O que você considera um sistema "Bloated"?

Apenas de curiosidade, o que para você é considerado um sistema com “bloat”? Número de pacotes? Número de programas instalados? Distribuição? Apenas um tópico para discutir e matar curiosidade.

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Um sistema completo d+ ou software mastigado d+

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Um programa ou sistema operacional que contém um número muito grande de dependências e pacotes de forma relativamente desnecessária. Relativamente desnecessária porque tudo pode ser otimizado pra funcionar da forma mais eficiente, mas nem todos seguem tal filosofia. Mas acredito que a maioria dos projetos por ai são construídos com muito bom senso e na medida certa; alguns são mais minimalistas e outros um pouco mais enxutos, mas respeitando os limites na maioria das vezes.

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Me surgiu essa dúvida depois de ver muitos usuários falando que sistemas com 1800 pacotes já era considerado “bloated”. Meu Kubuntu instalado com opção mínima marcada no instalador e removendo vários pacotes ainda está em 2446 pacotes. Por isso fiquei interessado em saber a opinião de outros no assunto.

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Pra mim um sistema bloated é um sistema que tem muito perfume e alguns pacotes desnecessários e que acabam prejudicando a experiência final.

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Tiraram esse número de onde? Não faz o menor sentido isso…

Olha o bloatware aqui: UnityXp (1758) pacotes.

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Não vou lembrar com certeza qual canal mas foi alguém no youtube. O cara tem uns 8 WM instalados e já estava reclamando “my system is a bit bloated” haahhaha. Mas novamente, apenas curiosidade minha e pro pessoal discutir um pouco sobre o assunto.

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carvalho… olha isso man


kkkkk
baixando em 3, 2, 1…

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Esse dai nao sabe que muitas vezes mais é menos, deveria ler um pouco sobre fragmentação de pacotes.
Acho bacana quando o cara diz, meu sistema é enxuto tem só 800 pacotes :joy:
dai o meus sistema tem 2000 pacotes e ocupa o mesmo espaço, com a possibilidade de remover “fragmentos do pacote” sem ter que desinstalar tudo.
Fica traquilo o Fedora/Debian faz fragmentação de pacotes muito bem.

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Não dê ouvidos a esses usuários, Isso e uma absoluta asneira que inventaram pra retardar a tecnologia em geral(traduzindo mendigagem de software e de hardware)… São pessoas com problemas mentais que só querem ferrar com quem esta usando em paz…

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bloated

nonbloated

Não ligo para o número de pacotes, mas se passar dos 2k default já acho estranho…rsr

Ligo mais para a quantidade de apps instalados por padrão.

Pessoalmente acho bom estilo o Fedora Silverblue, vem com Firefox, nautilus e utilitarios do gnome básicos. Más uma boa seleção como no Fedora workstation também não acho ruim…

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Só para complementar minha resposta anterior sobre Fragmentação de pacotes, este texto foi extraído do site da Conectiva que levou essa fragmentação ao extremo e gosto do fedora pois faz o mesmo.

"Fragmentar um pacote é relativamente simples: basta separá-los por funcionalidade. Estas podem ser definidas pelos arquivos (como o caso de fontes para idiomas pouco utilizados e binários de programas) ou em tempo de compilação (como o caso de suporte a uma ou outra opção - X, SVGALib, PAM, SSL, etc). Utilizar o bom senso e prezar por compatibilidade e consistência são os fatores que mais devem ser considerados ao decidir-se pela fragmentação ou não.

O bom senso nos diz que os pacotes não devem ocupar muito espaço em disco, então procuramos pelos maiores, que acabam tornando-se nossos grandes candidados à fragmentação, mas a regra básica é realmente fragmentar todo e qualquer software que agrupe mais de uma funcionalidade que possa ser utilizada de maneira independente.

A grande maioria dos softwares hoje utilizados vem acompanhados de arquivos de tradução e documentação extra. Além disso, boa parte traz bibliotecas para desenvolvimento e várias funcionalidades adicionais, algumas como módulos carregados dinamicamente outros em tempo de compilação. Potencialmente podemos criar pacotes para todas essas características.

Algumas classes de softwares fragmentados no Conectiva Linux 7.0:
o Ambientes como o KDE e o Gnome
o Softwares complexos, como o Koffice, XFree86, etc
o Suporte a internacionalização (-i18n-xxx)
o Bibliotecas e headers para desenvolvimento (-devel)
o Documentação (-doc)

A partir do Conectiva Linux 7.0, uma nova política de empacotamento foi adotada na distribuição. Esta visa alcançar um maior equilíbrio entre facilidade de instalação e flexibilidade na manutenção dos pacotes instalados, e pode ser resumida pela palavra “fragmentação”.

Com esta nova política, os pacotes do Conectiva Linux passam a ter uma característica única: são fragmentados em pacotes menores, divididos por funcionalidades. Essa característica permite a instalação e configuração de estações enxutas, com baixa requisição de espaço em disco e maior facilidade de atualização remota através de ferramentas como o apt-get.

Uma distribuição pode adotar várias políticas de empacotamento. Uma delas seria criar um único pacote com tudo o que o usuário supostamente precisa e instalá-lo. Com isso, ganhamos facilidade na instalação/atualização enquanto perdemos todos os pontos na questão flexibilidade. Num outro extremo, poderíamos ter um pacote para cada arquivo (!) instalado, chegando então a um ponto caótico em termos de gerenciamento de dependências ou o total abandono do gerenciamento de pacotes.

No caso de uma atualização automatizada (como via apt-get), o primeiro caso seria trivial, porém tremendamente custoso em termos de banda de rede e espaço em disco. Já no segundo, utilizaríamos a banda de maneira bastante eficiente, mas, como já citado, teríamos um total abandono do controle de pacotes, versões e interdependências ou um estado caótico em termos de manutenção dos pacotes em sí. É óbvio que ambos são extremos sem sentido, muito longes de um ponto de equilíbrio.

A política adotada atualmente pela maioria das distribuições supre de maneira razoável a primeira necessidade, mas deixa a desejar na segunda. Inúmeras vezes somos obrigados a instalar megabytes de bibliotecas, documentação e outros dados (a maioria deles não desejados) para rodar uma simples aplicação devido ao número de dependências de um pacote. Podemos citar como um exemplo o Gnumeric, um dos componentes do gnome que em sua versão atual (0.67) requer mais de 60 bibliotecas diferentes para ser executado. Ao mesmo tempo, temos um número muitas vezes absurdo de arquivos em um único pacote, como no caso dos pacotes do XFree86, onde encontramos fontes com suporte a linguagens pouco utilizadas e recursos já até mesmo abandonados em pacotes de instalação obrigatória.

Claramente o “ponto de equilíbrio” não está sendo alcançado. É necessário um ponto onde ambas as necessidades sejam cumpridas, o usuário não tenha problemas em se adaptar e, principalmente, um ponto onde a compatibilidade com a política adotada atualmente seja mantida.

Essa é a proposta da nova política já adotada no Conectiva Linux 7.0. Não tem sido trivial alcançar todos esses objetivos. Na verdade, tem consumido um tempo bastante considerável de desenvolvimento e testes, mas acreditamos estar chegando um pouco mais perto do que poderia ser considerado o ponto de equilíbrio ideal."

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Um SO com muitos programas desnecessários, ou muitos programas para a mesma coisa, com muita rendundância.
Mint, por exemplo, já vem com 4 players de vídeo/música.

poxa mano, eu baixei sua distro e gostei, reviveu aquela experiência do Unity, mas, fiquei mais feliz por conhecer alguns apps, principalmente o Crow Translate, estava procurando algo do tipo esses dias, e tinha achado o Translatium, só que é pago, e agr, por vc, eu conheci o esse outro app, vlw msm, faz a msma coisa e é grátis. Tbm curte o Tilix, ele tem um interface cheia de recursos, muito bom. A única q senti falta é ter uma “Loja”, e sim, tem o Synaptic, mas poderia, talvez, haver uma loja, não q falte apps, pelo contrário, tem bastante coisa.
Parabéns pelo seu projeto e obg!

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Obrigado pelo apoio!

Se você der uma lida no site, vai entender que eu não incluí uma loja, justamente por conta do suporte aprimorado para AppImage, não há necessidade de ter uma loja, quando já há vários sites com esse propósito pra esse formato de empacotamento.

No http://appimagehub.com/ tem muita coisa boa e a integração é automática, conforme está descrito na documentação do Unity XP.

Entendi, no caso, sua distro vem com o AppImageLauncher?

Não, conforme está descrito no site, vem o AppImageD (daemon), que faz a integração automática.

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Na minha concepção seria um sistema com excesso de programas, com programas redundantes muitas vezes, como mais de um player de vídeo, mais de um software para terminal, etc.

Quando você abre o menu e tem muito da sensação de estar vendo mais que deveria. Tudo isso é subjetivo, claro, mas como você perguntou de forma pessoal, essa é a minha percepção.

Abraços!

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Pois então. Eu já estava “preocupado” que meu sistema estivesse com bloat mesmo tendo quase nenhum software instalado ahahahha. Já estava fazendo um bootável do Ubuntu Mini para instalar.

Acho que formatar resolve apenas temporariamente, voltando o sistema ao padrão, mas você pode simplesmente remover o que você acha que tem em excesso.

Programas tradicionais de Linux ocupam pouquíssimo espaço, acho que o Linux Mint, que que eu considero um sistema bem equilibrado, com várias ferramentas bem precisas, e sem redundância, ainda tem uma quantidade de apps a mais do que alguns outros sistemas, como o próprio Ubuntu, mas não sinto ele “bloated”, depois de instalado ele não ocupa nem 9GB de tamanho se não me engano.

Ter mais programas instalados não prejudica o desempenho do sistema de forma geral, é mais uma questão de conforto mesmo eu acho, e isso é bem pessoal.

Abraços!

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