.

Quando você aperta o botão de ligar, o hardware do computador (BIOS ou UEFI) faz os testes básicos e procura alguém para assumir o controle. Esse “alguém” é o GRUB. Ele fica instalado em uma área específica do disco (como a partição EFI ou o MBR).

Diferente de carregadores de inicialização mais simples, o GRUB é quase um “mini sistema operacional”. Ele possui drivers próprios que permitem que ele entenda diferentes formatos de disco (como ext4, Btrfs ou XFS) e até configurações de rede ou terminais de comando básicos.

Mas ele se tornou tão complexo ao longo dos anos que começou a carregar muitos riscos. Ele tenta ser “inteligente” demais ao tentar decifrar camadas de criptografia e gerenciamento de volumes (LVM) antes mesmo de o sistema principal estar ativo.

Pra resolver isso, a Canonical está fazendo mudanças importantes no mesmo: em vez de o GRUB ser um “explorador de arquivos” complexo, deve ser apenas um sinalizador que aponta para um caminho direto e simples, aumentando a segurança (Secure Boot) e diminuindo as chances de ele falhar por não entender uma configuração de disco muito personalizada.

Embora o objetivo seja aumentar a segurança e a previsibilidade, essa decisão gera desafios críticos para usuários avançados e sistemas legados. A maior preocupação não reside em novas instalações, que já adotarão o novo padrão, mas em atualizações de sistemas existentes.

Caso um usuário tenha a partição de boot protegida por criptografia ou gerenciada por LVM, o novo GRUB não conseguirá acessá-la, o que pode bloquear a atualização ou resultar em um sistema que não inicia o que força o retorno a esquemas de particionamento mais rígidos e antigos, como a obrigatoriedade de uma partição de boot separada e sem criptografia.

A mudança também impacta fluxos de trabalho modernos, como o uso de snapshots no Btrfs para recuperação rápida, já que o GRUB não terá mais a “inteligência” para listá-los. Ao remover essa camada de abstração do carregador, o Ubuntu retira uma rede de segurança que permitia diagnósticos antes da falha total.

Se a transição para o kernel falhar no novo modelo, o usuário será lançado em um shell básico do BusyBox, com ferramentas limitadas para reparo, o Ubuntu optou por manter o GRUB para manter compatibilidade com hardware antigo.

Mas ao “esvaziar” suas funcionalidades, em vez de adotar tecnologias mais modernas como o systemd-boot ou UKIs, a Canonical criou um meio-termo que transfere a responsabilidade da complexidade e dos riscos de recuperação diretamente para o administrador do sistema.

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Particularmente eu já faço particionamento manual usando uma partição dedicada para o /boot então não vai influenciar muito no meu uso.

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O GRUB já me salvou várias vezes, inclusive com aquele esquema de montar a iso direto nele e dar boot sem precisar de um pen drive, me tirou de uma enrascada braba!

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Resumo do meu comentário: Vão tirar as rodinhas das bikes dos meninos e depois vão reclamar que os meninos tão se machucando.

O grub não é o inicializador de um sistema operacional, ele é um inicializador de qualquer sistema operacional. Tentar retirar funções do grub seria transformá-lo em um inicializador do seu próprio sistema operacional. Com os sistemas em UEFI já amplamente adotados, isso é fácil, até mesmo porque é possível dar boot direto da firmware para o kernel (kernel stub in). Então, se formos ao pé da letra, nem precisaríamos de grub nem de systemd-boot.

Mas se algum de vocês já tentou usar inicialização direto do kernel (e eu já usei), vão perceber que dá um certo trabalho gerenciar versões de kernel direto nas variáveis da firmware (NVRAM), bem como todo o trabalho de detectar e acessar os sistemas de arquivos teria que ficar no kernel como embutidas, ou então usar o nosso famoso initramfs (sistema de arquivos de inicialização montado na memória ram). Até onde eu sei, pra usar o boot direto do kernel, é preciso embutir nele a initram (caso não seja possível colocar os módulos como embutidos, ou se for necessário scripts como criptografia).

Percebem que quanto mais avançadas ficam as opções pros sistemas operacionais, mais avançado também precisa ser a inicialização do computador. Não dá pra reclamar que o grub está inchado. O grub tem o mínimo necessário, e ainda modularizado.

Se quiserem mesmo fazer o grub de apenas um indicador, é mais fácil basear num projeto que já seja algo nesse sentido, como o “rEFInd”. Só que ele é específico para máquinas UEFI. A partir do momento que houver algum problema na inicialização do computador, o refind não te ajuda em mais nada. É preciso inicializar via pendrive para carregar ferramentas de corração do problema. Talvez, uma solução interessante seria instalar além desse sistema mínimo, um sistema de “resgate”. Mas aí já volta a ter a opção do menu que espera 5 segundos e vai ter gente que acha que está perdendo 5 segundos de vida naquela telinha.

Enfim, tirar o grub é tirar a rodinha da bike. E pra andar “sem rodinha” nessa bike, tenha sempre um pendrive com um sistema de resgate à mão, ou outro computador disponível para criar esse pendrive quando o outro não inicializar. Isso seria um problema terrível para quem é usuário novato e possivelmente tem apenas um computador.

— edit
Ah, também tem a questão que não adianta nada ter um grub poderoso e não saber como operá-lo. Sem conseguir pedalar, a rodinha não te ajuda a ir pra frente…

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o systemd-boot é excelente e mais moderno que o grub. poderia substituí-lo tranquilamente

Devia acabar com as distros que não usam SystemD, também.

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Parece que estão querendo “desinchar” o GRUB.

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Basicamente porque não tem alternativas modernas, o GRUB é como o próprio nome sugere, um inicializador universal

A maioria das pessoas vê ele como um recurso que carrega o sistema operacional.

Mas não é só isso o GRUB é um carregador inicializavel de qualquer coisa em qualquer lugar

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Este tópico já começou com uma premissa equivocada:

“Se o Linux está mudando”…

Qual “Linux” está mudando? – O próprio @acvsilva especifica, mais adiante: – “a Canonical está fazendo mudanças”.

Ora, a Canonical não é “o Linux”.

Se a premissa é falsa – a conclusão não pode ser verdadeira – ou, a conclusão-pergunta não faz nenhum sentido:

“por que não removem o Grub?”

Aliás, o Fedora já parou de usar o Grub. – Você aplica uma atualização que instala uma nova revisão do Kernel (e elimina outra, mais antiga, mantendo sempre 3 Kernels, por padrão) – e o Grub não é atualizado.

Aliás, pelo que me lembro, nem existia um /boot/grub2/grub.cfg, na minha instalação do Fedora. – Fui eu, que tive de criá-lo, manualmente – e sou eu, que preciso atualizá-lo, manualmente, sempre que vejo o dnf instalar nova revisão do Kernel.

  • EDIT - Se eu não fizer isso, o Grub do openSUSE não perceberá que o Fedora ganhou um Kernel novo e perdeu um Kernel antigo.

Isso, apesar de eu ter desabilitado o BLS – Bootloader Specifications – que se tornou padrão no Fedora, já faz muito tempo.

O que o dnf do Fedora faz, é atualizar automaticamente as entradas nesta subpasta:

# tree /boot/loader
/boot/loader
└── entries
    ├── 163e33fb611946fd998c9750b0d09e04-0-rescue.conf
    ├── 163e33fb611946fd998c9750b0d09e04-6.18.13-200.fc43.x86_64.conf
    ├── 163e33fb611946fd998c9750b0d09e04-6.18.16-200.fc43.x86_64.conf
    └── 163e33fb611946fd998c9750b0d09e04-6.19.8-200.fc43.x86_64.conf

2 directories, 4 files

Portanto, já removeram o Grub – do Fedora – e não, “do Linux”.

Acho que há (pelo menos) uma distro que já adotou o systemd-boot. – Provavelmente, mais de uma – mas realmente não sei qual, ou quais.

Também sabemos que trocentas distros já adotaram o SystemD. – Então, por que “o Linux” não remove o SysV, Runit etc.?

Porque “trocentas distros” não são “o Linux”.

Existem 140 distros “ativas” com init “non-SystemD” – em um total de 453 no banco de dados do DW. – Isto significa 30,9% dos projetos (mesmo que haja um percentual bem menor de usuários domésticos).

O Fedora adotou o SELinux:

Então, "por que “o Linux” não remove o AppArmor?

Poderíamos fazer esse mesmo jogo de “premissa & conclusão-pergunta” – com trocentos itens – mas seria muito mais simples, resumir logo assim:

Se acharmos que Fedora e Canonical são “o Linux” – por que não eliminar todas as outras distros?

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Como será o nome heim? Ubuntu-boot? u-boot! boot-boot… ficando mais rápido… adoro quando vejo que a intenção é simplificar e minimizar :heart_eyes:

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Ubootoo-too

:grimacing:

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O próprio Fedora. A estrutura que você detalhou em seu comentário pertence ao systemd-boot.

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Já sei, “UB”

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Obrigado pela dica!

Parece que a coisa vai por esse caminho, mesmo – porém ainda não chegou lá 100%. – Ou seja, o meu Fedora está usando uma “estrutura de arquivos” que facilita migrar para o systemd-boot, mas ainda não é o systemd-boot.

Em todo caso, foi ótimo você chamar atenção para isso. – Fui atrás de mais informações, e encontrei muita coisa interessante.

Bom… Primeiro, fiquei chocado com a sua “revelação”. – “Como assim, estou usando systemd-boot, e nunca percebi???” – Fui conferir meia-dúzia de bookmarks que guardei sobre BLS em meados de 2019, e realmente não falavam disso. Ufa… Então, não foi distração (só) minha, rs.

Foi na instalação do Fedora 30 que me deparei com o BLS pela primeira vez – e naquela época meu hardware ainda não era EFI.

Mas, e hoje? – Ainda estou no 43, lançado em 2025-10-28, pois a próxima versão só será lançada em Abril. – Então, lembrei que em Janeiro pp. verifiquei todos os bootloaders, inclusive o do Fedora, e pela foto pude confirmar que ainda estou usando o Grub2:

No entanto, essa instalação foi feita há 6 anos, e de lá pra cá me limitei a fazer os upgrades. – Como seria uma instalação nova? – Fiz uma instalação nova do Fedora 42, uns 11 meses atrás, e acabo de verificar que ele continuava usando Grub2, desde a sessão Live:

Tive esse cuidado de verificar “na lata”, porque não podemos confiar só em afirmações, sem conferir.

Em Novembro 2025, o @acvsilva trouxe a notícia de que o openSUSE Tumbleweed estava adotando o Grub2-BLS como padrão, em substituição ao “tradicional Grub2”:

O GRUB2-BLS é uma variação do conhecido GRUB2, mas com suporte ao Boot Loader Specification (BLS), um padrão que define uma forma mais modular e padronizada de armazenar e gerenciar entradas de boot nos sistemas Linux.

E explicava mais:

Entre os gerenciadores de boot compatíveis com a Boot Loader Specification, os mais conhecidos são o systemd-boot (anteriormente chamado de gummiboot), o GRUB2-BLS — uma variação do GRUB2 que incorpora suporte a entradas BLS — e o rEFInd , que também pode trabalhar com esse formato.

Portanto, o fato de usar BLS não implica, necessariamente, que se trate do systemd-boot. – O Grub2-BLS e o rEFInd também usam o padrão BLS.

Segundo a IA do Google, isso facilita a portabilidade entre diferentes bootloaders:

… mas o Fedora ainda não adotou o systemd-boot como padrão:

Sim, não dá pra confiar na IA do Google. – Por isso, fiz questão de verificar “na lata”.

Fui na Arch Wiki:

Ao migrar para o systemd-boot, deveria aparecer uma subpasta “/EFI/systemd/” – e isto ainda não aconteceu:

Parece que, ao instalar o systemd-bootloader, poderemos colocar os Kernels em qualquer lugar que se queira – em outra partição aleatória, na despensa, ou no armário da cozinha – desde que… tchan tchan tchan… seja criada nesses lugares uma partição “XBOOTLDR”:

Devo ter entendido errado – mas resolvi parar por aí. – Não uso criptografia, e nunca criei nem mesmo uma partição /boot separada.

Os padrões “modernos” ainda precisam comer muito feijão, antes de me convencerem a complicar minha vida, para… (supostamente) simplificar.

Costumo ter (até) 12 distros instaladas em dualboot / multiboot – 6 em um SSD, e 6 em outro SSD – com 2 partições EFI (1 em cada SSD). – Se um SSD explodir, o outro SSD tem tudo que precisa pra dar boot em 6 distros.

Todos os Kernels ficam dentro da pasta /boot, na partição-raiz de cada distro.

Enfim, já conheço o suficiente, do Grub (seja Grub1, Grub2, ou Grub2-BLS), para que tudo funcione muito bem – inclusive, as distros “não-SystemD”. – Resta ver qual vantagem poderia me interessar, ao ponto de eu complicar minha vida para simplificar:

  • “mais moderno” :thinking:
  • mais seguro (?)
  • mais simples (??)
  • mais rápido

Bom, eu atualizo minhas distros 1 vez por semana, em geral aos Domingos. – Isso leva umas 2 horas – a menos que eu encontre alguma diversão, e fique mais tempo brincando.

Cada distro que recebe um Kernel novo e remove um Kernel antigo, gasta +/-3 segundos atualizando seu próprio Grub – pois não precisam detectar as outras.

No final, o Grub do openSUSE gasta uns 30 segundos para detectar as modificações de Kernel que ocorreram nas outras 11 distros:

Fedora

# date; time grub2-mkconfig -o /boot/grub2/grub.cfg; date
Sun 22 Mar 18:51:12 -03 2026
Generating grub configuration file ...
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.19.8-200.fc43.x86_64
Found initrd image: /boot/initramfs-6.19.8-200.fc43.x86_64.img
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.18.16-200.fc43.x86_64
Found initrd image: /boot/initramfs-6.18.16-200.fc43.x86_64.img
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.18.13-200.fc43.x86_64
Found initrd image: /boot/initramfs-6.18.13-200.fc43.x86_64.img
Found linux image: /boot/vmlinuz-0-rescue-163e33fb611946fd998c9750b0d09e04
Found initrd image: /boot/initramfs-0-rescue-163e33fb611946fd998c9750b0d09e04.img
Adding boot menu entry for UEFI Firmware Settings ...
done

real    0m2.366s
user    0m0.608s
sys     0m0.806s
Sun 22 Mar 18:51:15 -03 2026


openSUSE

# bash update_Grub.sh
cp theme.txt /boot/grub2/themes/openSUSE/
cp grub /etc/default/grub
Sun 22 Mar 19:34:01 -03 2026
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub2/themes/openSUSE/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.19.8-1-default
Found initrd image: /boot/initrd-6.19.8-1-default
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.19.5-2-default
Found initrd image: /boot/initrd-6.19.5-2-default
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.19.3-1-default
Found initrd image: /boot/initrd-6.19.3-1-default
Warning: os-prober will be executed to detect other bootable partitions.
Its output will be used to detect bootable binaries on them and create new boot entries.
1504.642224 | DM multipath kernel driver not loaded
Found Arch Linux (rolling) on /dev/sda3
Found Debian GNU/Linux forky/sid on /dev/sda4
Found Fedora Linux 43 (KDE Plasma Desktop Edition) on /dev/sda5
Found PCLinuxOS on /dev/sda6
Found PCLinuxOS on /dev/sda7
Found Mageia 10 (10) on /dev/sdb1
Found Ubuntu 24.04.4 LTS (24.04) on /dev/sdb2
Found Void Linux on /dev/sdb3
Found Linux Mint 22.3 Zena (22.3) on /dev/sdb4
Found PCLinuxOS on /dev/sdb5
Found MX 25.1 Infinity (25.1) on /dev/sdb6
Adding boot menu entry for UEFI Firmware Settings ...
done

real    0m29.723s
user    0m10.013s
sys     0m17.482s
Sun 22 Mar 19:34:31 -03 2026

Tudo junto, daria +/- 1 minuto, dentro das 2 horas que dedico às minhas atualizações semanais. – Mas vamos dizer que totalizasse 10 minutos, com muito exagero. – Qual a vantagem de complicar minha vida, gastar horas e horas lendo, estudando, resolvendo problemas… para reduzir esse tempo, que já é mínimo?

Quanto ao tempo de boot, pior ainda. – Às vezes, passo 1 semana sem reiniciar o computador. – Mas, mesmo que eu reiniciasse o computador, 10 vezes por dia?

Considerando o tempo médio de boot das várias distros, eis o que eu economizaria – se reduzisse esse tempo a zero segundos:

openSUSE Tumbleweed  34‘‘
Arch Linux           19‘‘
Debian testing       20‘‘
Fedora               37‘‘
PCLinuxOS (2)        23‘‘
PCLinuxOS (1)        29‘‘
Mageia Caultron      19‘‘
Kubuntu LTS          40‘‘
Void Linux           13‘‘
Linux Mint           14‘‘
PCLinuxOS (3)        21‘‘
MX Linux 25          17‘‘

Para reduzir esses tempos, bastaria trocar meus SSDs Sata3 por NVMe.

Que tal, “remover o Grub”? – Acho que eu gastaria um tempo enorme, lendo, estudando, reaprendendo, solucionando problemas e reconstruindo todo o meu “Menu de Inicialização”.

Agradeço a dica, que me levou a descobrir várias coisas interessantes sobre BLS, Grub, systemd-boot e rEFInd.

Quanto ao resto, não se preocupe. – São apenas pensamentos que me ocorrem, há vários anos – pois desde 2016, volta e meio analiso as possíveis alternativas ao Grub.

Agora, analisei mais uma vez – e ainda não vi vantagens em mudar – e começar tudo de novo, com algum “não-Grub”.

Paz e bem a todos!

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Debian 13 - Systemd-boot

Não entendo muito sobre esses tempos, mas cai na tela de login rapidinho.

image

Ativando o fastboot na bios melhorou um pouco

image

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Qual comando mostra isso?

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sudo bootctl status

Acho que só funciona se tiver usando o systend-boot

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Não sabia. Como acabo nem mexendo no bootloader (exceto quando uso Arch, porque é obrigatório), simplesmente vi a estrutura e achei que era systemd-boot :stuck_out_tongue:

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Obrigado, @tijolaum !

# bootctl status
systemd-boot not installed in ESP.
System:
      Firmware: n/a (n/a)
 Firmware Arch: x64
   Secure Boot: disabled
  TPM2 Support: no
  Measured UKI: no
  Boot into FW: supported

Random Seed:
 System Token: set
       Exists: no

Available Boot Loaders on ESP:
          ESP: /boot/efi (/dev/disk/by-partuuid/329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa)
         File: ├─/boot/efi//EFI/BOOT/bootx64.efi
               ├─/boot/efi//EFI/BOOT/fallback.efi
               ├─/boot/efi//EFI/BOOT/fbx64.efi
               ├─/boot/efi//EFI/BOOT/mmx64.efi
               ├─/boot/efi//EFI/BOOT/BOOTIA32.EFI
               └─/boot/efi//EFI/BOOT/fbia32.efi

Boot Loaders Listed in EFI Variables:
        Title: opensuse
           ID: 0x0000
       Status: active, boot-order
    Partition: /dev/disk/by-partuuid/329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa
         File: └─/boot/efi//EFI/OPENSUSE/GRUBX64.EFI

        Title: Mageia_grub
           ID: 0x0009
       Status: active, boot-order
    Partition: /dev/disk/by-partuuid/bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52
         File: └─/boot/efi//EFI/MAGEIA_GRUB/GRUBX64.EFI

        Title: arch_grub2
           ID: 0x0006
       Status: active, boot-order
    Partition: /dev/disk/by-partuuid/329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa
         File: └─/boot/efi//EFI/ARCH_GRUB2/GRUBX64.EFI

        Title: Void_grub
           ID: 0x000D
       Status: active, boot-order
    Partition: /dev/disk/by-partuuid/bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52
         File: └─/boot/efi//EFI/VOID_GRUB/GRUBX64.EFI

        Title: Fedora
           ID: 0x0011
       Status: active, boot-order
    Partition: /dev/disk/by-partuuid/329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa
         File: └─/boot/efi//EFI/FEDORA/SHIM.EFI

        Title: ubuntu
           ID: 0x0015
       Status: active, boot-order
    Partition: /dev/disk/by-partuuid/329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa
         File: └─/boot/efi//EFI/UBUNTU/SHIMX64.EFI

        Title: Ubuntu
           ID: 0x0002
       Status: active, boot-order
    Partition: /dev/disk/by-partuuid/bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52
         File: └─/boot/efi//EFI/UBUNTU/SHIMX64.EFI

        Title: debian
           ID: 0x0016
       Status: active, boot-order
    Partition: /dev/disk/by-partuuid/329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa
         File: └─/boot/efi//EFI/DEBIAN/GRUBX64.EFI

        Title: debian
           ID: 0x0001
       Status: active, boot-order
    Partition: /dev/disk/by-partuuid/329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa
         File: └─/boot/efi//EFI/DEBIAN/SHIMX64.EFI

        Title: Mx25_grub
           ID: 0x0008
       Status: active, boot-order
    Partition: /dev/disk/by-partuuid/bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52
         File: └─/boot/efi//EFI/MX25_GRUB/SHIMX64.EFI

        Title: pclinuxos
           ID: 0x0003
       Status: active, boot-order
    Partition: /dev/disk/by-partuuid/329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa
         File: └─/boot/efi//EFI/PCLINUXOS/GRUBX64.EFI

Boot Loader Entry Locations:
          ESP: /boot/efi (/dev/disk/by-partuuid/329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa, $BOOT)
       config: /boot/efi//loader/loader.conf: No such file or directory
        token: arch

0 entries, no entry could be determined as default.
lines 42-95/95 (END)

Funcionou sem ele – e disse que ele não tá instalado.

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É claro que eu tinha de tentar no MX Linux – com SysV init – só de pirraça!

bootctl: command not found

:grimacing:

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