Tem Gimp, Pinta, PhotoFlare, Photopea…
Qual editor de imagem vocês usam no Linux?
Isso vai longe…
Eu já usei AutoCAD para fazer desenhos “precisos” (medidas exatas) – e não necessariamente “bem acabados”, bonitos, “profissionais”, impressionantes – na década de 90, coisa de PC-XT, depois 286, 386, 486 e seguintes, até meados da década de 2000.
Nos anos 90, também não podia pagar uma gráfica de qualidade, fotolitos etc. – Exportava as “views” do AutoCAD, finalizava no CorelDraw, incorporava na publicação em Ventura Publisher. – Imprimia a Laser em 'papel vegetal" (na verdade, um sucedâneo artificial), e com isso podia gravar as páginas (texto + desenhos), diretamente na chapa metálica para impressão, sem passar pelo fotolito.
No início da década de 2000, a mesma coisa – só que em GIF com fundo transparente, para publicação na web.
Foi aí que comecei a publicar mais fotos – coisa muito cara, em publicações de papel, mas de custo zero na web. – No começo, principalmente scanner de fotos em papel; e depois, fotos digitais, que são um pouco melhores. – Basicamente, “corrigir” fotos mal feitas (amadoras) e / ou mal reveladas e mal ampliadas pelas Fujiokas da vida. Retirar o excesso de infra-vermelho ou de ultra-violeta, melhorar o contraste, a má iluminação etc.
Eu ainda usava Photoshop (Windows), depois Gimp (Linux). – Nunca usei 1% dos recursos do Photoshop, e não achei que perdi nada usando o Gimp. – E aplicar uma marca d’água transparente, com os créditos: autor, data, local etc., porque sem isso, a foto é de quem pegar primeiro. – “Créditos: Web”… “Autor desconhecido”… “Acervo do meu amigão Luizão”… “Local ignorado”… “Um tempo atrás”… É desse jeito.
Para mapas exatos, na década de 90 obtive um mapão do Brasil em AutoCAD, com as rodovias, cidades, zilhões de rios, divisas estaduais etc. – e também uma listagem do IBGE com as coordenadas geográficas de todos os municípios. – Mais tarde, exportei para o CorelDraw, para poder criar novas camadas, ocultar camadas, alternar cores etc. Ficou sendo uma “matriz”, da qual ainda posso gerar novos mapas, atuais, históricos, ou futuros no caso de novos projetos. – Também digitalizei um mapa detalhado do DF, para ilustrações mais específicas. Basta dar zoom numa área específica, adicionar detalhes em novas camadas, ocultar outras camadas, exportar o retângulo escolhido, e finalizar no Gimp. – Mas parei de mexer com isso. Cansei de correr atrás de regras cada vez mais complicadas do Google. Nada de pegar o carro, uma câmera, e me embrenhar em lugares cada vez mais perigosos. Aliás, hoje, o negócio é ser o primeiro a dizer que Fulaninha xingou Beltrana e Sicrana, mas não tenho vocação pra isso.
Na moleza, vou fazendo uns prints e registrando minha experiência com uma ou outra distro que acho interessante. No mais das vezes, basta um Shift+A, no Gwenview, para abrir o “Annotate”, fazer uns círculos, umas setas, umas legendas. Às vezes, um Shift+C para recortar uma área da imagem, ou um Shift+R para redimensionar uma foto grande demais. – Para alguma coisa mais complexa, posso usar o KSnip, que tem mais recursos – ou o Gimp, que tem mais ainda. Mas, nada muito elaborado. Nada que permita ganhar um Oscar ou um prêmio Nobel.
Acho isso mais prático e mais rápido, do que usar capturadores de tela cheios de recursos. – Prefiro o velho e bom gnome-screenshot, que simplesmente captura a tela inteira e salva sem perguntar nada (automatizei). Se eu quiser um retardo de 7 segundos, é só usar outro atalho que configurei. Se quiser capturar só a janela ativa (um aplicativo), outro atalho. – O Gwenview já está aberto, é só avançar para a nova imagem, e usar o Shift, ou o KSnip, ou o Gimp em último caso.
Agora, se você se refere a fazer imagens incríveis, daquelas que ganham o prêmio anual dos ilustradores profissionais, só resta esperarmos que um deles se manifeste. – O máximo que eu já fiz, no Gimp, foi eliminar uma poça d’água, sem deixar traços (muito) visíveis. Ou eliminar uma casa de joão-de-barro, de um galho de árvore. Mas isso, foi só por diversão. Se publicar, o dono da árvore pode me processar por falsidade ideológica, ou coisa pior. Vai saber!
Bom dia. Já usei Gimp junto com Krita mas por não saber usar o Gimp muito bem, resolvi parar de usar os dois e usar apenas o Photopea, inclusive pq nem preciso instalar no Linux, pois é webapp. Não perde em nada para os demais. Na minha máquina windows, eu uso Affinity Studio. Um abraço.
Krita, é o melhor. Pode inserir novos pincéis e efeitos. É mais similar ao Photoshop.
Tem uma galera que prefere o Gimp, mas é mais complicado de estruturar camadas e efeitos em comparação ao Krita.
Krita e gimp.
