Onde estão os usuários OpenSUSE em 2020?

Bom, eu estou quase que 99% decidido a experimentar. kkkkkk Eu estava pensando em instalar o Manjaro por causa do polimento do KDE nele, mas vi vocês falando aqui do tratamento no openSUSE e como é uma das poucas distros que ainda não usei, pode ser a próxima. Bom que conheço mais um sistema, aprendo novas coisas.

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Por experiencia própria, é mais rápido instalar o sistema com uma ISO 4Gb e depois atualizar e deixar o sistema pronto do que esperar os downloads dos pacotes da Live CD.

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Bom dia pessoal!

Estou utilizando o Tumbleweed KDE e por questões profissionais mantenho o Windows em uma VM, no Gnome Boxes em Flatpak.

Funciona bacana e tal, mas de vez em quando eu sinto que a VM fica bem lenta, mesmo eu mantendo o mesmo padrão com somente o necessário aberto, seja dentro dela ou no próprio Tumbleweed. No caso eu sempre reservo 4GB de ram para a VM, meu notebook possui 8GB de ram.

Dito isso eu pergunto a vocês que possuem mais conhecimento e experiência: para virtualizar o Windows no Tumbleweed KDE, vocês recomendariam o próprio Gnome Boxes pela facilidade, o Virtual Box ou algum outro?

Como sou usuário “comum” sem muito conhecimento técnico, sempre opto pelo Gnome Boxes em Flatpak para não ter erro.

Abraços.

Realmente, pensando nesse ponto, vale a pena baixar uma ISO mais pesada, mas que por outro lado oferece várias possibilidades.

Minha instalação do Tumbleweed é de Outubro 2020, e pela primeira vez tive um problema, recebi a notificação de um update de sistema que inclui uma pequena atualização de kernel, atualizei, e o ambiente gráfico não quis subir mais.

Então iniciei o sistema pelo kernel antigo, e desinstalei o kernel daquele update, provavelmente meu problema esteja relacionado ao driver proprietário NVIDIA.

No aguardo por uma próxima atualização de sistema, que pode ocorrer em breve.

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Isso é feito utilizando aquele sistema de rollback do openSUSE? Tava lendo sobre isso e achei incrível.

Essa é minha primeira instalação do openSUSE, e naquele tempo eu estava receoso em relação ao Btrfs, então havia decidido por usar Ext4 no / e também no /home, e Ext4 não dá suporte à Snapshots (conhecido como rollback).

A única coisa que fiz foi reiniciar o sistema, e na tela do GRUB, acessar o “Advanced options”, e escolher o kernel anterior.

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Hoje você confia mais no Btrfs? rs

Nunca usei, mas confio pelo fato do Fedora estar aderindo ele como sistema de arquivos padrão.
Acredito que, para um usuário comum, não há diferença perceptível no uso do dia a dia, talvez a presença do recurso “Snapshots” (rollback de sistema) seja uma diferença visível, mas em relação ao desempenho… acho que só cada um realizando benchmarks em ambos para tirar suas próprias conclusões.

Eu ainda não parei pra ler, mas caso tenha interesse em estudar os sistemas de arquivos Ext4 e Btrfs, você pode ler diretamente da fonte oficial:

https://ext4.wiki.kernel.org/index.php/Ext4:News

https://btrfs.wiki.kernel.org/index.php/Changelog

Se um dia for necessário reinstalar o openSUSE, provavelmente irei experimentar o Btrfs, visto que é o padrão.

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Instalei o openSUSE Leap em Janeiro 2017, com a partição-raiz em BtrFS e a /home em XFS.

Funcionou como um relógio suíço (ou uma BMW, Mercedes, relógio alemão) durante 3 anos, até eu aposentar o velho hardware em Janeiro 2020.

Nesse período fiz upgrade de 42.2 para 42.3, para 15.0, para 15.1, e por fim fiz upgrade para Tumbleweed.

Tudo macio, sem tropeços.

Fiz rollback 3 ou 4 vezes, ou talvez menos, nesses 3 anos. Tudo macio.

No novo PC, instalei Tumbleweed e já completou 1 ano e 1 mês e meio. Tudo suave.

Quando cai a eletricidade, não percebo nada anormal ao reiniciar depois.

O único “senão”, é que quando uso outra distro (em Live ou dualboot), não encontro quase nada nas pastas tradicionais da partição-raiz do openSUSE. ─ Na verdade, as coisas estão nos snapshots, e não nas pastas onde estamos acostumados a procurá-las.

É meio desconcertante. Às vezes, estou “fora” do openSUSE e resolvo editar algum arquivo de sistema dele, mas… em qual snapshot estará? Talvez em vários. Qual das cópias editar? Aí, a brincadeira começa a virar coisa séria. É mais fácil carregar o próprio openSUSE, e trabalhar com os links dinâmicos funcionando, para “encontrar” tudo onde deveria estar.

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Eu pretendo instalar o openSUSE Tumbleweed hoje e quero utilizar BtrFS na raiz, entretanto, para a /home tenho receio de usar XFS, não por questões de desempenho, qualidade, nada do tipo, mas porque estive pensando: e se eu decidir usar uma distro como Ubuntu ou Manjaro, como fica o XFS nessas distros em que é recomendado usar ext4? (isso pensando naquela possibilidade de formatar somente a raiz, mantendo a /home sem formatar)

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Segundo o Google Trends, estes são os locais do mundo que mais pesquisam sobre openSUSE. Quanto mais azul, maior a densidade, curiosamente, a Alemanha, país de origem da distro, não está nem no top 3. As estatísticas são dos últimos 12 meses.

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O XFS é bem suportado na maioria das distros, faz parte do kernel desde o 3.15 (de 2014), e para usar funções avançadas, basta instalar o pacote XFSprogs (que é igualmente quase, se não totalmente universal).

Eu tenho esse medo de compatibilidade com outras distros mais em relação ao BtrFS (que acabou de amadurecer) e ao ZFS (problemas de licenciamento no Linux), por exemplo.


O maior problema de mudar de sistema de arquivos é alguns programas específicos, como o Dropbox e alguns jogos de Linux mais antigos, que dependem do ext4 por algum motivo.

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Os alemães já estão tão familiarizados, que nem precisam mais pesquisar… :grinning:

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Nesse caso, fico menos preocupado, até porque se for instalar uma distro como o Ubuntu, por exemplo, vou formatar a raiz e mudar o sistema de arquivos para ext4.

Tem algum lugar onde podemos ver isso antecipadamente? Uma espécie de protondb para quais programas/jogos não dependem ou dependem do ext4? Posso estar querendo demais kkkkkkk

Não sei se tem algum lugar compilando isso, mas esse post do reddit tem uma lista incompleta de alguns jogos comuns com esse problema:

Aparentemente quando a partição ext4 tem mais de 2TB o problema também aparece. É um problema do tipo “32 bits é muito pouco para representar tanta coisa”, (da mesma ordem de “SO de 32 bits só reconhece 4GB de RAM”).

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Eu planejo voltar a experimentar a distro em algum momento, pela atenção ao KDE, mas não sei, dificilmente largaria o Fedora, principalmente uma instalação com mais de 5 anos que funciona perfeitamente bem.

Ainda hoje a distro que mais me deixa tentado é o Silverblue, como desenvolvedor eu adoro estas abordagens inusitadas, há muita coisa útil para aprender com um sistema assim. A única coisa que me segura é o juízo eu acho. :joy: Talvez nas férias… quando puder documentar bem e chegar em algo robusto para trabalhar em uma máquina secundária.

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Esse problema com sistema de arquivos em jogos Steam acontece quando jogos são nativos, mas parece não acontecer quando instalados via Proton. Jogos antigos precisam do suporte LFS por serem em 32 bits.

Hoje em dia Dropbox funciona muito bem em XFS, BTRFS.

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Galera que usa o TW, hoje recebi 177 atualizações :astonished: isso porque já tô usando o sistema desde sexta e atualizei tudo, essas são mais novas ainda. Pra vocês que estão acostumados, vocês costumam atualizar sempre que chega ou esperam uns dias pra isso?

Sei lá, ainda não tô habituado a usar uma distro rolling release, apesar de ter usado o Manjaro um tempo (que também foi curto). Me assustei um pouco com a quantidade kkkk parece que são muitas atualizações do KDE.

Tenho várias distros em dualboot.

Se não tiver motivo para ficar a semana inteira no TW, só atualizo no final da semana.

Aí, chega facilmente a 2,7 mil pacotes.

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