Porque a insatisfação com o GNOME?

Eu venho ultimamente observando que muitos vem se sentindo insatisfeitos o GNOME, principalmente com a versão 40 em diante, alguns inclusive pensam que o GNOME regrediu nessas versões, o que é está causando tanta insatisfação?

Tretas com equipes de algumas distribuições, como a do Pop!_OS por causa do GTK4 quebrar algumas costumizações (o que aprentemente foi resolvido), pensamento muito no "Só existe o GNOME, paz na Terra e p/ no c/ das outras DE’s), vulgo acham que o GNOME tem que ser puro, nada de extensão e Libwaita pura é o caminho do céu. Isso é apenas um resumo do resumo do que aonteceu antes do GT4 ser lançado.

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"Usuários Linux que fazem barulho em fóruns e redes sociais em geral, querem a liberdade de controlar a cor de cada pixel!

Estes usuários não querem ser escravos dos aplicativos tiranos que querem controlar o que aparece na tela — o usuário quer controla o computador, não o contrário. Pior ainda: desenvolvedores obscenos escrevem aplicativos que, além de controlar a cor dos pixels, ainda tentam fazer isso na frequência do monitor!

O ideal dos usuários: é só ver o que você quer, na frequência e cor que você quer. Você estar no controle. Quer uma tela totalmente azul a 60FPS? Não precisa mais tentar hackear o próprio computador pra conseguir isso. Basta pintar o que você quer na tela, na frequência que você quiser."

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Trata-se de birra dos desenvolvedores de algumas distribuições que utilizam o Gnome e que gostariam de controlar mais o resultado final. Não concordam com os rumos e as decisões que os desenvolvedores do Gnome tomaram.
No entanto, fora desse mundo mais técnico, não existe essa insatisfação. O Gnome tem cada vez mais entregado bons resultados para os usuários e é isso que tem funcionado.

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Tem certeza? Eu vejo mais pessoas falando bem do Gnome 40+ do que o contrário; eu mesmo não gostava muito do Gnome 3.38 pois seu visual me desagradava um pouco e o desempenho era meio ruim, mas desde o Gnome 40 estou estremamente satisfeito com o Gnome

Acho que isso é o mesmo que anda acontecendo com o Ubuntu: Usuários, mesmo sem saber direito, ecoam o que veêm por aí.

O Gnome, pelo que ando vendo é um problema para alguns desenvolvedores e estes reclamam de algo que parece realmente contraproducente, que é mudar bastante “as regras do jogo” mas para o usuário comum mesmo, isso é irrelevante.

É o mesmo que acontece com o Ubuntu e com o Snap. Snap e Flatpak, para usuários, dá no mesmo. A grande questão aí é que tem uma parte do snap é fechada, aí alguns caem em cima e de repente o Ubuntu “não é mais indicado para novos usuários”.

Muita coisa ecoa por aí sem ter muito motivo.

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Eu abandonei o GNOME quando percebi que tinha que ficar mexendo em Tweaks e Extensões para adicionar funcionalidades básicas ao sistema, cansei se ficar procurando no Dconf Editor coisas que deveriam estar nas configurações, ou então de ficar procurando no site GNOME Extensions funcionalidades que deveriam vir por padrão.

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Esse é o principal ponto negativo do GNOME, a funcionalidade limitada, o KDE em comparação é mais completo.

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Estou usando o GNOME no Fedora aqui e estou gostando. A algumas semanas atrás utilizava Windows. A única extensão que mantenho ativada e a Just Perfection para desativar a dash.

Sim. Até porque o Ubuntu é inquebrável, o sistema mais estável e seguro do mundo que sempre anda inovando. Utilizar Ubuntu é o caminho para o céu.

Depende muito do tipo de usuário que você é. Eu por exemplo não customizo muito o meu desktop. O GNOME para mim é ótimo. É simples, estável e rápido no meu desktop.

Não vejo nenhum problema na utilização das extensões, e sobre o Libadwaita, espero que nas próximas versões do GNOME ele seja melhorado e permita a instalação de temas.

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Eu não falo sobre customização, eu falo de funcionalidade, no KDE por exemplo eu posso impedir a suspensão do sistema com um clique, no GNOME é necessário instalar o caffeine.

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Porque o Plasma é uma interface mais rica em funcionalidades e o GNOME é uma interface mais simples. Mas, se você acha que alguma opção está faltando no GNOME, você poderia tentar contribuir fazendo uma sugestão para os desenvolvedores, se irão aceitar… não sei.

Sua visão é um tanto apaixonada, não? O Ubuntu está longe de ser isso, mas também está longe de ser um péssimo sistema a ponto de não ser recomendável.

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Provavelmente não, os devs do GNOME não são abertos a comunicação.

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Acho que ele estava sendo irônico

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Utilizei pela última vez através de um Live CD. Não consegui nem utilizar o Chromium por causa da demora para instalar.

Concordo.

Enquanto a Canonical estiver forçando guela abaixo o snap prefiro não recomendar. A minha primeira experiência com isso foi a pior: Quando iniciante, desinstalei o snapd e depois simplesmente não consegui mais abrir a loja ou instalar qualquer aplicativo através da interface. O Chromium demorava anos para instalar. Se você remove o snapd e depois tentar instalar um pacote através do apt, o apt vai puxar o snapd como dependência.

Sim, por isso que fui irônico de maneira mais sutil ainda. eheheheh

O GNOME tem uma visão de ser um “produto” e “plataforma” inovadores e tem tomado medidas para “uniformizar” o máximo possível não só a DE como os aplicativos GTK.

As críticas ao GNOME são principalmente porque ele tem mudanças e limitações talvez indesejadas, e que os desenvolvedores não dão a opção de alterar (ao menos oficialmente). Isso reflete mesmo em quem não usa a DE pois vários aplicativos independentes do GNOME (como Firefox, Chromium, etc.) utilizam o GTK e são sujeitos a isso.

Como o GNOME é uma das DEs mais utilizadas (se não mais utilizada), desenvolvedores às vezes têm que fazer mudanças para ter compatibilidade com o GNOME e os aplicativos GTK. Nesse ponto há desenvolvedores que criticam o GNOME por não seguir os padrões formais do mundo Linux corretamente e “inventarem moda” que sobra pra eles implementarem a compatibilidade (os mais ácidos contra o GNOME que eu já vi foram os do tocador de vídeos mpv).

A maioria só usa o ambiente padrão que veio no Ubuntu/Fedora sem pensar muito, no entanto.

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Pois é. É uma questão de “singularidades” Uma vez eu tentei instalar umas 3 distros em um hardware mas apenas consegui instalar normalmente o Ubuntu. Cada caso é um caso.

Há poucos dias atrás tentei instalar o Fedora 35 e não sequer arrancava o sistema, fui para o Ubuntu 22.04 LTS e funcionou normalmente.

Não existe sistema perfeito.

Embora eu considere parte das críticas do Ubuntu infundadas, existem muitas melhorias a serem feitas principalmente nos Snaps (e várias dessas melhorias precisam ser feitas nos Flatpaks também).

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Seu comentário demonstra desconhecimento sobre como o Ubuntu funciona.
E o Ubuntu é um produto, ninguém está te obrigando a usá-lo, não há uma arma apontada à sua cabeça lhe dizendo para usar Ubuntu. Mesmo que o Snapd não fosse removível (ele é possível de remover sim), essa é uma decisão de quem desenvolve o produto, e a decisão de usar o produto é somente sua.

É óbvio que ao remover o Snapd a Ubuntu Software será removida, ou ficar sem utilidade. Mas isso não impede o usuário de instalar a Gnome Software, Plasma-discover, Synaptic, usar o APT por linha de comando.

Quando um iniciante em Linux desinstalaria o Snapd? Só se não for mais iniciante!

Quanto aos navegadores Chromium e Firefox, eles não estão mais disponíveis como pacotes DEB nos repositórios, mas apenas como SNAPs. Há pacotes DEB de referências, que vão instalar os Snaps. Isso é assim para que seja possível entregar esses softwares de forma mais nova, prática e fácil para os usuários (e economizar tempo precioso dos desenvolvedores). Claro que essa decisão foi polêmica, pois não é qualquer um que empacota e mantém pacotes de navegadores para uma distribuição, a reclamação das remasterizações baseadas no Ubuntu foi geral pois previram que teriam que arregaçar as mangas ou simplesmente aceitar usar Snaps.

Os Snaps instalam runtimes que são compartilhadas entre si, por isso o primeiro download que você tentou do Chromium foi demorado (várias runtimes foram necessárias baixar). Mas depois, um software que usa as mesmas runtimes não precisará baixá-las novamente.

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