Quais empresas brasileiras estão produzindo notebooks e desktops atualmente?

Sou do RJ e vou te dar uma.lista:
Barcas SA
CCR Barcas
SuperVia
Metrô Rio
Light
Naturgy (antiga CEG)
Consórcio BRT

Tudo privatizado. Tudo lixo. Comprovadamente.
O único caso de privatização que sei que, na prática, funcionou, é o da Águas de Niterói.

Ademais, não adianta fazer análises superficiais de orçamento de universidades públicas e comparar com orçamento de cidades pequenas (que, aliás, muito se mantêm pelo movimento que a universidade produz). Considerem que essas instituições fazem muita pesquisa, e pesquisa é caro, e mantém hospitais universitários, o que também consome muitos recursos orçamentários.

Estou cansado de muito.blábláblá, enquanto são as estatais, as universidades públicas, Embrapa, Fiocruz, Butantan e similares que carregam o piano. Liberal antiEstado no Brasil reclama muito.do governo e só fica nisso. Os fatos não corroboram essa torrente de teorizações de rede social.

Enfim, não.vou me desviar mais do tópico. Se eu quiser discutir política, vou fazer isso no fórum apropriado.

Eu sou contra obrigar qualquer pessoa.
Acho que o aluno deveria pagar pela universidade, até para ele reconhecer o custo e o investimento da sociedade. Estes dados que falei da cidade em que morei são públicos, mas as pessoas não sabem nem como acessá-los, que o diga analisar.
Paga mensalidade. Não quer/não pode. Ótimo! Presta serviço.

Quem aí trabalhava e estudava à noite e viu algum serviço de monitoria noturno, que são para os alunos que mais precisam?
Integrar sociedade e universidade, maximizar o uso dos espaços públicos.
Quase toda a universidade tem vários e ótimos auditórios. Daria para realizar mini-cursos, oficinas e coisas do tipo para alunos de ensino fundamental sobre aspectos básicos da vida: como fazer um imposto de renda, como funciona um contrato de trabalho, que tinta usar numa obra, como redigir textos, marketing pessoal etc.
Um monte de pequenas coisinhas que quem é de classe média/alta vai tendo ao longo da vida e que o pobre nem imagina que existe, e lá na frente cobra seu preço.

Eu costumo dizer que RJ e DF são casos à parte, que vivem de uma remessa irreal de recursos da União por todo o restante do país e cuja economia precisa passar por um processo traumático para se adaptar à realidade.

A primeira coisa é que não basta privatizar e a simples transferência vai resultar em bons serviços. E entendo que muitas vezes é vendido assim.
O modelo de venda, a composição da participação e outros fatores deveriam ser levados em consideração. Entendo que uma privatização tem que pensar mais no resultado público de longo prazo que na arrecadação imediata, e nem sempre isto é feito. E quem define estes critérios é o Estado.
Mesmo no RJ, você tem a 040 que foi um ótimo exemplo de concessão, e seria melhor ainda se tivessem feito a tal modernização da subida de Petrópolis, que não ocorreu por falta de fiscalização e exigência do Estado.
CSN, Telerj, Banerj, aeroportos são exemplos, mesmo aí, que demonstram que pode dar certo.

Meu caro, não se trata de uma análise superficial.
Inclusive, é o fato de não se fazer este tipo de questionamento que induz ao erro.
Sabe quanto do orçamento daquela universidade ia para manutenção/serviços discricionários e quanto ia para folha de pessoal? Qual foi a evolução no período e como era o processo seletivo?
Eu não tenho NADA contra pagar muito bem a um ótimo profissional, é obrigação, seja no Estado, seja na iniciativa privada.
Mas ótimo profissional depende de resultado, não de currículo, histórico ou mesmo outras questões que nem vou entrar aqui que são polêmicas mas certas para quem conhece um pouquinho do meio acadêmico.
Se 1% do orçamento for para pesquisa, eu ficaria impressionado. A maioria são incongruências administrativas, ou mesmo gestão. Todo o mundo fala que o SUS não tem dinheiro. Vai ver quanto o SUS gasta em aluguel de imóvel enquanto a União tem vários espaços disponíveis cujo custo de reforma/manutenção seria uma fração disto.
Eu tenho absoluta certeza de que as instituições públicas de ponta são somente prejudicadas por toda esta pulverização. Por que não pegar a Embrapa e Fiocruz, casos de sucesso que sabem fazer bom uso do dinheiro, e injetar mais recursos, para que produzam mais? Talvez, embora seja pouco esperançoso quanto a isto, estejamos vivendo a nossa “primeira guerra”, que no final deixará lições sobre como conduzir algumas questões estratégicas. É caro manter uma um centro de pesquisa de ponta? É, e não é, se você for pensar o custo (mesmo adstrito ao sentido econômico) do tanto de vidas perdidas, e ficarmos dependentes de boa vontade de outros países que não são nem mais desenvolvidos que a gente, ou seja, foi uma simples decisão de escolha de onde aplicar recursos.

1 Curtida