Quais distros Linux brasileiras estão ativas em 2021?

Ah, tem o Amarok Linux também:

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Pô, tá aí um bom exemplo de distribuição que vem com um WM por padrão (Awesome)! Tinha um tópico sobre isso outro dia e acho que o Gobo não entrou.

O interessante é que o Gobo usa uma estrutura diferente para armazenar os programas, como a própria documentação indica, é isso que o usuário encontra na raiz ("/") por padrão:

  • Programs/
  • Users/
  • System/
  • Data/
  • Mount/

Não é exatamente a minha praia, porque eu gosto do jeito Unix de fazer as coisas, mas tenho certeza que pode ser preferível para algumas pessoas.

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Podemos dizer que o Endless os tbm faz parte deste grupinho?
Pelo menos um br está no time do Endlessos

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O TigerOS está muito vivo, até mais do que quando criei a primeira versão. Desde 2007, ele sempre foi uma distro para eu poder atender meus clientes com mais comodidade, uma vez que ele era “atraente” e pequeno, por não vir com programas “para tudo”.

Hj ele está se tornando algo interessante de tornar público, uma vez que o @eltonff e o @Natanael.755 estão se dedicando a criar particularidades.

A ideia nem de longe é tornar-se a distro mais usada, convencendo atuais usuários de outras distros a migrarem para ele, mas sim, ser a referência para empresas adotarem.

Logo mais irei para um estúdio gravar novos vídeos usando o visual definitivo da remaster, além de preparar um cursos de introdução para usuários leigos.

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Na verdade, ele usa a unix fh, só que oculta usando um módulo no kernel chamado “gobohide” e cria symlinks para os subdiretórios de /System

O Amarok Linux acabou de sair em nova edição, diretamente baseada no Debian 11 e com o kernel 5.10.46, LTS.

Tem repositório próprio, para instalação de versões mais recentes de alguns pacotes.

Diferentemente de outras distros brasileiras, que abraçaram o Plasma, o Amarok oferece como ambiente gráfico o GNOME (3.38.5) ou o XFCE (4.16.8).

Já temos apresentação do novo Amarok Linux no YouTube, pelo canal TicoFanLinux.

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À espera do Linux Kamarada baseado no OpenSUSE 15.3.
Pelo que vi, o Kamarada é um remaster exclusivamente em GNOME.
(Quem diria! O Regata OS não está sozinho no Brasil em sua ancoragem no OpenSUSE!)

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Essa generalização é muito forte. Discorra um pouco por gentileza.

Já nem perco mais meu tempo perguntando, afinal, quem faz esse tipo de crítica/afirmação, em nada contribui com nada nem ninguém.

“Não tem diferenciais…”

Então programe ou patrocine programadores para criar esses diferenciais. Mas é bem + fácil ser extrativista.

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Estava debatendo com um entusiasta da comunidade brasileira de Puppy Linux sobre a falta de uma puplet nacional, sendo que no passado já existiram algumas e parece que tem sim pessoas atualmente com a intensão de lançar algo do tipo. Então é possível que no futuro tenhamos uma distro derivada nacional do Puppy.
Sempre achei estranhos não termos várias, considerando nossa realidade sócio-econômico e o próprio incentivo da comunidade por meio de “kits de desenvolvimento” para a criação de derivadas.

Pois é. E muito descortês. Mas, enfim, é um ponto de vista…

BigLinux, Regata OS e Tiger OS eu conheço de perto, e são sistemas muito bem compostos. A usabilidade é muito, muito boa! O acesso a softwares para instalação é dos melhores que já vi. Só por isso vale a pena usá-los.

E os desenvolvedores desses sistemas BR até têm contribuído para os projetos grandões de interface. O BigBruno levou soluções ao pessoal do KDE, e o Ailton, do WinUnix, fez isso com o pessoal do Lubuntu, e até deixa disponíveis melhoramentos nesse sistema para qualquer um de nós instalar.

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Eu também sou da opinião de que existem distribuições brasileiras de todos os tipos e qualidades como em qualquer lugar do mundo e os próprios perfis apresentados aqui demonstram previamente isso.
Acredito ainda que quanto mais pessoas aderem a uma distro nacional e mais colaboram de alguma forma, seja com recursos financeiros, desenvolvimento ou apoio diverso, melhores elas se tornam, como, aliás, ocorre com qualquer distro.

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Criar diferenciais é bastante complexo, ainda mais em 2021.
Pessoal cobra muito Mint e Ubuntu, mas ignoram algumas questões, como:

1- O q é um diferencial?
2 - Será q as mudanças q tanto cobram, agradarão a todos?

Por ex, quando mudaram a interface do Gnome 2 para o 3, muitos procuraram alternativas, tanto q Cinnamon e Mate ganharam muitos adeptos.
Quando Canonical trocou o Gnome pelo Unity, galera odiou (por + q muitos tenham amado esse DE, o oposto também é real).
E quando resolveu voltar, outros também pularam fora.

Quando então vc pega o Mint, com Cinnamon ou Xfce, com tantas opções de personalização, pessoal tira 1 tempo para deixar do jeito q gosta, e ponto! É o + seguro a ser feito.

Deepin mesmo é uma distro q está sempre fazendo mudanças na interface. Tanto q agora q mudaram para a versão 20.X, galera reclamou.

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Isso é verdade, nem todo mundo gosta de mudanças ou inovações. Eu mesmo, de um modo geral quando curto algo, gosto que permaneça assim, só quero mudanças se elas claramente forem para melhor, uma evolução daquilo que se tem anteriormente. Se for mudar por mudar apenas para quebrar monotonia ,ai eu já sou bem mais resistente e preciso ser convencido da necessidade de mudança.

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É nóis! Engraçado q quando comecei no Linux, foi justamente o KDE 3.5.X q me atraiu pela sua similaridade com o W98.

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Alguém aqui tem conhecimentos de UX design?

Tentei instalar sua distro, e não consegui, sempre dá aquele erro. E é uma distro muito bonita.

Recentemente?
Venho trabalhando ao máximo para corrigir esse erro, mas tem uma placa-mãe q não estão aceitando especificamente minha distro.

Hardware “alérgico” ao Tiger OS? E quanto ao Xubuntu LTS e ao Mint XFCE? Aceita?

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Não vi ninguem falar, então acho que o bentoo deveria entrar aqui!

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