O Pop!OS virou modinha?

Ainda bem que não faço parte do povo kkk

Sei lá… não achei nada de extraordinário nesse sistema… além de não oferecer opções p/ máquinas mais modestas, como ocorre na Canonical, Fedora Spins, Mint e etc… nem todo mundo tem intel i9 com 32GB de RAM (irônic mode)

Atualmente minhas máquinas estão divididas entre Mint XFCE, Kubuntu e KDE Neon… e as mais potentes que são p/ entretenimento e games estão com Mint XFCE… não vejo lógica máquina p/ games com interface cheia de extensões p/ ficar roubando recursos à toa

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Só explicando, quando falei povo não quis fazer ninguém se sentir mal, só quis dizer que ele influencia isso e fato.
@FabioSuco minha máquina é modestinha só um i3 6100u, só coloquei mais 8gb de memória, agora preciso de um SSD, mas roda qualquer interface tranquilamente com ou sem extensões, que normalmente não influenciam no gnome-shell como muitos dizem, meu Shell nunca passou de 200mb de consumo mesmo com semanas de uso.

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Basicamente é isto o que eu acho, não vejo nada demais ou de diferente que me faça interessar em usar o PopOS.

A questão do hardware necessário para rodar o sistema esse comentários já respondeu. A distro foi pensanda para as máquinas da System76 (que tem um hardware bastante robusto).

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Eu não diria que virou modinha, mas que ganhou mais destaque nos últimos anos. Aí já sabe como são os usuários linux, não pode ver uma distro nova que já quer formatar ou fazer um dual boot (falo isso por experiência própria :joy: :v:)

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Por incrível que pareça, o Gnome-Shell do Pop!_OS não é zuado de pesado, pelo contrário, ele se encaixou bem nas configurações do meu notebook:

i3-4005u 1.7 Ghz
4 GB RAM
Intel HD Graphics 4400

Se me lembro bem, Pop!_OS subia consumindo uns 200 MB a menos que Ubuntu 20.04, mas convenhamos, no fim das contas isso não significa muita coisa…

Ah, claro, embora meu notebook seja um i3, meu notebook não suporta qualquer tipo de jogo, justamente por ser apenas 1.7 Ghz, colocar um Plasma ou XFCE faz mais sentido, mas o CPU será sempre o mesmo hehe.

No fim das contas… acho válido GNOME para jogos, desde que a pessoa tenha um hardware adequado.

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Depois dum tempo você percebe que distribuições são tudo a mesma coisa, só mudam os gerenciadores de pacotes :laughing:

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Exatamente! Talvez mude a forma ou “preparação” que você faz para utilizar o computador mas o resultado acaba sendo o mesmo.

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Eu encarei na zoeira… sou Old School :smiley:

Minhas máquinas vão de Intel 775 a Intel i7… mas as mais potentes que são de uso de entretenimento eu optei pelo XFCE…

Em relação ao seu Shell, que eu me lembre vc usa Fedora… e na época que usei, notei que o Gnome é bem mais fluído que nos “Base Ubuntu” … e se comparar com os Base Ubuntu carregado de extensões… é mais ainda…

Virou modinha e de uma forma positiva! Meu sonho é ver o OpenSUSE virando modinha assim também…

Minha distro favorita, embora o Pop.OS! Seja a mais nostálgica…

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@DiegoIbiasFachel Nada a ver com o assunto mas caramba tu mora em Canoas tmb! Nunca pensei que Canoas teria alguém usando Linux hahahaha

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Exatamente !! Eu mesmo não tenho nenhuma “Super Máquina” p/ jogos … no máximo 8GB de Ram e HD Mecânica… Eu optei pelo Mint XFCE p/ jogos, pois achei mais fluído… também poderia ser o Kubuntu, mas mesmo consumindo quase a mesma quantidade de RAM, eu notei o XFCE com mais suavidade na imagem do que o KDE… talvez algo no compositor que “pelo menos aqui” fez diferença…

Também não jogo nenhum super jogo… que vão de Horizon Chase Turbo e Streets of Rage 4 via Wine… a emuladores de PS2 e Gamecube… no restante é só Filmes e etc

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O Pop!_OS foi mostrado várias vezes no canal LinusTechTips, que é um dos maiores canais de tecnologia do mundo, como um “linux gamer”.
E um dos participantes é entusiasta de Linux, open source e open hardware, que é o Anthony. Por isso acabou popularizando no exterior, e consequentemente, no Brasil.

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Que legal! Não conhecia esse canal, vou dar uma olhada.

Pelo que vi do Dio mostrando o Pop eu achei ele bem legal e bonito, dá pra entender pq a galera tá usando ele

Não conheço ninguém que tenha usado POP!OS a não ser pessoal aqui do fórum, eu baixei a ISO e instalei ela em uma VM, mexi por quase uma hora e ainda estava assistindo alguns vídeos sobre a distro, sinceramente não vi nada de interessante de fato e tive a sensação de ter jogado meu tempo fora.

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Já no meu caso é o contrário. No exterior o Pop!_OS tem um público enorme, não é atoa que em vídeos referentes a Linux em canais grandes de tecnologia, se fala do Pop!_OS, não do Ubuntu.

Aqui tem vários moradores do RS, @stephkeys. Eu mesmo morei em Santa Maria e agora moro em POA…

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Aqui é o paraíso!! Sou natural de Santa Maria e moro em Canoas, fico feliz de encontrar gaúchos aqui

Só que eu não sou gaúcho… sou chileno, criado no RJ e exilado na gaúcholândia… hehehehehe

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Oi @stephkeys :slight_smile:

Em parte acho que sim, mas não que isso seja ruim. Pejorativamente chamar algo de “modinha” é tentar minimizar um modelo que está dando certo geralmente, sobrepondo outros antigos que não estavam, o que deve ser frustrante para quem está na outra ponta, e é bem fácil detectar esse padrão.

Ninguém sabe o futuro, mas eu lembro quando me diziam que trabalhar com blog era “modinha”, fazer canal no youtube era “modinha”, e lembro também de quando comprei meu primeiro smartphone, quando falaram que eu estava fazendo isso só porque era “modinha” e todo mundo queria.

Talvez seja algo passageiro (a vida é), o que são 30 anos de Linux perto da história da computação? E o que é a história da computação dentro da história humana (e assim por diante)?

Mas isso não quer dizer que seja ruim. Especialmente dentro do escopo de open source. Há quem diga que o Deepin era “modinha”, e o que eu vejo é que ele teve o seu Hype, assim como o Ubuntu teve, e o Pop!_OS também tem/teve/terá esse pico de maior interesse, depois de um tempo, naturalmente, as grandes benesses passam a ser ponto comum e essas coisas não impressionam mais, e aí talvez uma nova distro seja a “modinha”. Esse efeito dentro de tecnologia acontece o tempo todo, não só com distros.

Já vi esse termo ser empregado para se referir ao Linux Mint também, e ele também, assim como o Ubuntu, o Deepin, o YouTube, o Smartphone e até no próprio projeto Diolinux, sobreviveram ao tempo através de mudanças.

No caso da System76, se eles continuarem melhorando o sistema ao longo do tempo, existe uma grande chance de continuar sendo um sistema interessante, talvez com menos hype. Talvez em parte eu seja um dos causadores desse hype (dentro do Brasil ao menos), mas eu simplesmente falo do que eu gosto e do que está sendo útil para mim.

Já apontaram esse dedo pro nosso lado na época que eu usava mais Ubuntu, depois falando sobre o Mint, quando, na verdade, eu simplesmente estava exercendo a minha liberdade de usar o que eu mais curtia, como todo mundo, talvez com a diferença de que não estava usando, nesse caso, a distro que a pessoa acha que é melhor.

Eu tento realmente viver a realidade que eu mostro, se eu não conseguir jogar no Linux, eu não vou dizer que dá para jogar. Se eu não conseguir editar vídeos nele, não vou dizer que você também pode, se eu não for feliz usando a distro que eu estou, não vou supor que você será.

Mas acima de tudo, você (generalizando), é uma pessoa completamente diferente, e talvez consiga fazer as coisas que eu não consigo usando as mesmas ferramentas, a questão é que, o meu ponto de vista, em contraste com os demais, como aqui do fórum, que é muito legal para essas coisas, é tudo que eu tenho. O próprio ponto de vista é tudo que cada um de nós tem. :slight_smile:

Vale lembrar este vídeo:

Acho sinceramente que o Pop!_OS não é modinha, ele “está” modinha.

Abraços! :slight_smile:

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Eu sinceramente acho que o problema é outro. Ninguém deve ser obrigado a utilizar algo padrão necessariamente e nem mesmo contribuir de volta, se você espera isso, talvez o modelo de trabalho não deveria ser o open source provavelmente.

Existem comportamentos comuns nesse meio, como ajudar com suas correções upstream, mas isso nunca deve ser forçado. Essa colaboração deve fazer parte de uma necessidade de relacionamento entre comunidades, e isso varia de pessoa para pessoa.

O problema é o direcionamento de bugs. Se a modificação é que está bugada, isso deveria ir para os desenvolveres que fizeram a modificação, e não os do GNOME. A Canonical parece ter ajudado mais do que nunca ajudou nos últimos anos (se é o suficiente, é subjetivo).

Temos que ter claro que o problema não é modificarem as coisas, mas sim, serem responsáveis por sua modificação, afinal, isso muda completamente o objetivo da comunicação.

Um dos problemas é a definição de “pouco”. A exposição que o Ubuntu dá ao ecossistema GNOME, é algo positivo, nenhum desenvolvedor faz softwares para ninguém usar. A exposição que o Ubuntu dá ao GNOME é maior que qualquer outra distro nesse aspecto, quantas pessoas usam tecnologias GNOME através do Ubuntu?

O que acontece ali (e algumas outras distros) é que essas distros não acreditam que a forma padrão do GNOME funcionar é adequada ao seu público consumidor. Não que seja necessário mudar o GNOME inteiro, mas fazer esses pequenos ajustes, realmente.

Penso que “guerrear” é uma palavra forte, e às vezes nem nos damos conta que usamos ela, mas se o esforço é melhorar algo que você gosta, talvez seja melhor diferenciar os seus “canhões” para algo que realmente vai causar uma mudança positiva, e ver o lado bom das coisas. Não existe um único jeito de contribuir com um projeto. Ser metódico e identificar os problemas vai ajudar a encontrar as soluções realmente.

Pelo que conversei com o pessoal do GNOME, o problema não é realmente a customização, qualquer que seja contra isso, está sendo contra software livre em primeiro lugar, o problema é a manutenção disso pelo que eu sei. A Canonical emprega algumas pessoas para trabalhar somente no GNOME em particular, será que isso é pouco? Quem tem essa régua? Há quem pense que sempre pode se fazer mais ou que sempre será pouco.

Fica o pensamento, abraços brother! :slight_smile:

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