Porque os pacotes Flatpaks são muito grandes?

flatpak
#1

Gostaria de saber por que os pacotes Flatpak são muito maiores do que outros pacotes como .deb ou snap.

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#2

Por que eles incluem todas as dependências necessárias para executar o programa, é um formato auto-contido, eles não utilizam as bibliotecas do sistema.

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#3

Logo aparece alguém falando que Flatpak não ocupa espaço… ou que os GB são baratos. :sweat_smile: :rofl: :rofl:

Os apps (em .deb) que uso normalmente (em torno de 15) não ocupam mais de 1 ou 1.5GB no SSD. Já as versões Flatpak… bate os 7GB num piscar de olhos.

Particularmente, estou encantado com os AppImage… que tem o mesmo tamanho dos .deb e não precisa de instalação.

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#4

De fato, os App Image são uma melhor solução no geral, os maiores inconvenientes para mim são o fato deles não aparecerem na software store e não serem atualizados automaticamente. Isso de ir no site baixar aplicativo é muito Windows-like pro meu gosto.

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#5

Recomendo que assista este vídeo, nele várias dúvidas sobre formatos de pacotes serão sanadas. Abordo de forma não complicada, evitando “tecnês”, para que indiferente do nível do usuário, as coisas possam ser assimiladas.

Vídeo: https://youtu.be/8Rs1KWG8IGA

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#6

Também não é assim…rsrsrs. Cada tecnologia tem seus pontos fortes e fracos, a possibilidade de ter uma aplicação a parte do sistema, sem preocupações de quebras de dependências e em muitos casos apps em suas últimas versões, em um sistema que não preze por versionamento, é algo que pode fazer a diferença.

O ponto dos Flatpaks, Snaps e AppImages, não é substituir todas as aplicações por tais formatos (não ao menos por enquanto) e sim utilizar para fins específicos, como abordei anteriormente como exemplo.

Atualmente em meu SSD de 120Gb uso todos os tipos de formatos de pacotes, muitos flatpaks, AppImages e alguns snaps… E se comparar com o espaço em disco de apps no Windows, certamente não terá empecilho algum em usar tais pacotes no Linux. Se parar e refletir, da quase no mesmo que utilizar um sistema Microsoft com vários programas instalados.

Agora que o lance de manter várias runtimes em versões diferentes (“mesmas runtimes”) é de fato algo meio chato, porém cada tecnologia tem seus pontos fortes e fracos… Assim como os AppImages, Snaps e deb/rpm. No fim é utilizar cada um conforme o caso.

Os Flatpaks são pequenos, as runtimes que são grandes, e caso utilize vários apps com a mesma ou poucas runtimes, a utilização é bem tranquila e aceitável.

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#7

Pessoal que critica muito a questão do tamanho sem ressaltar as vantagens acaba esquecendo que o Windows ocupa 300 trilhões de vezes mais espaço do que o Linux e não vejo pessoal chorando por isso na net.

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#8

Estou ciente dos benefícios que o empacotamento em container pode trazer… O problema é uma aplicação aumentar em - pelo menos - 500% o seu tamanho em disco.

Em meu sistema, tive problemas com o tema GTK no Flatpak… Inkscape, LibreOffice, Gradio ficavam visualmente horríveis. Já a versão nativa (.deb), não havia problema algum.

No momento, quem está me atendendo é o AppImage. Em uma troca de sistema, não preciso me preocupar em baixar novamente as aplicações; pois elas, já estão armazenadas no disco (e ocupando pouco espaço :stuck_out_tongue_winking_eye:).

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#9

Valeu pela contribuição, pessoal! Quando comecei a usar esses tipos de pacotes(Snap, Flatpak…) fiquei bem empolgado, principalmente com os snaps. Porém tive problemas com ele por conta da pouca compatibilidade com quem usa partições separadas para os dados( Ex.: O LibreOffice não salva os arquivos). Quando passei para os Flatpak me assustei com os tamanhos hehehe.
Enfim, valeu pela contribuição!

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