A ideia dessa customização é reformular o a experiência do KDE Plasma no Kubuntu:
- Redução de carga cognitiva
- Linguagem acessível
- Revelação progressiva de funcionalidades
A ideia não é remover recursos, mas tornar o sistema compreensível sem sacrificar nenhuma funcionalidade, como pode ver na imagem acima ele é identico ao KDE normal mas ao abrir o menu:
Note que os nomes dos aplicativos são o que ele faz
As configurações são quebradas por grupo e carregadas via KCM Shell:
A nível sistema temos um / diferenciado:
Todo o sistema é organizado em /mita-i
Dentro dela a pasta mais relevante é /mita-i/system
Que como é possivel notar, é o /usr fundido com /var dentro dela (pasta state), flatpaks, snaps e appimages ficam fora
Voltando a /mita-i pasta versions guarda as versões do sistema
Então todo o sistema é basicamente uma pasta, atualizar o sistema é simplesmente apontar o /usr para outra pasta dentro de /mita-i/versions e reiniciar
O que vem agora?
Esse é um sistema desktop, não é pensado em servidores então /var estar fundido em /usr não é um problema. Salvo isso, ainda não tenho ISO, não vai ter até o Kubuntu 26.04 ser lançado oficialmente, ainda falta muita coisa, inclusive um roadmap. É um projeto sem fins lucrativos, não é algo que eu vou vender, isso significa também que até segunda ordem vai ser “use sob sua responsabilidade”
O que significa mita’i?
Então, é uma homenagem kurumin que assim como esse sistema simplificava o uso do KDE e aos povos guarani, enquanto kurumin é criança em tupi, mita’i é criança em guarani







